“A lei punirá qualquer discriminação atentatória dos Direitos e Liberdades Fundamentais”. CF88, art 5° inciso XLI

Art. 5, Inc. XLI da Constituição Federal de 88

Constituição Federal de 1988

“Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembleia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

XLI – a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais;” (…)

(Fonte: http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10729215/inciso-xli-do-artigo-5-da-constituicao-federal-de-1988, data de acesso 10/01/2015)

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O nosso direito termina quando começa o direito alheio…

“Atualmente fala-se muito sobre liberdade de expressão, mas as pessoas sabem ao certo, o que significa viver num país com direitos? Essa liberdade, é tida como falar o que pensa, esperando que o outro não reclame, não resmungue e não responda, ou seja, é ter o total poder de aniquilar uma pessoa com palavras, sem ter a menor responsabilidade depois, do que aquilo irá causar naquela pessoa. Mas as pessoas se enganam, ao achar que isso é possível. Uma pessoa tem o direito de falar o que pensa, mas o outro tem o direito de responder, falando o que pensa, e assim o direito de expressão é usado por todos. Ou seja, estão reivindicando um direito que já estão tendo, pois o outro tem o direito de se incomodar, de reagir ou de não querer ouvir.

Todo mundo conhece aquela máxima, do nosso direito termina, quando começa o direito do outro, e isto se aplica a tudo, não apenas em algumas circunstâncias da vida. Já cheguei a conclusão de que as pessoas não sabem mais o que querem, estão é seguindo pensamentos revoltosos sociais, e se perdendo do que realmente é necessário haver num país. Perdeu-se o lema de viver com direitos iguais e está instaurando-se o lema que do que me incomoda é bom se for aniquilado.

A verdade é muito relativa. Não existe única verdadeira, o que a torna com a impressão de ser única, é o fato de um grande número de pessoas acreditarem nela e um número menor não. Se trocassem o número de quantidade de pessoas, a verdade menor, passaria a ser a única verdadeira. Ou seja, nunca vai haver uma verdade universal, a menos que todos acreditem nela.

Quando as pessoas se colocarem mais no lugar do outro, vão reformular a vontade de dizer a verdade, tendo mais vontade de compreender o outro e respeitá-lo. A busca pela liberdade de expressão traz muitas fantasias, e ela, se mistura com a má educação, de querer dizer o que pensa, sem ao menos ter sido pedido a opinião.

O que falta no país, atualmente, não é liberdade de expressão, e sim, bom senso, tolerância e compaixão; justamente por estarmos lidando com seres humanos e não com objetos de manipulação e de consumo.”

Juliana Mattos

(Fonte: Enviado por Juliana Mattos em 15/04/2013 Reeditado em 16/09/2013 Código do texto: T4242410 – http://www.recantodasletras.com.br/artigos/4242410 – Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons – http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Citar a autoria de Juliana G. de Mattos). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas)

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Lançado um site em defesa dos direitos dos homens e dos meninos

INTENÇÕES: “Este é um site destinado a promover Direitos Humanos com foco específico nos Homens e Meninos (ou Direitos Humanos Masculinos, se você preferir).

DHHM não representa todo o pensamento do Movimento dos Homens, nem autoriza ninguém como seu representante.

Não temos compromisso em promover nenhum posicionamento filosófico, político, partidário, ideológico ou espiritual, mas sim de valores humanos e enfrentamento pacífico e político e inclusivo de problemas humanos.

Estes são os valores e a missão deste site, que não são modestos e estão sujeitos a alteração:

ESTE SITE SE DESTINA A:

