Artigo: Alienação Parental e Abandono Afetivos – questões polêmicas, problemas emblemáticos

Publicado em 26.03.2013

“O problema da alienação parental e abandono afetivo tem por escopo uma questão cultural, ou seja, até bem pouco tempo atrás e ainda hoje, em que pese as decisões judiciais estejam mais abertas à realidade fática, no âmbito do direito de família, os filhos em decorrência do divórcio acabavam sob a guarda das genitoras, em geral.

Entretanto, atualmente, repisa-se, com as novas decisões judiciais, essa “regra” está bastante relativizada, buscando uma maior proteção e bem estar do menor envolvido.

Friso que a alienação parental e o abandono afetivo são problemas sérios que têm sua base no aspecto cultural, eis que, considerando que, na maioria dos casos, os filhos ficavam sob a guarda da genitora, esta, muitas vezes, por ainda não ter aceitado e interiorizado sua nova realidade, ou seja, estar divorciada, acabava transferindo esse “luto” ao filho. O filho, por sua vez, acabava exteriorizando sua insatisfação com tal situação, aliando-se à genitora, em desfavor do pai. O que, infelizmente, em alguns casos, gerava o abandono afetivo por parte do genitor em relação ao filho.
Cumpre salientar que não se considera o abandono afetivo uma “desculpa” para o genitor, contudo, devemos ter uma mente aberta à realidade fática no direito de família.

O genitor, na maioria das vezes, para que não houvesse mais conflitos, e cenas vexatórias em frente ao filho, afastava-se da ex-mulher e, em consequência acabava também afastando-se do filho. Fingir que tal realidade não existia e não existe é lidar com tais problemas de forma equivocada.

A alienação parental causa problemas sérios para todos envolvidos na relação (pai, mãe e filho). Devemos deixar bem claro que, a alienação parental pode sim ser praticada não só ou somente pela genitora, mas por parentes próximos ao menor também.
É imprescindível para um crescimento saudável que o menor alienado seja encaminhado ao tratamento psicológico, quando comprovada tal alienação, juntamente com quem está praticando tais atos. Defendo também que o pai, deve ser encaminhado ao tratamento psicológico, para que, tal alienação não enseje um abandono afetivo.

O abandono afetivo tem como estopim, em alguns casos, não generalizando por obvio, pois existem pais que jamais conheceram seus filhos, por falta de vontade, infelizmente, na pratica constante de alienação parental. Importante lembrar que tais assuntos emblemáticos, embora existentes há anos, passaram a ser tratados de forma mais enfática há pouco tempo, não se tendo a visão que hoje se tem sobre os mesmos. Os pais estavam totalmente despreparados para lidar com mães que, ao sofrerem tanto com o divórcio, acabavam transferindo tal sofrimento para os filhos. E, estes apenas, na inocência acabavam repelindo o pai, pois interiorizavam todo o sofrimento da mãe, como sendo seu próprio sofrimento.

Não estamos fazendo, de forma alguma, um juízo de valor a respeito do abandono afetivo, muito menos o justificando. Apenas, estamos refletindo sob outra ótica tais problemas.

Nada justifica, nem serve como “desculpa” a pratica de abandono afetivo, tanto pelo genitor, quanto pela genitora, apenas estamos colocando que, em muitas ocasiões, o abandono afetivo é uma consequência da alienação parental exercida pela mãe ao filho, que é o que ainda ocorre, infelizmente.

Porém, em decorrência das decisões judicias mais próximas à realidade fática, espera-se que tais práticas, tanto da alienação parental, quanto do abandono afetivo, sejam rechaçadas, tornem-se apenas resquício de um passado doloroso para os envolvidos, mas distante da realidade atual, futuramente.

Abandonar o filho por conflitos com a genitora, não é a solução, gera ainda mais problemas psicológicos ao filho! A “solução é o tratamento psicológico, e, infelizmente, as punições jurídicas, para exterminar tais práticas.”

Autora: Tatiana Reis Filagrana OAB/SC 29.623

(Fonte: http://www.oab-bnu.org.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=7097:artigo-alienacao-parental-e-abandono-afetivos-questoes-polemicas-problemas-emblematicos&catid=7&Itemid=27)

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Carta de um Homem (Sobre as Mulheres)

“Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção. Não temos a menor ideia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual. Isso quer dizer, se tem forma de guitarra… está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros – é uma questão de proporções, não de medidas. As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas… Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo.

As muito magrinhas que desfilam nas passarelas seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays, e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são muito retas e sem formas, e parecem agredir o corpo maravilhoso das mulheres. Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato são equivalentes a mil viagras.

