Homens surpreendentes e corajosos precisam ser destacados, ainda mais se for pai responsável

Com este objetivo nesta edição trazemos alguns destaques masculinos que motivam outros a vencerem as etapas difíceis da vida. Enfrentar quaisquer barreiras, mesmo com idade avançada, retomar estudos e confrontar-se com o mesmo conhecimento demonstrado aos jovens. Ou, dedica-se parte de sua vida às causas humanitárias e ao falecer, recebe o reconhecimento mundial. Ou, um lado pouco exercido ainda pela maioria de homens, que é a paternidade assumida no lugar da mãe. Interessante saber tal fato real, pois iniciamos alguns debates em evento recente (27/04/2015) sobre a saúde do homem, e um dos conferencistas destacou os da paternidade responsável (questionamo-nos aqui será que aspectos afetivos paternais, quando há traz benefícios e na falta promove consequências?). Um lindo exemplo está no texto que pesquisamos, e destacamos o site, sob o título: “HOMENS QUE CUIDAM”, com vídeo postado no final que com certeza emocionará muitos homens além de mulheres, porque a ternura masculina é algo que “mexe com os sentimentos das mulheres.”

Convidamos você para que leia e assista o vídeo, e também que verifique as outras notícias e informações que pesquisamos para você nesta edição.

Cordial abraço, de Elisabeth Mariano e equipe ESPAÇO HOMEM.

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Homens que cuidam

O Valente não é Violento convidou alguns blogs a postarem conteúdos abordando as diversas masculinidades, as transformações dos estereótipos de gênero e o fim da violência contra as mulheres.

Confira abaixo o texto de Carolina Pombo, para o blog Com a cabeça fora d’água.

Você também pode acessar o post no link original: http://maetempo.net/2013/12/11/homens-que-cuidam/

Homens que cuidam

Por Carolina Pombo

(O conto abaixo foi originalmente publicado no Blogueiras Feministas, mas não está mais disponível naquele site.)

Agora, aproveito para publicá-lo como resposta ao convite da Blogagem Coletiva da ONU. O convite me chegou por e-mail no início dessa semana, com a seguinte solicitação “Para que este movimento ganhe ainda mais força e chegue a cada vez mais mulheres e homens brasileir@s, gostaríamos de contar com o seu apoio para produzir um post com a temática ‘O Valente não é Violento’, abordando as diversas masculinidades, as transformações dos estereótipos e/ou o fim da violência contra as mulheres, alinhada à linha editorial do seu blog”. Penso que falar de homens que cuidam é exatamente isso: subverter a ideia e a prática masculina dominante, que é muito distante do cuidado diário materno. Após ler o conto, você pode assistir uma breve entrevista com um pai que não cuida sozinho das três filhas, mas que assumiu o protagonismo dessa relação após a morte da mãe das meninas).

João está deprimido. Fez uma consulta com um psiquiatra antes de chegar em casa com a cabeça girando e os ombros como pregadores rígidos que sustentam os braços sem força, cansados. Depois de nove horas no escritório, de frente para o computador e uma pilha enorme de documentos para revisar e assinar, ainda pegou um transito de uma hora para chegar no consultório, esperar meia hora e ser atendido por um senhor muito simpático e apressado. E agora pensa em como contar para a ex-mulher a “novidade”. Finalmente, recebera um diagnostico que o fizera compreender por que vinha sentindo aquelas palpitações repentinas, a vontade de chorar ao acordar, a insônia. O pouco tempo que conseguisse ficar fora do trabalho teria que ser ocupado então pelas idas à terapia e as caminhadas ao longo da Lagoa Rodrigo de Freitas, como recomendado pelo médico, para acompanhar o tratamento medicamentoso.

É difícil contar a novidade para a ex porque finalmente ela tinha concordado em deixa-lo visitar o filho um dia a mais na semana, além dos fins de semana quinzenais, e agora, não sabia se conseguiria encaixá-lo na agenda.

