Indenização pelo atraso na entrega de imóvel

Quais são os seus direitos?

Publicado por Nicolau Waris

Com o “boom” na indústria da construção civil, sempre vemos novos lançamentos de imóveis residenciais e comerciais. Porém, quem resolve investir ou quer morar e decidiu comprar na planta buscando pagar menos, vem se deparando com o atraso constante por parte das construtoras para entregar os imóveis no prazo estipulado.

Daí surgem várias perguntas dos consumidores, e as mais frequentes são as seguintes. Vejamos:

Quando fica caracterizado o atraso na entrega do Imóvel?

O atraso na entrega do imóvel ocorre a partir da data prevista no contrato, sem prorrogação.

O que é cláusula de carência (tolerância de 180 dias para entrega do bem) ou prazo de prorrogação na entrega da obra?

Trata-se de cláusula manifestamente abusiva. Fere os princípios do equilíbrio contratual, pois só beneficia a construtora e boa-fé objetiva, uma vez que não configura a data da efetiva entrega do imóvel. Por se tratar de uma relação de consumo, a responsabilidade da construtora é objetiva, devendo suportar os riscos do negócio. “O contrato deve ser um instrumento de trocas úteis e justas”.

Portanto, nossos tribunais, vem decidindo pela ilegalidade dessa cláusula, e afirmam que a cláusula que permite o atraso na entrega da obra, sem justificativa suficiente, é de claramente abusiva. Não há qualquer contrapartida ao consumidor na demora da empreiteira, devendo aquele continuar adimplente com o contrato e suportar os custos da mora (tais como a impossibilidade de utilizar seu imóvel, e outras). Diante disso, essa cláusula de tolerância é corriqueiramente declarada nula.

Qual a solução jurídica?

Depende de cada caso. Mas de modo geral, o consumidor poderá pedir que seja o contrato desfeito, com recebimento de tudo que foi pago, corrigido monetariamente e acrescido de juros; Ou, a suspensão de eventuais pagamentos em aberto, cobrança de multa contratual, restituição em dobro da taxa paga indevidamente a título de corretagem, indenização por danos morais, indenização por danos matérias, perda do lucro esperado – aluguéis que deixou de receber e/ou aluguéis que vem pagando ante a demora na entrega, devidamente atualizados.

Como saber se tenho direito ou não?

A partir da data estipulada em contrato para entrega do imóvel o consumidor passa a ter direito a indenização, sem a contar com a prorrogação, que é cláusula considera na maioria das decisões como abusiva.

Portanto, confirmado o atraso, o consumidor já pode acionar o Poder Judiciário buscando a reparação indenizatória pelo descumprimento do prazo contratual. Essa confirmação pode ser através de uma correspondência da construtora informando o atraso, convencional ou eletrônica, ou mesmo a constatação visual do atraso do cronograma da obra, através de registro fotográfico.

Qual a vantagem de ajuizar a ação ainda na fase de construção?

Informamos aos consumidores que adquiriram imóvel na planta ou na fase de construção da obra, que a demora na entrega deste bem gera indenização por danos materiais e moral, além da restituição em dobro dos valores pagos a título da taxa de corretagem, com fundamento no artigo 42, § único do Código de Defesa do Consumidor.

Trata-se de ação de indenização em face da construtora que não cumpriu o prazo de entrega estipulado em contrato. A única forma de receber os valores é recorrendo ao Poder Judiciário.

É que nesta fase torna maior a possibilidade de se conseguir uma liminar para obrigar a construtora a pagar aluguéis desde o início do processo. Vale lembrar que o direito de receber aluguéis é apenas um dos direitos indenizatórios oriundos do atraso da obra.

E esse direito não depende de o consumidor estar efetivamente pagando aluguel, já que pode ser pedida na ação a renda locatícia que o consumidor deixou de receber, alugar já que poderia alugar o seu imóvel a terceiros, caso não houvesse o atraso. É o caso típico daqueles consumidores que compram imóveis para com objetivo de investir, ou ainda, aqueles que compram com a finalidade de residir, mas pelo atraso, estão pagando aluguel quando deveriam já está morando no imóvel.