  • Promover direitos humanos que incluam direitos dos homens e meninos, sem excluir os direitos de ninguém.
  • Celebrar as diferenças, as igualdades, a masculinidade, a feminilidade, valores humanos, incluindo todas as conquistas e contribuições do sexo masculino para a humanidade.
  • A disseminação de informações que irão expor as discriminações, preconceitos, desprezo, indiferença ou ódio aos homens e meninos, em virtude de serem do sexo masculino, em todos os níveis da nossa cultura e como enfrenta-los.
  • Denunciamento e promoção da defesa, prevenção e mudança em todo dispositivo legal ou cultural que torne relacionamentos, casamento, divórcio, paternidade, educação, trabalho e demais interações sociais hostis aos homens e meninos por serem do sexo masculino.
  • Promoção do fim de qualquer aspecto cultural, histórico ou ideológico que pressuponham obrigação de servilismo automático masculino, individual ou como grupo, sejam oriundos de feminismo cultural ou institucional, tradições cavalheirescas, etc.
  • Apoiar petições, mobilizações, organizações, manifestações e atos de desobediência civil pacífica, sempre que necessário – e sempre de forma pacifica.
  • Desmascar e combater a desinformações e distorções misândricas onde quer que ocorram.
  • Oferecer uma visão cogente e intelectualmente honesta das políticas envolvendo os sexos.
  • Abordar a variedade de problemas enfrentada por homens e meninos em face de qualquer sexismo institucional e enfrentar o desafio de promover mudanças.
  • Combater e denunciar as distorções sobre estupro, violência doméstica e alegações falsas feitas e estimuladas por grupos que lucram com a promoção de ódio e violência de gênero, usadas contra homens e mulheres.
  • Divulgar blogs, artigos críticos e/ou científicos, estudos, pesquisas, informações e iniciativas homens, mulheres, meninos e meninas.
  • Contribuir para o combate a toda a discriminação, violência física ou moral, apologia e violência, injustiça e desigualdade formal ou material de direitos e deveres contra qualquer pessoa em virtude de origem, etnia, filosofia, sexo, identidade sexual e sexualidade, deficiência, etc.
  • Promover a cultura que valoriza tratamento igual e justo e perante a lei para todos os seres humanos.”

http://www.direitosdoshomens.com/sobre/

Leia também: DISCRIMINAÇÕES CONTRA HOMENS E MENINOS (A – Z)

Autor: Aldir Gracindohttp://www.direitosdoshomens.com/author/aldir/

(Fonte: http://www.direitosdoshomens.com/sobre/, data de acesso 10/01/2015)

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Lei Nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998

Art. 1º Esta Lei regula os direitos autorais, entendendo-se sob esta denominação os direitos de autor e os que lhes são conexos.

Das Limitações aos Direitos Autorais

“Art. 46. Não constitui ofensa aos direitos autorais:

I – a reprodução:

a) na imprensa diária ou periódica, de notícia ou de artigo informativo, publicado em diários ou periódicos, com a menção do nome do autor, se assinados, e da publicação de onde foram transcritos;

b) em diários ou periódicos, de discursos pronunciados em reuniões públicas de qualquer natureza;

c) de retratos, ou de outra forma de representação da imagem, feitos sob encomenda, quando realizada pelo proprietário do objeto encomendado, não havendo a oposição da pessoa neles representada ou de seus herdeiros;

d) de obras literárias, artísticas ou científicas, para uso exclusivo de deficientes visuais, sempre que a reprodução, sem fins comerciais, seja feita mediante o sistema Braille ou outro procedimento em qualquer suporte para esses destinatários;

II – a reprodução, em um só exemplar de pequenos trechos, para uso privado do copista, desde que feita por este, sem intuito de lucro;

III – a citação em livros, jornais, revistas ou qualquer outro meio de comunicação, de passagens de qualquer obra, para fins de estudo, crítica ou polêmica, na medida justificada para o fim a atingir, indicando-se o nome do autor e a origem da obra;

IV – o apanhado de lições em estabelecimentos de ensino por aqueles a quem elas se dirigem, vedada sua publicação, integral ou parcial, sem autorização prévia e expressa de quem as ministrou;

V – a utilização de obras literárias, artísticas ou científicas, fonogramas e transmissão de rádio e televisão em estabelecimentos comerciais, exclusivamente para demonstração à clientela, desde que esses estabelecimentos comercializem os suportes ou equipamentos que permitam a sua utilização;

VI – a representação teatral e a execução musical, quando realizadas no recesso familiar ou, para fins exclusivamente didáticos, nos estabelecimentos de ensino, não havendo em qualquer caso intuito de lucro;

VII – a utilização de obras literárias, artísticas ou científicas para produzir prova judiciária ou administrativa;

VIII – a reprodução, em quaisquer obras, de pequenos trechos de obras preexistentes, de qualquer natureza, ou de obra integral, quando de artes plásticas, sempre que a reprodução em si não seja o objetivo principal da obra nova e que não prejudique a exploração normal da obra reproduzida nem cause um prejuízo injustificado aos legítimos interesses dos autores.

Art. 47. São livres as paráfrases e paródias que não forem verdadeiras reproduções da obra originária nem lhe implicarem descrédito.

Art. 48. As obras situadas permanentemente em logradouros públicos podem ser representadas livremente, por meio de pinturas, desenhos, fotografias e procedimentos audiovisuais.”

(Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9610.htm, data de acesso 09/01/2015)

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Pesquisa revela: homens recorrem a prostitutas porque ‘distinguem sexo e amor’

Fonte: da BBC Brasil

“Um estudo realizado na Espanha sugere que homens usam mais prostituição porque, ao contrário das mulheres, “sabem distinguir entre sexo e amor’.