Ironicamente, o maior motivo identificável de seu sofrimento nos últimos dois anos não fora incluído no diagnóstico ou no tratamento psiquiátrico. O médico afirmou com bastante segurança que o problema de João é estresse: muito trabalho, pouco exercício físico, quase nenhuma folga nos últimos meses. O doutor não considerou relevante o fato de suas horas de dedicação ao trabalho terem aumentado muito desde que fora morar longe do filho. Detesta ficar no apartamento sozinho e encarar o quarto do moleque vazio durante a semana… Prefere ser o primeiro a chegar e o último a sair do escritório. Isso lhe valera uma promoção e um bônus anual considerável.

Mas, ainda caminha a passos largos para o fundo do poço, pensa alto e lembra: depois do bônus anunciado e da comemoração dos colegas, tomou um porre de tristeza. Sentiu-se um inútil, um pai ausente, um egoísta. Pensou em se matar. Talvez assim, o moleque o valorizasse… Talvez ficasse como um mártir. Ri de si mesmo, e continua deprimido. Sabe que trabalha muito, e tem pouco contato com o filho. Mas, pediu recentemente para a ex dar uma trégua nas brigas e permitir um encontro por semana além dos quinzenais. Contara a história na consulta, mas o psiquiatra muito apressado, folheava um livro intitulado Diagnóstico diferencial de doenças do trabalho.

Refletindo sobre esses últimos acontecimentos, sozinho e cansado, João encontra forças para se sentar mais uma vez na frente do computador. Pensa em mandar um e-mail para a ex, pedindo um tempo para reorganizar a agenda até poder encaixar o moleque. Antes de ter coragem para cometer mais essa gafe familiar, navega na internet, lê umas notícias, brinca de procurar coisas bizarras no Google, digita: depressão paterna, ri novamente de si. Encontra sites e blogs de pais, como ele, inconformados com a “desigualdade parental”, uma forma de desigualdade de gênero que penaliza muito mulheres e homens.

Por acaso, esbarra com um movimento: “Homens que Cuidam”. Eles se manifestam por uma sociedade mais justa que permita maior intimidade entre os homens e seus filhos, uma sociedade que estimule-os a cuidar dos pequenos, que não os condene por sair mais cedo do escritório para buscá-los na escola, levá-los no pediatra, e todas essas pequenas grandes tarefas que as mães costumam fazer. Eles sonham com uma cultura na qual não se sintam constrangidos por chorar de amor ou de saudade, por expressar seus afetos de forma clara e carinhosa. Ao ler essas reivindicações estranhas e ambiciosas, João tem um estalo! Como ficou tanto tempo alheio ao mundo, nesses anos, enfiado no trabalho, sofrendo sozinho! O movimento HQC parece grande, articulado, e bastante acolhedor. Num dos sites, dizem até ter conseguido aprovar uma lei de licença parental prolongada numa cidade paulista na qual os homens já conseguem participar de 50% do tempo de cuidado e educação das crianças. Nela há até mesmo uma quantidade proporcional de homens como cuidadores e professores em pré-escolas. “Que avanço!” pensou.

Dar-se conta de seu alheamento e das possibilidades de um movimento social como esse foi constrangedor e ao mesmo tempo libertador. Percebeu o quanto submeteu-se a essa lógica massacrante de supervalorização do homem-alfa, do homem-dominador, ao qual não é permitida a humildade, o zelo pelo próximo, a demonstração rasgada de amor, do qual é exigida uma competitividade desenfreada – como se vivessem ainda no tempo das cavernas…

Percebe o quanto fora ausente nos primeiros anos da vida do filho, porque aceitava as afirmações recorrentes de que cuidar do bebê é papel da mãe. Sente-se responsável em consentir nessa violência simbólica, e compreende o quanto ela o fizera mal. O amor que explodira ao ver o rostinho de seu bebê depois do parto ficara trancado no peito, reprimido, emoldurado por um semblante sempre sério, agressivo e distante. Diziam-lhe que, como pai, deveria ser um exemplo de “homem”, e assim foi. Mas o moleque jamais saberia do enorme amor que sentia, se ele nunca lhe contasse, não apenas em palavras, mas em gestos, em atitudes, no dia a dia. A ex bem que tentou lhe avisar, disse que, desse jeito, o filho iria se afastar espontaneamente. Até que se separaram e a criança não titubeou quando o juiz perguntou sobre a guarda: com 7 anos já sabia com toda certeza que queria morar com a mãe.