A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para se andar de cara lavada, basta a nossa… Sem graça os cabelos maltratados; quanto mais tratados, melhor! As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas. Por que razão cobrem-nas sempre com calças longas? É para quê as confundamos conosco? Uma onda é uma onda, cadeiras são cadeiras, e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão, e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão. É essa a lei da natureza… que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulimíaca e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranquila e cheia de saúde.

Entendam de uma vez! Procurem agradar a nós, e não só a vocês; porque nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas e maravilhosas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é simplesmente linda!

As jovens são lindas… mas as de 30 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por Karina Zzocco, Eva Longaria, Angelina Jolie ou Demi Moore, somos capazes de atravessar o Atlântico a nado. O corpo muda, cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas, que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto, uma mulher de 45, que entra na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento, ou está se autodestruindo.

Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio, alegres, e que sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se sabota e não sofre); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.

Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos ‘em formol’, nem em Spa… Viveram!

O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesáreas e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos. Cuidem dele!
Cuidem-se!

Amem-se!

A beleza é o conjunto de tudo isto!”

Assinado: UM HOMEM

(enviado por Maikol)

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Receba a edição especial de lançamento ESPAÇO HOMEM

Olá leitores! Olá leitoras!

Edição n° 1 – Março de 2014

Durante 28 anos em que atuamos com ESPAÇO MULHER, contamos com a grande colaboração de muitos homens, e grande parte deles, diziam: “quando você lançará o ESPAÇO HOMEM?”

Eu costumava dizer-lhes que os homens já possuem todos os espaços na sociedade a até nos espaço sideral e interplanetária. Alguns retrucavam: “também nós sentimos assédio, somos perseguidos, e não temos quem nos defenda, parece ser muito horroroso um homem queixar-se de maus tratos e querer equiparar-se em busca de direitos. Também nós sofremos discriminações e preconceitos: sociais, profissionais por tipo físico-biológico, por questões econômicas, de moradia, falta de estudos etc., até mesmo no âmbito familiar”.

Até registramos certas brincadeiras: queremos a “Lei José da Lapa”, não pode só existir a “Lei Maria da Penha”. Pois também somos agredidos na rua e até dentro de nossas casas, e contavam casos de mulheres que em crises de TPM ou ciúmes, por questões financeiras com filhos etc., alguns haviam sofrido violência física inclusive, que martiriza mais, porque ninguém aceitaria que “um homem vá fazer queixa de sua mulher (esposa ou amante) em delegacia”.

Todas essas informações foram ponderadas, mas faltava alguém expoente, um homem que sua palavra e exemplo não fosse contestado, que tivesse discernimento e exemplificação de outros casos inclusive, não só da violência intrafamiliar, mas profissional, social e política.

Então na edição anterior do ESPAÇO MULHER, a de número 145, fizemos a entrevista de Rádio ESPAÇO MULHER, nº 100, com o Exmo. Deputado Estadual Afonso Lobato (PV) o qual também é padre e bacharel em direito. Questionei-o se havia sofrido algum preconceito por ser Padre em sua formação, e tornar-se deputado. Ao que ele sinceramente confirmou existir ainda muito preconceito e fez uma abordagem, cujas palavras abriu-nos um horizonte sobre as afirmações anteriores pesquisadas.

Decidimos então lançar o ESPAÇO HOMEM, pesquisamos ainda alguns homens especialistas em várias áreas do direito, psicologia, medicina, sociologia, comunicação etc., e, queríamos a sugestão deles sobre o lançamento, foram unânimes, cheio de ideias e dispostos a participar, já indicando novos amigos etc.

Assim sendo neste dia 15 de março estamos lançando o ESPAÇO HOMEM junto da edição nº 146 do ESPAÇO MULHER. Será diretor jurídico do ESPAÇO HOMEM, o advogado Marcos Eduardo Piva, que está sendo entrevistado na Rádio ESPAÇO MULHER, edição nª 101, neste dia 15/03/2014.

Já foram feitos os registros de domínio e providenciados outros documentos de praxe, coma total defesa e supervisão jurídica da equipe do escritório de advocacia PIVA E ASSOCIADOS. Em breve já estaremos liberando a nova página on line, com vida própria, e completa em seus objetivos, sob o comando de Angelo Michelon e seus colaboradores.