Segundo a pesquisa de dois anos da Universidade de Vigo sobre o perfil dos homens que usam prostitutas, o que eles valorizam no serviço é não ter que conquistar a mulher, nem ter que conversar com ela depois.

Para a maioria dos entrevistados, seria uma sorte poder receber dinheiro por praticar sexo. Mais de 90% dos entrevistados consideram as relações sexuais pagas uma necessidade.

“Analisamos as mudanças sociais dos últimos 30 anos e vemos a substituição do modelo patriarcal, do pai protetor-provedor pela volta do modelo ‘falocêntrico’, o colecionador de mulheres”, disse à BBC Brasil a socióloga Silvia Pérez Freire, uma das autoras do estudo.

“O que motiva (o homem) a consumir serviços de prostituição é o desejo de fortalecer seu papel dominante. Ele acaba identificando o hábito como uma necessidade social”.

A maioria dos usuários, um total de 80%, tem entre 30 e 40 anos e declarou ter vida familiar estável (com esposa ou namorada). A maior parte dos homens diz escolher a que seja menos parecida com a sua própria mulher.

A prostituição é o terceiro negócio mais rentável do mundo, depois dos tráficos de armas e drogas, de acordo com estatísticas divulgadas pelas Nações Unidas.

ATO SOCIAL

O levantamento também concluiu que muitos homens entendem que ir em grupos aos prostíbulos é um ato social tão normal quanto um jantar de negócios.

Por isso muitos pagam as prostitutas com cartões de crédito das empresas para as quais trabalham.

“Essa cumplicidade faz com que a prostituição seja um sexo cômodo. Ninguém questiona nada e existe um pacto implícito sobre o que é feito dentro de um bordel. O que é dali, fica ali. Isso é um grande atrativo para políticos e pessoas influentes”, disse à BBC Brasil a socióloga Águeda Gómez Suarez, co-autora do estudo.

“Diria até que se não houvesse este componente de aceitação social unido à conivência de cargos importantes de políticos a policiais, não haveria tantos bordéis.”

ESTEREÓTIPOS

A pesquisa, feita pelo grupo Estudos Feministas da Universidade, foi transformada no livro Prostituição: clientes e outros homens, e tem três continuações previstas.

O estudo classificou os consumidores do sexo pago em quatro grupos básicos: o homo sexualis, o samaritano, o homo economicus e o homo politicus.

O primeiro se valoriza pela quantidade de sexo que pratica e pelo número de mulheres. O segundo procura uma prostituta que o escute e seja mais vulnerável que ele, abrindo espaço até mesmo para uma relação sentimental com ela.

O homo economicus busca emoções fortes e costumar misturar sexo com drogas. Já o homo politicus tem certo peso na consciência pelo que faz, mas não deixa de fazê-lo.

Os consumidores também classificaram as prostitutas em três categorias, que correspondem aos estereótipos mais requisitados: mulher fatal, mulher maternal e virgem.

A primeira, que corresponde a 70% da preferência dos homens, é alegre e está sempre disposta a realizar qualquer fantasia sexual. A maternal simula uma relação de casal mas, com a obrigação de consolar o homem pelos problemas que ele diz ter em casa.

Já a virgem é a confidente contratada até para relações sem sexo, onde o mais importante é ouvir e animar emocionalmente o cliente.

De acordo com o boletim da Associação de Proteção as Mulheres Prostituídas (Apramp), a Espanha lidera o ranking de consumo de prostituição na Europa: 39% dos homens já disseram usado pelo menos uma vez uma prostituta, seguida por Suíça, com 19%; Áustria, com 15% e Holanda, com 14%.

No relatório espanhol, os entrevistados responderam que são a favor de uma regulamentação do setor, mas apenas para que haja controle sanitário (a maioria requer realizar atos sexuais sem preservativos) e para que as prostitutas paguem impostos.

Segundo as estimativas oficiais, há cerca de 700 mil prostitutas na Espanha, a maioria imigrantes ilegais e com filhos.”

(Fonte: http://sardinha.spaceblog.com.br/1702955/HOMENS-RECORREM-A-PROSTITUTAS-PORQUE-DISTINGUEM-SEXO-E-AMOR-DIZ-ESTUDO/, data de acesso 10/01/2015)

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Dependência em eletrônicos pode interferir no sono

“A tendência dos norte-americanos de assistir à TV, jogar videogame ou checar e-mails e mensagens de texto até a hora de ir dormir pode estar interferindo no sono da população.