Agora, João percebe-se empolgado, lembrando e relatando a história de sua paternidade para outras pessoas num fórum da internet. Chega a chorar, lembrando de momentos nos quais sentiu uma vontade enorme de pegar o filho, ninar, banhar, alimentar, e foi reprimido por essa lógica patriarcal sufocante. Agora compreende!

Foi assim, recontando sua história, que ele conseguiu compreender a necessidade de um movimento solidário dos próprios homens contra esse patriarcado! Assumiu o controle de seus braços, jogou o remédio para o fundo de uma gaveta, enxugou as lágrimas, e telefonou para o moleque: na quinta feira, meu querido, papai vai buscá-lo, e vamos viver como se não houvesse amanhã! Desliga, com o coração aliviado, o semblante leve, e cantarola Legião Urbana, sem ligar para o clichê, “é preciso amaaaar as pessoas como se..”

Assista ao vídeo de um pai que cuida de filhas trigêmeas porque a mãe morreu no parto.

(Fonte: http://www.ovalentenaoeviolento.org.br/artigo/77/Homens-que-cuidam)

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Geração e, aos 85 anos, agrônomo aposentado inicia graduação em direito

Foram 15 anos amadurecendo a ideia de retomar a vida acadêmica. Até que agora, aos 85 anos, e inspirado na experiência bem sucedida de um amigo da mesma faixa etária, o agrônomo aposentado Luiz Alberto Ibarra tomou coragem e iniciou a graduação em direito na Faculdade de Desenvolvimento do Rio Grande do Sul (Fadergs), em Porto Alegre.

Direito era uma pendência antiga. Sonhava com a carreira desde a década de 1940, quando a vida o levou das ciências humanas para as exatas – fez amizade com um grupo de estudantes de agronomia e seguiu por esse caminho. Aos 24 anos, trabalhou no extinto “Diário de Notícias” e de lá foi para a área de comunicações da Emater. “Gostava muito do que fazia, levando informações úteis para as comunidades rurais. Mas aí me aposentaram, em 2000. Foi um golpe tremendo. Entrei em depressão.”

Receoso em prestar vestibular, diz que pensava: “Nessa idade, será que a gurizada vai me aceitar?” Mas a família foi só incentivo. E ele seguiu em frente. Nas primeiras aulas, diz que se sentia o vovô da turma. “Eu era uma ilha cercada de jovens por todos os lados”, lembra. Hoje, se diz entrosado com todos. Aproximou-se dos colegas mais velhos, na faixa dos 50 anos, e descobriu um jornalista, com quem afirma ter “bastante assunto”.

Luiz acredita que rejuvenesceu e orgulha-se de ter contribuído em desmitificar a educação na terceira idade. “O cérebro desenferruja, redesperta a atividade intelectual”, pontua. Mas diz que se desdobra para dar conta de tanta carga teórica. Se concluir todas as disciplinas no período previsto, ele se tornará bacharel aos 90 anos. Mas não tem pressa em fazer planos. Pontos para a maturidade.

(Fonte: https://catracalivre.com.br/geral/geracao-e/indicacao/aos-85-anos-agronomo-aposentado-inicia-graduacao-em-direito/)

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Stéphane Hessel, incansável defensor dos Direitos Humanos e da ONU, morre aos 95 anos

Morreu aos 95 anos Stéphane Hessel, um dos maiores amigos e mais incansáveis defensores das Nações Unidas. Tinha, como costumava dizer, duas bíblias:”a Carta das Nações Unidas e a Declaração Universal dos Direitos Humanos”.