Já houve a entrega das chaves, mas a obra atrasou! Ainda tenho direito?

Sim, mesmo após o recebimento das chaves em uma obra que atrasou, o consumidor continua tendo direito a mover ação indenizatória contra a construtora, pelo prazo de até 5 (cinco) anos após o início do atraso, ou seja, a contar do dia seguinte ao prazo contratual de entrega.

Quem mover uma ação, pode sofrer retaliação da construtora?

Este é o maior medo dos consumidores. Que ficam receosos de não receberem as chaves por causa da ação judicial. Esta possibilidade, simplesmente, não existe! Principalmente, se o consumidor estiver em dia com todos os pagamentos contratuais. Logo, não há justificativa legal para a construtora deixar de entregar as chaves.

Na verdade, normalmente ocorre o contrário. Tendo o consumidor ação judicial que cobra indenização por cada mês de atraso, é comum a construtora desejar entregar mais rápido as unidades com ação na justiça, simplesmente para reduzir o impacto da ação.

Quais os documentos necessários para propositura da ação?

Os documentos necessários para propositura são cópias simples do contrato de compromisso de compra e venda; Material utilizado na oferta do imóvel; Material de publicidade; Folhetos; Prospectos; Anúncios de jornais; Fotos; Ficha de cadastramento; Ficha de financiamento; Demonstrativos de pagamento; e-mails, etc. Portanto, quanto mais farto e robusto for o seu conteúdo de provas, melhor será para o advogado que você constituir para atuar no caso.

Qual o prazo para entrar com a ação?

O prazo para entrar com as ações pleiteando a reparação de danos é de 03 (três) anos, por força do disposto no artigo 206, § 3º, V, do atual Código Civil Brasileiro.

Qual o tempo de duração do processo?

Não há prazo definido em lei. Geralmente, este período varia em torno de quatro anos, mais ou menos, dependendo se houveram recursos no processo. No decorrer da ação, os valores devidos serão atualizados conforme Tabela e acrescidos de juros de mora de 1% ao mês até o efetivo pagamento.

O que alegam as construtoras?

As construtoras atribuem o atraso ao aquecimento do mercado imobiliário, caso fortuito e/ou força maior, chuvas, alagamentos, bem como, à demora do poder público em expedir o habite-se, documento necessário para a entrega do bem. Ocorre que, chuvas e problema de mão de obra fazem parte do dia a dia das construtoras.

São riscos da atividade que devem ser levadas em consideração quando estipulado o prazo para entrega do imóvel. A construtora tem a obrigação de indenizar o consumidor devido à atividade que realiza, aplicando-se ao caso a teoria do risco profissional, pois como recolhe os frutos da atividade, deve suportar os riscos do negócio.

Portanto, fique atento, se se sente prejudicado, não tenha medo! Consumidor consciente e informado deve buscar seus direitos!

Publicado por Nicolau Waris

Advogado; Pós-graduado e especialista em Direito e Processo do Trabalho pela UNAMA; Conta com escritório localizado na capital

(Fonte: http://nicolauwaris.jusbrasil.com.br/artigos/118241128/indenizacao-pelo-atraso-na-entrega-de-imovel)

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Os curiosos e sábios comentários em relação ao lançamento Espaço Homem

Olá leitores! Olá leitoras!

Edição n° 2 – Abril de 2014

Sem dúvida, os homens em geral apreciaram a ideia de junto com o ESPAÇO MULHER, estar também o ESPAÇO HOMEM.

Agora vamos às reações deles:

Percebe-se que há dois tipos de preocupações. A primeira é sobre o conteúdo que será divulgado, então questionaram: “O que é que vão escrever ali, é para nos prejudicar ou é para nos orientar em relação às leis, acontecimentos, assuntos que precisamos compreender em relação às mulheres, família etc?”