Para agradecer aos homens, que tanto nos ajudaram a chegarmos aos 28 anos do ESPAÇO MULHER, com o apoio das mulheres sensacionais que estiveram ao nosso lado, também apoiando-nos sem reservas e restrições, trazemos uma homenagem musical DE UM HOMEM BRASILEIRO PARA AS MULHERES BRASILEIRAS. Cuja letra é uma poesia que valoriza a todas nós, e a melodia é um incentivo dos homens para todas nós mulheres. É quase um HINO!

Saudamos e destacamos o compositor e canto Benito di Paula coma música MULHER BRASILEIRA. Retiramos o link aberto da página de Internet KBOING. Parabéns BENITO DI PAULA, sua música é um reconhecimento a valorização de todas nós mulheres e de todos os homens que respeitam e incentivam o progresso social e político de todas as mulheres.

Fraternal abraço a você leitor e leitora, leias as noticias que selecionamos para você hoje.

Elisabeth Mariano e equipe ESPAÇO MULHER e equipe do ESPAÇO HOMEM.

Espaço Homem homenageia as mulheres brasileiras

Mulher Brasileira

Benito Di Paula

Agora chegou a vez
Vou cantar
Mulher brasileira
Em primeiro lugar…(4x)

Norte a sul
Do meu Brasil
Caminha sambando
Quem não viu

Mulher de verdade
Sim senhor!
Mulher brasileira
É feita de amor…

Agora chegou a vez
Vou cantar
Mulher brasileira
Em primeiro lugar…(2x)

Norte a sul
Do meu Brasil
Caminha sambando
Quem não viu

Mulher de verdade
Sim senhor!
Mulher brasileira
É feita de amor…

Agora chegou a vez
Vou cantar
Mulher brasileira
Em primeiro lugar…(7x)

Ouça, clique aqui

Letra da música

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Flavio Gikovate – Personalidade masculina em destaque

Médico – psiquiatra e psicoterapeuta

Médico-psiquiatra, psicoterapeuta, conferencista e escritor.

Atualmente, continua apresentando o programa “No Divã do Gikovate”, na rádio CBN, e dedicando a maior parte do tempo à clínica.

Desde 2007 apresenta o talk show “No Divã do Gikovate”, na rádio CBN, aos domingos, das 21h às 22h.

Flávio Gikovate trabalha em clínica privada, se valendo das técnicas breves, e ecléticas de psicoterapia, desde 1968, tendo atendido mais de 9.000 pacientes.

Foi o pioneiro nos estudos sobre o sexo, amor e vida conjugal no Brasil, tendo publicado 32 livros com reflexões originais sobre esses temas e que já venderam cerca de 1.000.000 de exemplares.

Há vários livros gratuitos para download

Acesse este link abaixo

http://flaviogikovate.com.br/livros/livros-gratuitos-pt-br/

Fazemos a divulgação do livro

Homem – O Sexo Frágil?

O homem é capaz de construir obras monumentais e desenvolver teorias fascinantes. Mas no que diz respeito a si mesmo e à sua vida, algumas vezes age e pensa de uma forma muito precária. Pela primeira vez, Flávio Gikovate faz uma abordagem psicológica do homem por inteiro, como ele realmente é. E por que ele é como é.

Editora: MG Editores

ISBN: 8572550070

1ª Edição / 1993 – 182 páginas

Saiba mais acesse o site oficial:

http://flaviogikovate.com.br/livros/livros-em-portugues/

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Manual das Doenças Raras

Manual das Doenças Raras de autoria do deputado federal Romário
acesse neste link e leia.

http://pt.slideshare.net/CEDDHSC-ESTADUAL-RJ/03345

Livro de Romário sobre Doenças Raras – SlideShare

http://www.slideshare.net/CEDDHSC-ESTADUAL-RJ/03345?

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Comissão aprova projeto de Giannazi que proíbe Conselho Regional de cobrar anuidade dos professores de educação física das redes de ensino

20 de fevereiro de 2014

“Em reunião feita em 19 de fevereiro, a Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Assembleia Legislativa aprovou, na sua instância, o projeto de lei 378/2013 de autoria do deputado Carlos Giannazi, que declara o livre o exercício da profissão de professor de Educação Física de Ensino Básico das redes estadual e municipais de ensino público e privado e proíbe, como condição para que o professor possa lecionar a disciplina, a exigência de filiação prévia em entidade profissional de qualquer espécie.