Stéphane Hessel foi um dos redactores da Declaração Universal, e trazia sempre consigo uma cópia da Declaração no seu bolso direito. “Não preciso de abri-la, eu sei cada um dos trinta preciosos artigos de cor”.

Stéphane Hessel nunca perdia uma ocasião de falar em defesa dos pobres e oprimidos em toda a parte, e na verdade é difícil pensar em alguma causa universal que ele não apoiasse. O seu único lamento, como nos disse recentemente, era poder não viver até ver o Estado Palestiniano.

Em 2011, com 93 anos, Stéphane Hessel atingiu um outro estatuto, o de autor de um êxito de vendas com o seu manifesto “Indignai-vos”, que vendeu mais de 4.5 milhões de cópias em 35 países. O livro inspirou o movimento “Occupy Wall Street”, que se iniciou no bairro financeiro de Nova Iorque e que foi replicado em todo o mundo, e o movimento “Indignados” em Espanha.

Quando recentemente lhe perguntaram qual seria o seu próximo projecto, Stéphane Hessel respondeu “morrer”.

“A morte para mim é uma amiga, tenho muito respeito pela morte e não tenho medo nenhum de morrer, de facto, quando decidir chegar, irei recebê-la de braços abertos”. Com o seu sorriso habitual, acrescentou “mas estejam descansados, eu continuarei a ajudar as Nações Unidas para onde quer que vá”.

O manifesto “Indignai-vos” defende que os Franceses precisam de sentir novamente a revolta, como aconteceu com aqueles que participaram na Resistência, liderados pelo General Charles De Gaulle durante a Segunda Guerra Mundial. As razões que Hessel apresentava para a revolta pessoal incluíam o fosso crescente entre os que têm e os que não têm, o tratamento dado pela França aos imigrantes ilegais, e os abusos ambientais.

Hoje celebramos a vida e o trabalho de um verdadeiro amigo.

Nota Biográfica

Stéphane Hessel

Nascido em Berlim em 1917, foi preso pela Gestapo durante a Segunda Guerra e mais tarde enviado para os campos de concentração de Buchenwald e Dora. Stéphane Hessel iniciou a sua carreira nas Nações Unidas a trabalhar com o seu compatriota Henri Laugier, o primeiro secretário-geral assistente para os assuntos sociais (1946-50). Mais tarde, foi vice-administrador do PNUD para política e avaliação (1970-72). Entre estes dois postos trabalhou para o Ministério Francês dos Negócios Estrangeiros, sendo responsável pelas questões de direitos humanos e assuntos sociais. Entre 1976 e 1981 foi o representante permanente de França em Genebra, capital económica e social da ONU. Foi membro do Grupo de Trabalho Independente sobre o Futuro das Nações Unidas (1994-95) e representante francês na Conferência Mundial sobre Direitos Humanos em Viena em 1993, tendo também presidido a delegação francesa na Comissão dos Direitos Humanos noutras ocasiões

(Fonte: http://www.unric.org/pt/actualidade/31048-stephane-hessel-incansavel-defensor-dos-direitos-humanos-e-da-onu-morre-aos-95-anos)

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Homem é estuprado por 3 mulheres e tem sêmen roubado

“Um homem ainda não identificado, afirmou para a polícia de Port Elizabeth, na África do Sul que foi vítima de um estupro coletivo. De acordo com ele, três mulheres o sequestraram e o estupraram agindo violentamente na ação.

O homem que afirmou estar bastante traumatizado, declarou que três mulheres que estavam em um veículo modelo BMW de cor preta pararam e perguntaram para ele sobre um endereço de uma rua próxima.

Antes mesmo de responder, o homem foi colocado à força dentro do veículo e levado para uma área isolada. No local, as mulheres obrigaram a vítima a ingerir um líquido e o estupraram, para em seguida, recolher o seu sêmen e colocar em um saco plástico.

“A substância que ele foi obrigado a beber fez com que ele ficasse excitado rapidamente, então as mulheres aproveitaram para realizar o ato sexual”, disse o policial. Após o crime, o homem foi deixado no meio de uma estrada deserta.”