E a segunda preocupação é que se eles vão poder colaborar também, se as mulheres vão gostar que haja este ESPAÇO HOMEM para eles também, enfim, estão preocupados com o que as mulheres irão pensar e comentar.

Porém, o que mais surpreendeu-nos foi uma alegria em saber como podem colaborar, alguns ficaram até mais amistosos, e acreditam que também os ajudaremos no que precisam se atualizar mais, “eram só as mulheres que estavam tendo este privilegio!” Têm preocupação se alguém nos molestar por isto, e disseram que fale em primeiro lugar com eles, querem saber tudo para ajudar (gente, que apoio de homens!).

E há aqueles desconfiados, sorriso maroto, e já vão dando o aviso, “cuidado com o que vai publicar, nesta hora não vai ter autoridade masculina para te defender” (pode isto em pleno século 21, ameaças por insegurança, o que será que temem tanto, não é minha gente!).

Enfim, eis-nos aqui na edição número 2 (dois) e, no mês de maio já se iniciam as reuniões com alguns destes homens colaborativos para um estudo continuado, em prol do êxito do ESPAÇO HOMEM.

Agradecemos também a compreensão da maioria das mulheres, os sorrisinhos maliciosos sobre os conteúdos que serão divulgados, mas que consideraram justo que isto ocorra. Pois, acreditam que o ESPAÇO HOMEM é ao lado do ESPAÇO MULHER e vice-versa.

Leia as notícias, artigos e eventos que pesquisamos nesta edição para você.

Receba nosso fraternal abraço, Elisabeth Mariano e equipe ESPAÇO HOMEM.

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Editora Aleph anuncia o lançamento do livro Homens Difíceis

março 14, 2014

“A editora Aleph anunciou hoje o lançamento do livro Homens Difíceis – Os bastidores do processo criativo de Breaking Bad, Família Soprano, Mad Man e outras séries revolucionárias, de Brett Martin.

Homens Difíceis

Esta obra acompanha a produção de grandes seriados pelos bastidores. Nela o leitor confere propostas, decisões, jogadas de sorte e coincidências que levaram a criação destes grandes seriados que se tornaram divisoras de águas na história do entretenimento.
De acordo com a editora, é um livro essencial para fãs de cinema e TV. E pelo que pudemos ver sobre a obra, realmente despertou nosso interesse. Afinal, nada melhor do que se aprofundar um pouco mais e descobrir o que rolou por baixo do pano para que essas maravilhosas séries se tornassem realidade.”

O livro já está disponível nas livrarias e tem preços de R$ 35 até R$ 54.

Veja fotos e leia matéria completa no link abaixo.

(Fonte: http://geekness.com.br/homens-dificeis-anunciado/, data de acesso 10/04/2014)

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Lançamento do jogo: O Espetacular Homem-Aranha 2

11.Abril 2014

“Quando a Gameloft lançou o primeiro jogo do Espetacular Homem Aranha para dispositivos móveis, a produtora passou a se consolidar mais uma vez nesse mercado, visto que lançou o jogo com um mundo aberto relativamente grande e com uma mecânica de jogo bem bacana. Agora, em uma promoção para o novo filme do herói, a GL irá lançar o jogo O Espetacular Homem Aranha 2, que contará com algumas melhorias e adição de novos recursos que foram pedidos pelos usuários nas análises da versão anterior.

A produtora lançou um trailer de lançamento do jogo, que chegará naApp Store, Google Play e Windows Phone Store no próximo dia 17 (quinta-feira). O jogo irá contar com uma boa gama de vilões para conduzir a sua história, e sem mais enrolação.

Segundo a própria Gameloft, a história desse segundo jogo é um pouco mais profunda e explorada do que a do primeiro, e ele irá levá-lo por 8 locais da caótica Manhattan, incluindo a Times Square e o Central Park – claro, tudo em um mundo aberto, onde você irá lutar contra inimigos no ar e em prédios, que deverão ser utilizados à seu favor para planar e lançar sua teia. Também haverão algumas missões secundárias com eventos sociais, como por exemplo, as famosas lutas clandestinas na “Arena Mysterio”, onde Peter iniciou a sua “carreira”.”