“Infelizmente, os celulares e computadores, que tornam a nossa vida mais produtiva e agradável, podem ser usados de forma abusiva, a ponto de contribuírem para que se durma menos à noite, deixando milhões de norte-americanos funcionando mal no dia seguinte”, disse em nota Russell Rosenberg, vice-presidente da Fundação Nacional do Sono (NSF), com sede em Washington.

Quase 95% das pessoas ouvidas num estudo da NSF disseram usar algum tipo de equipamento eletrônico uma hora antes de ir para a cama, e cerca de dois terços admitiram que não dormem o suficiente durante a semana.

Charles Czeisler, da Escola Médica de Harvard e do Hospital Brigham and Women’s, de Boston, disse que a exposição à luz artificial antes de dormir pode aumentar a vigilância e suprimir a liberação da melatonina, um hormônio que induz ao sono.

“A tecnologia invadiu o quarto de dormir”, disse Czeisler numa entrevista. Isso “pode contribuir para a elevada percentagem de entrevistados que afirmaram dormir rotineiramente menos do que eles precisam.”

Os “baby boomers” (geração que tem hoje de 46 a 64 anos) são os mais propensos a abusarem da TV antes de dormir, enquanto mais de um terço dos adolescentes de 13 a 18 anos e 28% dos jovens de 19 a 29 anos joga videogames antes de deitar. Além disso, 61% também relataram ter usado seu computador ou laptop pelo menos algumas noites por semana.

E a propensão a ficar conectado faz com que, mesmo conseguindo adormecer, as pessoas acabem sendo acordadas por celulares, mensagens de texto ou e-mails durante a noite.

“Uma em cada dez crianças relata estar sendo despertada por mensagens depois de irem para a cama. As pessoas não desligam seus Blackberries”, disse Czeisler, acrescentando que grande parte disso está acontecendo à custa de horas de sono.

Os adolescentes da “Geração Z” (13 a 18 anos) são o grupo mais privado de sono –22% deles se consideram “sonolentos”, contra apenas 9% dos “baby boomers.”

Especialistas em sono recomendam que os adolescentes durmam 9 horas e 15 minutos por noite, mas os adolescentes ouvidos no estudo dormiam em média 7 horas e 26 minutos nas noites durante a semana.

“Fico mais preocupado com o pouco sono dos jovens de 13 a 18 anos”, disse Czeisler. “A garotada hoje em dia dorme uma hora e meia a menos por noite do que há um século”, disse Czeisler.

A insuficiência de sono está afetando negativamente o trabalho, o humor, a família, o jeito de dirigir, a vida sexual e a saúde dos norte-americanos, segundo a NSF.

Todos os grupos etários enfrentam isso consumindo bebidas cafeinadas – em média três copos grandes (350 mililitros) por dia – e tirando cochilos diurnos, às vezes mais de um por dia.

“Os pais deveriam tirar essas tecnologias do quarto dos seus filhos se quiserem que eles tenham um bom desempenho (na escola)”, disse Czeisler.”

(Fonte: 07 março 2011 17:07 – Fonte: da Reuters, em Nova York (www1.folha.uol.com.br) in http://sardinha.spaceblog.com.br/1232867/DEPENDENCIA-EM-ELETRONICOS-PODE-INTERFERIR-NO-SONO/, escrito em quinta 03 fevereiro 2011)

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Cafeína age de forma oposta em homens e mulheres sob estresse

Um estudo realizado por psicólogos da Universidade de Bristol descobriu que beber café com cafeína aumenta a performance de uma mulher em situações de estresse, mas tem efeito oposto sobre os homens.

Eles se tornam menos confiantes e demoram mais tempo para concluir tarefas depois de tomar diversas xícaras de café.

A informação foi publicada no site do jornal britânico “The Telegraph” na terça-feira (1º).

Os resultados, publicados no “Journal of Applied Social Psychology”, sugerem que a bebida pode ter efeitos radicalmente diferentes em ambos os sexos, em situações de alta pressão.

Segundo a Associação Britânica do Café, os consumidores do Reino Unido bebem cerca de 70 milhões de xícaras de café por dia.

Alguns dos benefícios de saúde potenciais incluem proteção contra diabetes, doença de Alzheimer, lesões hepáticas e até mesmo gota.

A cafeína presente no café é um conhecido estimulante que age no cérebro e pode combater a sonolência e a fadiga.

Mas os pesquisadores queriam examinar o que o café faz com o corpo quando ele já está sob estresse, especialmente quando grandes quantidades são consumidas em reuniões de alta pressão.

Eles recrutaram 64 homens e mulheres e os separaram em pares do mesmo sexo. A cada par foi entregue uma série de tarefas para ser concluída, como realizar negociações, completar quebra-cabeças e resolver testes de memória.