(Fonte: Com informações do O Globo – http://www.meionorte.com/noticias/policia/homem-e-sequestrado-e-estuprado-por-tres-mulheres-270541)

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Os homens paraplégicos e tetraplégicos tem vida sexual normal?

Por Ana Sílvia – Biomédica

“Os homens paraplégicos e tetraplégicos têm ereção?” (Dorivana Vasconcellos)

“A maioria deles tem, Dorivana, mas a existência e a qualidade da ereção variam de acordo com a extensão e localização da lesão medular. No Brasil estima-se existir 130 mil pessoas com lesão medular, e devido aos acidentes de trânsito esse número está aumentando. A maioria dos afetados é do sexo masculino, com idade média de 33 anos.

A lesão medular corta a comunicação entre a medula espinhal abaixo do local lesionado e o cérebro. Portanto, os homens com lesão medular apresentarão mudanças no campo sexual, sendo esta a maior queixa entre eles. A ereção não ocorrerá como antes, através de impulsos nervosos levados pela medula até o cérebro. Poderão ocorrer outros dois tipos de ereção: ereção reflexa e ereção psicogênica.

Ereção reflexa é um arco reflexo, que é o mesmo estímulo de quando o médico bate o martelinho no joelho e a perna pula. Este movimento independe do cérebro, por isso é chamado de reflexo. Através de estímulos no órgão genital ou áreas próximas, o impulso nervoso é levado à medula e volta ao órgão genital, sem precisar chegar no cérebro, produzindo uma ereção. Essa ereção até permite a penetração, mas não dura muito tempo. Já a ereção psicogênica é conseguida pelo estímulo visual, pelo tato, cheiros, sons e pensamentos. Os estímulos acontecem diretamente no cérebro e são enviados ao órgão genital através dos nervos. Essa ereção dura ainda menos tempo que a reflexa, e em geral o pênis não enrijece completamente.

A lesão medular corta a comunicação entre a medula espinhal abaixo do local lesionado e o cérebro. Portanto, os homens com lesão medular apresentarão mudanças no campo sexual, sendo esta a maior queixa entre eles.

O orgasmo deles também é muito dificultado, já que a ereção não dura tempo suficiente. Problemas na qualidade dos espermatozoides também acontecem, sendo uma dificuldade a mais para o casal que deseja ter filhos. Esses homens precisarão de muita compreensão e ajuda do cônjuge pois o impacto na vida sexual deles é muito grande porque homens em geral concentram sua sexualidade exclusivamente no pênis. O fato de não ter uma ereção como antes causa grande diminuição na autoestima desses homens, e o casal precisará aprender outras maneiras de se estimular a fim de manter uma vida sexual saudável.

Nunca se deve esquecer que a sexualidade humana é uma necessidade básica e inseparável dos outros aspectos da nossa vida, funcionando como um complemento de toda nossa identidade. Ela é um elemento essencial à qualidade de vida e gera impactos diretos a nossa saúde, portanto não pode ser esquecida por pessoas que sofreram lesões medulares.

O orgasmo deles também é muito dificultado, já que a ereção não dura tempo suficiente. Problemas na qualidade dos espermatozoides também acontecem, sendo uma dificuldade a mais para o casal que deseja ter filhos. “

Fonte: scielo, reme e institutopaulista

(Fonte: http://diariodebiologia.com/2015/02/os-homens-paraplegicos-e-tetraplegicos-tem-vidasexual/#.VVNiy_lVjBE)

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Barbas podem ter bactérias fecais

Homens com barba são mais estilosos e sensuais? Espere até você saber que muitas delas são tão sujas quanto banheiros… públicos!

Foi o que revelou uma pesquisa realizada pelo canal Action 7 News, nos EUA, com voluntários barbudos. As informações são da Galileu.

“Além das bactérias consideradas normais para a região do rosto, algumas barbas traziam bactérias fecais.

“Algumas delas só são encontradas em cocô”, afirmou o microbiólogo Golobic, da Quest Diagnostics.