Veja fotos e leia matéria completa no link abaixo.

(Fonte: http://www.tudocelular.com/jogos/noticias/n34556/o-espetacular-homem-aranha-2-data-lancamento.html)

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CCJ aprova projeto sobre responsabilidade em casos de fraude em empresas

Publicado por Agência Brasil

“A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou no dia 8, o projeto de lei que limita a responsabilidade de sócio de empresa nos casos de fraude ou de outras manobras ilícitas para não pagar credores, a chamada desconsideração da personalidade jurídica.

A medida geralmente é usada para responsabilizar pessoalmente os sócios por uma obrigação que era, inicialmente, da empresa. A responsabilização permite que os bens particulares dos sócios ou administradores sejam usados para pagar as obrigações da empresa, quando for caracterizada a prática ilícita.
Ainda de acordo com o texto, as decisões da administração pública sobre desconsideração da personalidade jurídica também ficam sujeitas a decisões judiciais.

De acordo com o projeto aprovado, será definido um rito antes de ser decretada a desconsideração de personalidade jurídica. Atualmente, não há um trâmite específico para ela, mesmo sendo prevista em lei. O projeto determina que o Judiciário terá ouça, obrigatoriamente, os réus. Os sócios da empresa terão 15 dias, após a intimação, para apresentar a defesa ao instaurar a desconsideração.

Segundo o projeto, sócios ou administradores terão direito de produzir provas, e o juiz só poderá decretar a desconsideração da personalidade jurídica depois de ouvir também o Ministério Público.
Caso seja decretada a medida, ela não poderá atingir os bens particulares dos membros, instituidores, sócios ou administradores que não tenham praticado ato abusivo em prejuízo dos credores da pessoa jurídica e em proveito próprio.

O texto aprovado é um substitutivo apresentado por Danilo Forte (PMDB-CE) na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, que unifica os projetos de lei 3.401/08, de autoria de Bruno Araújo (PSDB-PE), e 4.298/08, do ex-deputado Homero Pereira. Ambos os textos estabelecem regras para a desconsideração jurídica. O projeto agora deve seguir para o Senado.”

(Fonte: http://agencia-brasil.jusbrasil.com.br/noticias/115488854/ccj-aprova-projeto-sobre-responsabilidade-em-casos-de-fraude-em-empresas)

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7º Seminário Nacional O Professor e Leitura do Jornal

Faculdade de Educação – Unicamp

Data: 24 e 25 de abril de 2014

“A sétima edição do Seminário tem como tema Educação, Comunicação e Sociedade do Espetáculo em uma programação que coloca maior atenção na relação entre mídia, performatividade e consumo. Estão programadas conferências, mesas-redondas, oficinas, sessões de comunicação e lançamentos de livros. É possível participar como ouvinte ou como apresentador de trabalhos acadêmicos.” Informações, programação e inscrições no site do evento.

(Fonte: http://www.sinprosp.org.br/acontece.asp?evento=502, data de acesso 10/04/2014)

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STJ mantém decisão que condenou pai a pagar indenização por abandono afetivo

Publicado por Agência Brasil

“Os ministros da Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) mantiveram no dia 9, a decisão que condenou um pai a pagar indenização de R$ 200 mil por abandono material e afetivo à filha, por ausência durante a infância e adolescência.

A maioria dos ministros seguiu voto do relator do processo, ministro Marco Aurélio Buzzi. Segundo o ministro, no caso específico, o pai tinha o dever legal de cuidar da filha. A defesa alegou na Justiça que o distanciamento ocorreu devido ao comportamento agressivo da mãe. Para o ministro, no entanto, a conduta materna não justifica a ausência do pai.