Para aumentar o estresse, os pares também foram informados de que teriam que fazer uma apresentação pública relacionada às suas tarefas.

Em seguida, os investigadores deram café com cafeína ou descafeinado aos pares e os monitoraram durante todo o experimento.

Eles descobriram que a capacidade de um bom desempenho para lidar com situações de estresse entre os homens que tinham bebido café com cafeína foi “muito prejudicada”.

Por exemplo, eles demoraram uma média de 20 segundos a mais para completar os quebra-cabeças do que aqueles que tomaram café descafeinado.

Por outro lado, as mulheres que tomaram cafeína completaram o exercício 100 segundos mais rápido.

Os peritos acreditam que a chave para os efeitos do café sobre os sexos está na forma como homens e mulheres respondem de forma diferente ao estresse.

Os homens estão sujeitos a “lutar ou fugir”, enquanto as mulheres estão mais inclinadas a trabalhar juntos para resolver o problema que enfrentam.

(Fonte: http://sardinha.spaceblog.com.br/tag/CAFE%CDNA+AGE+DE+FORMA+OPOSTA+EM+HOMENS+E+MULHERES+SOB+ESTRESSE/)

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Arrependimento faz com que idosos sejam menos saudáveis

Por Ricardo Bonalume Neto, de São Paulo

“-“Arrependimento mata”, diz o ditado popular; já uma equipe de cientistas na Alemanha mostrou que a coisa não chega a tanto, mas deixou claro que o arrependimento pelo que você não fez e poderia ter feito vai tornar a sua vida menos saudável quando estiver com mais idade.

O estudo foi feito com 21 jovens sadios com cerca de 25 anos de idade, 20 voluntários com cerca de 65 anos e sintomas de depressão (que surgiram depois dos 55 anos) e outros 20 da mesma idade, mas sem problemas psiquiátricos.” Jim Wilson/The New York Times

Dados da pesquisa foram obtidos com ressonância magnética

“A pesquisa é assinada por quatro pesquisadores da equipe de Stefanie Brassen, do Centro Médico Universitário Hamburg-Eppendorf, de Hamburgo, na Alemanha, e saiu na revista especializada americana “Science”.

O teste de “arrependimento” envolvia abrir oito caixas em sequência em um jogo de computador. O resultado podia ser positivo (“ouro”), uma recompensa monetária; mas uma das caixas tinha um desenho de um diabo.

Quando ele surgisse, o voluntário perdia tudo o que tinha ganho antes ao abrir as caixas anteriores.

Eles tinham a opção de parar quando quisessem antes de perder tudo, pois a probabilidade de aparecer o diabinho na frente aumentava com cada caixa aberta. A estratégia mais segura era parar na quarta caixa; a chance de o diabo não aparecer cairia para menos de 50% em seguida.

Quando o voluntário desistia, era revelada a localização da caixa “diabólica”, induzindo arrependimento pelas oportunidades perdidas.

Os participantes fizeram 80 sequências desse tipo, e seus cérebros foram “escaneados” por ressonância

magnética.”

Deprimidos

“O resultado mostrou que os jovens e os senhores mais velhos deprimidos que perceberam que tinha perdido chances de ganhar mais dinheiro passaram a se arriscar mais ao longo do experimento.

Mas os “velhos” saudáveis não foram afetados.

O escaneamento do cérebro mostrou atividade semelhante entre os garotos e os “tiozinhos deprimidos” em lugares que se sabe estarem envolvidos na sensação de arrependimento e na regulação de emoções.

Os autores sugerem que os voluntários mais velhos e sem problemas psiquiátricos usam estratégias mentais sensatas, como lembrar que os resultados do jogo surgem do acaso, enquanto os deprimidos tenderiam a colocar a culpa neles próprios pelos resultados ruins.

“Teorias sobre o tempo de vida explicam o envelhecimento bem sucedido como um gerenciamento adaptativo de experiências emocionais, como o arrependimento.

Como as oportunidades para desfazer situações de arrependimento declinam com a idade, um envolvimento reduzido nessas situações representa uma estratégia potencialmente protetora, que mantém o bem-estar na idade avançada”, escreveram os autores.

“Nossos resultados sugerem que o desengajamento do arrependimento reflete um fator crítico de resiliência para a saúde emocional na idade avançada”, concluíram os pesquisadores.”

(Fonte: http://www.agazetanews.com.br/noticia/saude/60689/arrependimento-faz-com-que-idosos-sejam-menos-saudaveis)

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Homem amputado controla dois braços robóticos com a mente

“Uma das grandes metas da robótica é conseguir substituir membros amputados com próteses capazes de operar apenas com o controle mental. Um novo objetivo foi atingido quando Les Baugh, um homem que perdeu seus dois braços há 40 anos, se tornou o primeiro a controlar simultaneamente duas próteses robóticas apenas pensando.