Apesar destes microrganismos não causarem doenças, trata-se de uma situação preocupante, pois denota extrema falta de higiene.

Lar as mãos e a barba com frequência, estão entre os cuidados recomendados por Golobic, para evitar a contaminação da região.”

(Fonte: https://estilo.catracalivre.com.br/beleza/barbas-podem-ter-bacterias-fecais/)

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Nota de esclarecimento sobre vacina contra o câncer

Em razão da notícia que está circulando na Internet, a respeito de uma vacina para tratamento de pacientes com câncer, o Hospital Sírio-Libanês apresenta os seguintes esclarecimentos:

Nunca houve qualquer relacionamento comercial entre o HSL, ou qualquer médico do Centro de Oncologia, e a empresa que está comercializando esta vacina.

O HSL, seguindo sua vocação para o desenvolvimento de novas terapias, participou da pesquisa da vacina, contando inclusive com patrocínio oficial da FAPESP (Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo).

Os estudos foram acompanhados pelo Comitê de Ética e conduzidos de acordo com o código de boas práticas médicas. Os resultados da pesquisa mostram um grau de atividade limitado, beneficiando temporariamente apenas um pequeno número de pacientes. Até o presente momento não há qualquer evidência de cura que possa ser atribuída a estas vacinas.

Baseados nos resultados, o grupo de oncologia do HSL considera que estudos adicionais são de interesse, mas que não há, ainda, dados suficientes para se prescrever esta modalidade de tratamento de forma geral. Portanto, ele não está sendo prescrito ou aplicado no Centro de Oncologia do HSL. Para evitar descontinuidade, pacientes em tratamento com a vacina deverão discutir suas opções com seu oncologista.

(Fonte: https://www.hospitalsiriolibanes.org.br/imprensa/notas/Paginas/default.aspx)

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Um outro lado da ‘Indústria do Dano Moral’

Publicado por Bernardo Penna

“O Dano moral é o resultado de uma violação à dignidade de alguém. Seus efeitos, normalmente, se dão pelo constrangimento, a dor, o vexame, a angústia etc. Isso não quer dizer, todavia, que só nesses casos há dano moral. Se assim fosse, excluiríamos algumas classes de pessoas da possibilidade de sofrê-lo, como os deficientes mentais, os nascituros ou os recém-nascidos, que, evidentemente, também podem ser vítimas. Para que se configure um dano moral, portanto, basta que uma pessoa (física ou jurídica) viole a dignidade de outra.

A reparação do dano moral se dá a partir de uma condenação judicial em que o ofensor se vê obrigado a pagar ao ofendido uma indenização em dinheiro, com o objetivo de suavizar aquele sofrimento pelo qual foi responsável. Não há, seguramente, maneira de se “apagar” o dano moral. O legislador apenas encontrou na indenização pecuniária um lenitivo a essa situação. Afinal, não há quem não goste de dinheiro e sua vinda sempre acaba fazendo algum bem.

A condenação tem um duplo viés: de um lado fazer com que se suavize, como dito, a violação suportada e, de outro, pedagogicamente, fazer com que o ofensor evite repetir o fato e causar novos danos. É imperioso ressaltar que não é para empobrecer o autor do dano nem muito menos para enriquecer a vítima. Há critérios a ser observados, como a extensão do dano, a capacidade econômica do ofensor, reincidência na prática, entre outros.

Um fenômeno nefasto, entretanto, decorre da exploração dessa incidência do dano moral. É a chamada ‘indústria do dano moral’, “copiada” dos Estados Unidos. Seus responsáveis são vários, tais como pessoas que não chegaram a sofrer algo capaz de significar uma violação da dignidade, mas que buscam o judiciário na tentativa de ganhar algum; advogados inescrupulosos que incitam seus clientes a demandas dessa natureza mesmo sem fundamento real e, ainda e, sobretudo, o próprio Judiciário.