O caso teve o primeiro pronunciamento no STJ em 2012, quando a Terceira Turma apontou para um reconhecimento inédito de responsabilidade por abandono afetivo pelos pais. A ação começou a tramitar na primeira instância e foi julgada improcedente. O caso foi levado ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), que reformou a sentença. Em apelação, o TJSP argumentou que o pai era “abastado e próspero”, reconheceu o abandono afetivo e fixou compensação por danos morais em R$ 415 mil.

No STJ, o pai alegou violação a diversos dispositivos do Código Civil e divergência em relação a outras decisões do tribunal. Ele disse ainda que não abandonou a filha e que a única punição possível pela falta em suas obrigações paternas seria a perda do poder familiar. Na ocasião, a Terceira Turma do STJ considerou o valor fixado pelo TJSP elevado e reduziu a compensação para R$ 200 mil. Esse valor deve ser atualizado a partir de 26 de novembro de 2008, data da condenação pelo tribunal paulista.”

(Fonte: http://agencia-brasil.jusbrasil.com.br/noticias/115587633/stj-mantem-decisao-que-condenou-pai-a-pagar-indenizacao-por-abandono-afetivo, data de acesso 10/04/2014)

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Artigo: Alienação Parental e Abandono Afetivos – questões polêmicas, problemas emblemáticos

Publicado em 26.03.2013

“O problema da alienação parental e abandono afetivo tem por escopo uma questão cultural, ou seja, até bem pouco tempo atrás e ainda hoje, em que pese as decisões judiciais estejam mais abertas à realidade fática, no âmbito do direito de família, os filhos em decorrência do divórcio acabavam sob a guarda das genitoras, em geral.

Entretanto, atualmente, repisa-se, com as novas decisões judiciais, essa “regra” está bastante relativizada, buscando uma maior proteção e bem estar do menor envolvido.

Friso que a alienação parental e o abandono afetivo são problemas sérios que têm sua base no aspecto cultural, eis que, considerando que, na maioria dos casos, os filhos ficavam sob a guarda da genitora, esta, muitas vezes, por ainda não ter aceitado e interiorizado sua nova realidade, ou seja, estar divorciada, acabava transferindo esse “luto” ao filho. O filho, por sua vez, acabava exteriorizando sua insatisfação com tal situação, aliando-se à genitora, em desfavor do pai. O que, infelizmente, em alguns casos, gerava o abandono afetivo por parte do genitor em relação ao filho.
Cumpre salientar que não se considera o abandono afetivo uma “desculpa” para o genitor, contudo, devemos ter uma mente aberta à realidade fática no direito de família.

O genitor, na maioria das vezes, para que não houvesse mais conflitos, e cenas vexatórias em frente ao filho, afastava-se da ex-mulher e, em consequência acabava também afastando-se do filho. Fingir que tal realidade não existia e não existe é lidar com tais problemas de forma equivocada.

A alienação parental causa problemas sérios para todos envolvidos na relação (pai, mãe e filho). Devemos deixar bem claro que, a alienação parental pode sim ser praticada não só ou somente pela genitora, mas por parentes próximos ao menor também.
É imprescindível para um crescimento saudável que o menor alienado seja encaminhado ao tratamento psicológico, quando comprovada tal alienação, juntamente com quem está praticando tais atos. Defendo também que o pai, deve ser encaminhado ao tratamento psicológico, para que, tal alienação não enseje um abandono afetivo.

O abandono afetivo tem como estopim, em alguns casos, não generalizando por obvio, pois existem pais que jamais conheceram seus filhos, por falta de vontade, infelizmente, na pratica constante de alienação parental. Importante lembrar que tais assuntos emblemáticos, embora existentes há anos, passaram a ser tratados de forma mais enfática há pouco tempo, não se tendo a visão que hoje se tem sobre os mesmos. Os pais estavam totalmente despreparados para lidar com mães que, ao sofrerem tanto com o divórcio, acabavam transferindo tal sofrimento para os filhos. E, estes apenas, na inocência acabavam repelindo o pai, pois interiorizavam todo o sofrimento da mãe, como sendo seu próprio sofrimento.