Giannazi, que é diretor licenciado de escola pública, refere-se às medidas judiciais tomadas pelo Conselho Regional de Educação Física, que atua no sentido de forçar a filiação destes profissionais aos seus quadros de forma compulsória, para tanto cobrando uma anuidade dos professores de Educação Física. Na opinião do deputado, essa obrigação agride a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, que regulamentou em 1996 o capítulo da Educação da Constituição Federal exigindo que os professores devam somente ter a Licenciatura Plena para trabalharem.

O deputado fez essa denúncia inédita sobre o CREF no Parlamento em meados de 2013 e, à época, argumentou que o Supremo Tribunal Federal já havia decidido que não há nenhuma exigência legal ao magistério para que o professor, para trabalhar, precise se filiar obrigatoriamente a alguma Ordem, Conselho ou mesmo Sindicato.”

(Fonte: http://www.carlosgiannazi.com.br/noticias2/projeto-de-giannazi-proibe-cref-de-cobrar-anuidade-de-profs-das-redes.htm)

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Abertas as inscrições para o XIX Congresso Notarial Brasileiro no Estado da Bahia

Evento contará com a inédita parceria acadêmica do IBDFAM Nacional e debaterá temas teóricos e práticos atuais da atividade notarial brasileira.

25 de Fevereiro de 2014

“Já estão abertas as Inscrições para o XIX Congresso Notarial Brasileiro, evento organizado pelo Conselho Federal do Colégio Notarial do Brasil (CNB-CF) em parceria com a Seccional da Bahia (CNB-BA) que será realizado entre os dias 14 e 18 de maio na Praia de Imbassaí, no Estado da Bahia, e que contará com a inédita parceria acadêmica do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFam) para debater os principais temas doutrinários da atividade notarial.

Com uma Programação que mesclará assuntos teóricos com a prática diária do notariado, o XIX Congresso Notarial Brasileiro contará com palestrantes de renome nacional, além de convidados representantes de notariados da América do Sul e da União Internacional do Notariado (UINL).

O auditório do Grand Palladium Imbassaí Resort & Spa, localizado entre as praias do Forte e da Costa do Sauípe, em um dos locais mais paradisíacos do País, abrigará debates que mesclarão doutrina notarial e acadêmica com temas práticos da atividade notarial diária.

Este novo modelo de encontro nacional contará com a participação intensiva dos principais juristas do IBDFAM, órgão nacional voltado ao estudo de questões de Direito de Família e Sucessões, e aprofundará os debates técnicos a respeito dos principais temas doutrinários da atividade.O evento, que terá em sua abertura uma palestra magna sobre Ética aplicada à atividade notarial, além de um coquetel de boas vindas aos participantes, reservará os demais dias para o aprofundamento dos debates teóricos e práticos. Já no segundo dia de palestras os temas em destaque serão “O inventário extrajudicial com testamentos”, “Cláusulas restritivas no testamento e na doação”, “Certificação digital – autenticação eletrônica” e “Cooperativismo”.

No dia 16, palestras jurídicas dominarão a plenária. Entre os destaques, temas como a “A diversidade das uniões informais”, “Efeitos sucessórios da multiparentalidade” e “Testamento e planejamento sucessório”. Logo após, será realizado um debate no estilo pinga-fogo, moderado pelo presidente do CNB-CF, Ubiratan Guimarães. A noite contará com um animado Baile Notarial. Por fim, no último dia do evento, um Workshop com o tema “Debates práticos de atos notariais” focará as principais dúvidas práticas da atividade diária, com especial atenção às novas normatizações em vigor no Estado da Bahia.” Fonte: CNB | 24/02/2014.

Publicação: Portal do RI (Registro de Imóveis) | O Portal das informações notariais, registrais e imobiliárias!

(Fonte: http://www.portaldori.com.br/2014/02/25/abertas-as-inscricoes-para-o-xix-congresso-notarial-brasileiro-no-estado-da-bahia/)

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Saúde do homem

Aqui estão os seus direitos.

Veja os principais direitos do homem quando o assunto é saúde.
Exame e tratamento de câncer de próstata (SUS):

Todo homem com mais de 40 anos de idade tem direito a realizar gratuitamente na rede do SUS exames para diagnóstico de câncer da próstata.

Amparo legal:

Câncer de pênis:

O plano/seguro de saúde deve cobrir exames de controle da evolução da doença e fornecer medicamentos, anestésicos e outros materiais, assim como sessões de quimioterapia e radioterapia, durante todo o período de internação da pessoa com câncer.

Amparo legal:

Vasectomia (SUS):

O homem tem o direito à cirurgia para esterilização voluntária, contanto que seja maior de 25 anos ou com pelo menos dois filhos vivos e, caso seja casado, com o consentimento da esposa.