Os primeiros atuam de maneira vil, escancaradamente. Nossa economia de país subdesenvolvido faz com que não seja tão “fácil” a obtenção do dinheiro e que ele eventualmente falte. E nossa cultura consumista e exibicionista cria uma espécie de busca desenfreada pela grana. Do jeito que for, na forma que vier. Basta ver os índices de corrupção e sonegação de nossa sociedade. Se há a chance de “arrancar” algum vamos em frente! E isso é lamentável.

Mas o fomento maior dessa indústria (e que poucos se atrevem a falar), se analisarmos por outro lado, vem do próprio judiciário. Se não bastasse a demora na obtenção do resultado, vemos condenações ao pagamento de indenizações cada vez menores. Casos em que há morte ou danos realmente graves acabam sendo “resolvidos” em menos de cem mil reais. Um plano de saúde que negou uma cirurgia, por exemplo, sabe que, ao final de longos anos, será condenado ao pagamento de uns dez, quinze mil reais ao autor da ação. Muito menos do que arcaria com a operação.

Acaba, assim, por nunca ser atingido o critério pedagógico. Grandes empresas, como as de telefonia (que sempre figuram entre as maiores demandadas do país), em vez de melhorarem seus serviços, embutem em seus custos o chamado passivo judicial. Já sabem que vão perder algumas ações e sabem também que menos 30% dos lesados batem às portas da Justiça. E o usuário que se dane.

Acaso o judiciário se posicionasse de forma a efetivamente querer diminuir a incidência dos danos, bastaria aumentar em muito o valor das condenações. É famosa a tese de que quando dói no bolso as coisas mudam. Aí sim os ofensores pensariam duas vezes ou mais se seria melhor manter produtos, serviços, agentes etc de má qualidade, potencialmente violadores da dignidade alheia.

Mas nesse caso não estaríamos “enriquecendo” as vítimas e a “indústria” se ampliaria? Ledo engano. Nem todo o valor da condenação iria para o lesado, por óbvio, justamente para se evitar esse efeito indesejável. Deveria se proceder à criação de fundos de interesse público nas áreas em que atuam os violadores condenados. Traria, inclusive, um benefício social.

É sempre interessante notar que há soluções para a melhoria em quase todas as áreas. Falta ou que se reconheçam os erros e que se queira melhorar de fato; ou que se pare de sempre atribuir a culpa aos outros e achar que são os irrepreensíveis; ou, ainda, vontade política. Ou tudo isso junto.”

Bernardo Penna

Advogado, mestre em Direito, professor da Unesc de Cacoal/RO

Amplie seu estudo:

(Fonte: http://bernardospenna.jusbrasil.com.br/artigos/184733762/um-outro-lado-da-industria-do-dano-moral)

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Os homens diante das crises

Sem dúvida a existência humana se desenvolve rodeada por fases, cujas possuem suas crises. Muitas vezes encontramos amigos que solicitam ajuda, precisam desabafar, querem um conselho /orientação como podem agir, são almas sensíveis que mesmo que tenha que tomar uma decisão obrigatória, sofrem porque sentem deixar a outra parte envolvida em situação de fragilidade.

O importante é acreditar que é uma crise, e que terá que solucioná-la, há muitas literaturas de autoajuda, ou então buscar apoio de um especialista em comportamento humano, seja bem mais indicado.

A seguir pesquisamos algumas possíveis crises existenciais que podem ocorrer na vida existencial masculina.

Poderá servir de um eixo inicial para compreender o que sucede nessa fase e buscar ajuda, ou orientação, ou tomar a decisão de forma menos emocional.

Trazemos esta edição festiva de 1° aniversário do ESPAÇO HOMEM (*), e convidamos para assistir as palestras de ilustres conferencistas no dia 27 de abril, na ALESP (Leia o convite na Home, é obrigatória a inscrição prévia, via e-mail).

(*) Denominação de direito autoral e criação intelectual por semelhança a ESPAÇO MULHER, com anterioridades em registros e uso continuo desde 1987.

Cordial abraço, com votos de muito sucesso e boa leitura. Elisabeth e equipe.

Sugestões de leituras:

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