Não estamos fazendo, de forma alguma, um juízo de valor a respeito do abandono afetivo, muito menos o justificando. Apenas, estamos refletindo sob outra ótica tais problemas.

Nada justifica, nem serve como “desculpa” a pratica de abandono afetivo, tanto pelo genitor, quanto pela genitora, apenas estamos colocando que, em muitas ocasiões, o abandono afetivo é uma consequência da alienação parental exercida pela mãe ao filho, que é o que ainda ocorre, infelizmente.

Porém, em decorrência das decisões judicias mais próximas à realidade fática, espera-se que tais práticas, tanto da alienação parental, quanto do abandono afetivo, sejam rechaçadas, tornem-se apenas resquício de um passado doloroso para os envolvidos, mas distante da realidade atual, futuramente.

Abandonar o filho por conflitos com a genitora, não é a solução, gera ainda mais problemas psicológicos ao filho! A “solução é o tratamento psicológico, e, infelizmente, as punições jurídicas, para exterminar tais práticas.”

Autora: Tatiana Reis Filagrana OAB/SC 29.623

(Fonte: http://www.oab-bnu.org.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=7097:artigo-alienacao-parental-e-abandono-afetivos-questoes-polemicas-problemas-emblematicos&catid=7&Itemid=27)

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Carta de um Homem (Sobre as Mulheres)

“Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção. Não temos a menor ideia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual. Isso quer dizer, se tem forma de guitarra… está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros – é uma questão de proporções, não de medidas. As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas… Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo.

As muito magrinhas que desfilam nas passarelas seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays, e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são muito retas e sem formas, e parecem agredir o corpo maravilhoso das mulheres. Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato são equivalentes a mil viagras.

A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para se andar de cara lavada, basta a nossa… Sem graça os cabelos maltratados; quanto mais tratados, melhor! As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas. Por que razão cobrem-nas sempre com calças longas? É para quê as confundamos conosco? Uma onda é uma onda, cadeiras são cadeiras, e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão, e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão. É essa a lei da natureza… que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulimíaca e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranquila e cheia de saúde.

Entendam de uma vez! Procurem agradar a nós, e não só a vocês; porque nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas e maravilhosas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é simplesmente linda!

As jovens são lindas… mas as de 30 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por Karina Zzocco, Eva Longaria, Angelina Jolie ou Demi Moore, somos capazes de atravessar o Atlântico a nado. O corpo muda, cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas, que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto, uma mulher de 45, que entra na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento, ou está se autodestruindo.

Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio, alegres, e que sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se sabota e não sofre); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.

Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos ‘em formol’, nem em Spa… Viveram!

O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesáreas e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos. Cuidem dele!
Cuidem-se!

Amem-se!

A beleza é o conjunto de tudo isto!”

Assinado: UM HOMEM

(enviado por Maikol)

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Receba a edição especial de lançamento ESPAÇO HOMEM

Olá leitores! Olá leitoras!

Edição n° 1 – Março de 2014

Durante 28 anos em que atuamos com ESPAÇO MULHER, contamos com a grande colaboração de muitos homens, e grande parte deles, diziam: “quando você lançará o ESPAÇO HOMEM?”

Eu costumava dizer-lhes que os homens já possuem todos os espaços na sociedade a até nos espaço sideral e interplanetária. Alguns retrucavam: “também nós sentimos assédio, somos perseguidos, e não temos quem nos defenda, parece ser muito horroroso um homem queixar-se de maus tratos e querer equiparar-se em busca de direitos. Também nós sofremos discriminações e preconceitos: sociais, profissionais por tipo físico-biológico, por questões econômicas, de moradia, falta de estudos etc., até mesmo no âmbito familiar”.