O paciente utilizou Membros Prostéticos Modulares, desenvolvida pelo Laboratório de Física Aplicada Johns Hopkins. A técnica depende de uma cirurgia prévia, chamada de reinervação muscular dirigida, que permite que os nervos restantes sejam utilizados para interpretar comandos para o braço prostético.

Baugh precisou aprender a comandar os membros antes de eles serem implantados, no entanto. Ele precisou treinar o padrão de reconhecimento do membro, que utiliza algoritmos que identifica individualmente os músculos e como eles se intercomunicam, sua amplitude e frequência. Estas informações são traduzidas em instruções para o membro robótico.

Depois, foi necessário criar um encaixe customizado, que se conecta com os nervos e funcionam como suporte para os novos membros. Ele também pode utilizar este suporte para treinar em realidade virtual. Só então ele recebeu as próteses, com as quais ele conseguiu realizar algumas tarefas como mover um copo de uma prateleira para outra mais alta. O movimento parece simples, mas requer a coordenação de oito movimentos separados.

O próximo passo para Les Baugh é ir para sua casa com os dois braços robóticos e utilizá-los em seu cotidiano para ver se os resultados a longo prazo são bons.”

(Fonte: Via CNET http://www.cnet.com/news/amputee-simultaneously-controls-two-prosthetic-arms-with-his-mind/#ftag=CAD590a51e – Fonte: Olhar Digital! – http://olhardigital.uol.com.br/noticia/homem-amputado-controla-dois-bracos-roboticos-com-a-mente/45839)

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Esclarecendo 25 dúvidas sobre o consumo de sal

“Ele começou a ser utilizado na culinária não por dar sabor aos alimentos, mas por seu potencial sanitário. Com um forte poder esterilizador, o sal conservava a comida, impedindo a reprodução de bactérias. Mas esse aliado inicial da saúde agora está sob a mira das entidades médicas.

Associado a uma série de problemas, entre eles a hipertensão, o sal foi alvo de uma ação recente da American Medical Association. A entidade pediu à FDA (agência responsável pela regulamentação de alimentos e remédios nos Estados Unidos) que mudasse o status do sal, até agora considerado uma substância de consumo seguro. Além disso, a associação quer reduzir pela metade a quantidade de sódio em alimentos processados ou servidos em lojas de fast-food.

No Canadá, o guia de alimentação desenvolvido pelo governo segue o mesmo caminho. A próxima edição, que deve sair até o início de 2007, vai trazer recomendações para diminuir o sal na alimentação.

O sal não traz só malefícios. Ele é necessário para o equilíbrio dos fluidos corporais e para a transmissão de impulsos nervosos.

O problema é que nosso paladar se adaptou tanto a ele que o consumo se tornou excessivo. Uma pesquisa recente do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) sobre fast-food encontrou sanduíches cujas unidades oferecem quase 80% do sódio recomendado por dia.

A Folha ouviu especialistas para saber quais são as conseqüências desse exagero e como diminuir a quantidade de sal na comida. A primeira dica é valorizar ervas e condimentos que acentuam os sabores. Afinal, “sem sal” não precisa ser sinônimo de “sem graça”.

1 – Qual a importância do sal para a saúde?

O sal está diretamente ligado ao volume de fluidos fora das células. Tudo que modifica a quantidade de sal afeta a retenção de líqüidos no corpo. Ele ajuda a regular as passagens de líqüido e de substâncias pela membrana das células, mantendo a pressão osmótica delas. Além disso, é importante para a transmissão de impulsos nervosos.

2 – Sódio é sinônimo de sal?

Não. 6 g de sal equivalem a 2,4 g de sódio. Fique atento na hora de ler o rótulo dos alimentos: eles trazem a quantidade de sódio, e não de sal, que eles contêm.

3 – Quanto deve ser consumido por dia?

A recomendação é que adultos ingiram de quatro a seis gramas de sal por dia.

4 – Há recomendações específicas para crianças e idosos?

Ambos devem consumir menos sal. Aconselha-se que os pais não adicionem a substância à comida das crianças até os dois anos de idade. Além de o leite materno e o sódio já presente nos alimentos suprirem suas necessidades, evita-se, com isso, que elas se acostumem a uma alimentação muito salgada, já que é nessa fase que se forma o padrão gustativo.