Até registramos certas brincadeiras: queremos a “Lei José da Lapa”, não pode só existir a “Lei Maria da Penha”. Pois também somos agredidos na rua e até dentro de nossas casas, e contavam casos de mulheres que em crises de TPM ou ciúmes, por questões financeiras com filhos etc., alguns haviam sofrido violência física inclusive, que martiriza mais, porque ninguém aceitaria que “um homem vá fazer queixa de sua mulher (esposa ou amante) em delegacia”.

Todas essas informações foram ponderadas, mas faltava alguém expoente, um homem que sua palavra e exemplo não fosse contestado, que tivesse discernimento e exemplificação de outros casos inclusive, não só da violência intrafamiliar, mas profissional, social e política.

Então na edição anterior do ESPAÇO MULHER, a de número 145, fizemos a entrevista de Rádio ESPAÇO MULHER, nº 100, com o Exmo. Deputado Estadual Afonso Lobato (PV) o qual também é padre e bacharel em direito. Questionei-o se havia sofrido algum preconceito por ser Padre em sua formação, e tornar-se deputado. Ao que ele sinceramente confirmou existir ainda muito preconceito e fez uma abordagem, cujas palavras abriu-nos um horizonte sobre as afirmações anteriores pesquisadas.

Decidimos então lançar o ESPAÇO HOMEM, pesquisamos ainda alguns homens especialistas em várias áreas do direito, psicologia, medicina, sociologia, comunicação etc., e, queríamos a sugestão deles sobre o lançamento, foram unânimes, cheio de ideias e dispostos a participar, já indicando novos amigos etc.

Assim sendo neste dia 15 de março estamos lançando o ESPAÇO HOMEM junto da edição nº 146 do ESPAÇO MULHER. Será diretor jurídico do ESPAÇO HOMEM, o advogado Marcos Eduardo Piva, que está sendo entrevistado na Rádio ESPAÇO MULHER, edição nª 101, neste dia 15/03/2014.

Já foram feitos os registros de domínio e providenciados outros documentos de praxe, coma total defesa e supervisão jurídica da equipe do escritório de advocacia PIVA E ASSOCIADOS. Em breve já estaremos liberando a nova página on line, com vida própria, e completa em seus objetivos, sob o comando de Angelo Michelon e seus colaboradores.

Para agradecer aos homens, que tanto nos ajudaram a chegarmos aos 28 anos do ESPAÇO MULHER, com o apoio das mulheres sensacionais que estiveram ao nosso lado, também apoiando-nos sem reservas e restrições, trazemos uma homenagem musical DE UM HOMEM BRASILEIRO PARA AS MULHERES BRASILEIRAS. Cuja letra é uma poesia que valoriza a todas nós, e a melodia é um incentivo dos homens para todas nós mulheres. É quase um HINO!

Saudamos e destacamos o compositor e canto Benito di Paula coma música MULHER BRASILEIRA. Retiramos o link aberto da página de Internet KBOING. Parabéns BENITO DI PAULA, sua música é um reconhecimento a valorização de todas nós mulheres e de todos os homens que respeitam e incentivam o progresso social e político de todas as mulheres.

Fraternal abraço a você leitor e leitora, leias as noticias que selecionamos para você hoje.

Elisabeth Mariano e equipe ESPAÇO MULHER e equipe do ESPAÇO HOMEM.

Espaço Homem homenageia as mulheres brasileiras

Mulher Brasileira

Benito Di Paula

Agora chegou a vez
Vou cantar
Mulher brasileira
Em primeiro lugar…(4x)

Norte a sul
Do meu Brasil
Caminha sambando
Quem não viu

Mulher de verdade
Sim senhor!
Mulher brasileira
É feita de amor…

Agora chegou a vez
Vou cantar
Mulher brasileira
Em primeiro lugar…(2x)

Norte a sul
Do meu Brasil
Caminha sambando
Quem não viu

Mulher de verdade
Sim senhor!
Mulher brasileira
É feita de amor…

Agora chegou a vez
Vou cantar
Mulher brasileira
Em primeiro lugar…(7x)

Ouça, clique aqui

Letra da música

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