Já os idosos devem comer menos sal (o ideal seria cerca de 5 g por dia) porque tendem a reter mais sódio e também porque, com o envelhecimento, os vasos vão perdendo naturalmente a capacidade de distensão, sendo mais provável que desenvolvam hipertensão.

5 – Em média, quanto sal os brasileiros comem por dia?

Não há estudos populacionais que determinem um valor médio para todo o país. Mas pesquisas realizadas em alguns Estados mostraram que o consumo é de aproximadamente 12 g, valor muito acima do recomendado.

6 – Quem não acrescenta sal à comida come pouco sal?

Não necessariamente. Estima-se que 75% do sal que consumimos seja proveniente de alimentos processados industrialmente. Molhos, como o ketchup, produtos em conserva e embutidos são as opções mais ricas em sal. Os outros 30% vêm dos alimentos naturais e do sal que adicionamos aos alimentos.

7 – Doces estão liberados?

Não necessariamente. Quem tem hipertensão deve evitar produtos adoçados com ciclamato de sódio. Assim como o sal, esse adoçante tem sódio, que afeta a pressão.

8 – Posso suprir minha necessidade diária de sal só com alimentos naturais?

Sim. O sódio está presente na maioria dos alimentos, embora em quantidade pequena. Alimentos como carne, peixes e ovos podem suprir essa necessidade. O problema é que nossa alimentação é pobre em iodo, e o sal de cozinha é, por lei, enriquecido com essa substância. O iodo é importante para a saúde (gestantes que têm um consumo insuficiente de iodo, por exemplo, podem ter filhos com distúrbios cognitivos).

9 – O que acontece a quem ingere uma quantidade insuficiente de sal?

Problemas causados por ingestão insuficiente de sal são raros, mas acredita-se que uma dieta muito restritiva de sal (menos de um grama por dia para adultos) altera o perfil lipídico do organismo, aumentando os índices de colesterol ruim. Ainda não se sabe qual o mecanismo que leva a essa alteração.

10 – O excesso de sal leva à hipertensão?

Sim. Em populações que consomem muito sal, os índices de hipertensão são mais altos à medida que as pessoas envelhecem.

11 – O efeito do sal é o mesmo em todas as pessoas?

Não, os graus da sensibilidade ao sal variam de pessoa para pessoa. Acredita-se que algumas pessoas, por determinação genética, tenham rins que não manipulam bem o excesso de sal no organismo. Por isso, elas seriam mais sensíveis ao sal. Essa característica também está ligada a grupos étnicos: entre negros, por exemplo, a prevalência de pessoas mais sensíveis ao sal é maior. Homens e mulheres também apresentam resistência diferente ao sal. As mulheres, de modo geral, são mais “protegidas” contra os efeitos do sal até a menopausa.

Depois disso, o risco de ter hipertensão é mais acentuado nelas do que neles.

12 – Como é possível saber se alguém é hipersensível a sal?

Existem testes que permitem averiguar a sensibilidade ao sal, entretanto, eles são utilizados apenas em pesquisas. Esses exames não são usados na prática clínica porque a recomendação para todas as pessoas, independentemente de elas serem sensíveis ou não, é comer pouco sal.

13 – Quem tem pressão baixa precisa comer mais sal?

Não, pois o fato de a pessoa ter pressão baixa não significa que ela não possa ter hipertensão no futuro. Além disso, sabe-se que os riscos de problemas cardiovasculares são maiores entre pessoas que comem muito sal mesmo quando elas não apresentam hipertensão arterial. O mesmo vale para problemas renais e digestivos.

Estudos também mostram que o excesso de sal pode causar broncoespasmos, piorando quadros de asma.

14 – O excedente de sal é liberado pelos rins? Então por que se preocupar com a quantidade?

O rim tem uma capacidade limitada para filtrar e excretar o sal. Quando o consumo é muito alto, o rim trabalha sob uma pressão maior e pode ter seu funcionamento comprometido. A hipertensão é uma das principais causas de doença renal crônica. Além disso, ingerir muito sal aumenta os riscos de cálculo renal –formação de pequenas “pedras” nos rins.

15 – Em quanto tempo o organismo consegue expelir o excesso após uma alimentação sobrecarregada de sal?

Pessoas normais demoram de um a dois dias para reequilibrar o organismo. Em pessoas com hipertensão, o processo de eliminação do excesso de sal demora de cinco a sete dias.

16 – Consumir sal em excesso dá celulite?

Não. A retenção de água que o sal promove é intravascular, e não na pele. Isso pode causar inchaços nas pernas ou nos dedos da mão, mas não celulite.

17 – O sal causa problemas na tireóide?

Sim e não. O cloreto de sódio não afeta a tireóide. Entretanto, no Brasil, o sal é enriquecido com iodo. Se consumido em excesso, o iodo pode levar à tireoidite de Hashimoto em pessoas com predisposição genética a doenças auto-imunes. Em 2003, a Anvisa reduziu os níveis de iodo no sal para evitar esse tipo de problema.

18 – O que é o sal light e quais seus benefícios?

O sal light é formado por uma mistura de cloreto de sódio e cloreto de potássio. Embora os dois possam ser chamados de sal, eles afetam o organismo de formas diferentes. Enquanto o potássio regula a retenção de líquidos dentro das células, o sódio age fora das células. Embora seja recomendado a pessoas com hipertensão, o sal light não é indicado para pessoas com problemas renais. Embora o potássio não leve a doenças renais, problemas nos rins levam a um acúmulo de potássio no corpo, o que aumenta os riscos de problemas cardíacos.

19 – Quais as diferenças entre o sal marinho e o sal mineral?

Embora sejam extraídos de formas diferentes (o mineral de minas subterrâneas e o marinho, da evaporação da água do mar), os dois apresentam a mesma composição e causam os mesmos efeitos no corpo.

20 – Qual a diferença do sal para o glutamato monossódico?

Além do cloreto de sódio, esse tempero tem outras substâncias que realçam o sabor de alguns alimentos. Como é rico em sódio, ele não pode ser considerado uma alternativa saudável ao sal.

21 – Faz diferença colocar o sal durante o cozimento ou adicioná-lo depois, quando a comida já está pronta?

Sim e não. Os efeitos do sal são os mesmos, independentemente do momento em que ele foi adicionado à comida. Mas os médicos recomendam que as pessoas tirem o saleiro da mesa porque elas tendem a colocar mais sal quando a comida já está pronta do que quando temperam na hora do cozimento.

22 – Posso substituir o sal por outra substância?

Embora não exista um substituto para salgar os alimentos, o sal pode ser trocado, nas receitas, por ervas e condimentos que acentuem o sabor dos alimentos.

23 – Grávidas devem seguir alguma orientação específica?

As regras são as mesmas, de quatro a seis gramas por dia. Como a mulher já tem uma tendência a reter líquidos durante a gravidez, o consumo excessivo de sal pode levá-la a um aumento de pressão, o que pode causar pré-eclampsia. Entretanto, a dieta também não pode ser muito restritiva em relação a sal, já que, nos primeiros meses, a gestante tende a ter uma pressão mais baixa, e a falta de sódio pode diminuir o fluxo de sangue que chega até a placenta.

24 – Como deve ser o consumo de sódio em esportistas?

O sódio, assim como outros sais minerais, é liberado pelo corpo junto com o suor. Por isso, pessoas que se exercitam intensamente podem perder mais sódio. Mas isso só se torna um problema se o exercício for praticado por muito tempo (a partir de uma hora, uma hora e meia), principalmente em ambientes quentes e úmidos.

Nesses casos, a reposição deve ser feita por meio de bebidas isotônicas, e não pelo acréscimo de sal na comida.

25 – Quais são as regras para a utilização de sal nos alimentos processados?

A legislação brasileira não impõe limites para a quantidade de sal adicionada aos alimentos industrializados nem obriga as empresas a colocar alertas nas embalagens. Mas os fabricantes são obrigados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a informar no rótulo o teor de sódio no alimento.”

Fontes: ANDREA GALANTE, nutricionista, presidente da Associação Brasileira de Nutrição; APARECIDA MACHADO DE MORAES, dermatologista, professora da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas); CELSO AMODEO, cardiologista e nefrologista, chefe de hipertensão do Instituto de Cardiologia Dante Pazzanese; CLÁUDIA DORNELLES SCHNEIDER, nutricionista especialista em ciências do esporte, professora das especializações da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e da PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul); DANIEL MAGNONI, cardiologista e nutrólogo do HCor (Hospital do Coração); JOCELEM MASTRODI SALGADO, pesquisadora e professora titular da Esalq (Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”), da USP (Universidade de São Paulo), e presidente da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais; LUCÉLIA CUNHA MAGALHÃES, cardiologista, conselheira científica da Sociedade Brasileira de Hipertensão e coordenadora do programa de hipertensão da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia; GERALDO MEDEIROS NETO, endocrinologista, professor da Faculdade de Medicina da USP; e PATRÍCIA FERREIRA ABREU, nefrologista, secretária-geral da Sociedade Brasileira de Nefrologia e professora da Unifesp

(Universidade Federal de São Paulo).
(Fonte: http://www.sbn.org.br/ em 06/03/2008 – Fonte: http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/22640)

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