Amparo legal:

Outros direitos

Legislação específica:

Publicações:

Acesse as principais publicações sobre os problemas de saúde mais comuns nos homens

(Fonte: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/legislacao/homem.php)

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O que é um coxinha? Definição

Pesquisa de comportamento social

“Em primeiro lugar, preciso dizer que eu, como a esmagadora maioria do povo heroico desta pátria amada, amo coxinha (s.f. quitute). Desde as do Veloso até as do boteco da Vieira de Morais que divide a estufa com o ovo rosa.

Muito se fala sobre os coxinhas (s.m. tipo de ser humano). A gíria nasceu em São Paulo, que é, por si só, o maior reduto de coxinhas do Brasil. O que pouca gente sabe é o que é de fato um famigerado coxinha, e foi por isso que eu resolvi escrever esse texto e delimitar um significado definitivo pra essa gíria.

“Significado definitivo? Que moleque pretensioso!”, diria você, caro leitor. Mas “definitivo” é o tipo de palavra que os coxinhas adoram. Eles gostam de limitações, definições, certezas. Se tem um tipo de gente que não troca o certo pelo incerto, são os coxinhas. Tudo que um representante nato da categoria mais quer é constituir família, sustentar a mulher e os filhos, e que todos tenham boas notas no colégio e que vão pra Disney todo ano.

No fundo, o coxinha quer uma vida que os jovens de várias gerações lutaram para poder NÃO ter. Mas nem todos admitem isso. A verdade é que o coxinha não gosta de se arriscar. Em nada. Pra não ter perigo de errar, pra não deixar de ser querido, etc. O pastel, por exemplo, abre possibilidades para todo tipo de recheio. A coxinha, não. Nunca. É frango desfiado e só. Catupiry, se muito, dá o ar da graça. E pedir uma coxinha sempre é menos arriscado do que pedir um bolovo, por exemplo.

O coxinha não toma bomba no colégio e raramente tranca uma faculdade. O que ele quer é “ingressar no mercado de trabalho”. A primeira vez que o coxinha bate ponto, ele quase tem um orgasmo. É a construção do seu futuro e da vida empanada que sempre planejou. A mamãe do coxinha se contorce de orgulho do filho, ainda mais quando – depois de já estar empregado e casado com uma boa moça – ele lhe dá o primeiro neto.

O coxinha adora o Coldplay e acha incrível a filantropia do Bono Vox. Na literatura, ele sempre recomenda para a roda de colegas no almoço da firma todos os livros do ranking da Veja. E, se falar de cinema, o coxinha divagará sobre grandes trilogias (as quais comprou em boxes, na Fnac). Todos seus gostos e interesses são baseados em unanimidades. Porque, se não dá para agradar a todos, o coxinha tenta agradar pelo menos à maioria.

A camisa polo, símbolo máximo do gênero, é outra forma de destoar o menos possível. Ela não é nem casual demais para uma festa, nem formal demais para um passeio no parque. Então, o coxinha deita e rola. Suéter enrolado no pescoço também é um bom complemento para as meias estações do coxa, mas não é obrigatório. Ah, e o coxinha chama tênis de sneaker para fazer de conta que um é diferente do outro.

Ao contrário do que se pensa, a condição coxinha não tem necessariamente a ver com dinheiro. Existem coxinhas que ganham 100 mil reais por mês e coxinhas que sustentam a família feliz com quatro salários mínimos.

Metódicos, os coxas povoam avenidas movimentadas como a Faria Lima e a Berrini. E seus olhos chegam a ficar marejados quando passam com seu sedan prata na ponte estaiada. “Esse é o símbolo da nossa cidade, a locomotiva do país”, diria o coxinha para o seu filho que já tem a cara do pai, só que numa versão buffet infantil.

E engana-se quem acha que a tribo dos coxinhas se limita aos escritórios cinzas. Eles podem estar em toda parte: nas artes, nos esportes, na medicina e, muito frequente a partir dos anos 2000, na publicidade. Quando você vir o comercial de um banco com pessoas sorridentes e narrador com timbre épico, pode ter certeza: tinha um coxinha na reunião de brainstorming que, depois de contar sua “ideia genial”, foi aplaudido por mais meia dúzia de coxinhas.

Pra terminar, digo que um coxinha jamais faria mal pra você enquanto indivíduo. O problema é o impacto social dos coxinhas que, sem declararem nada, acordam todos os dias e vestem suas camisas azuis-bebê na busca pela extinção da ousadia e por uma sociedade oleosa e simétrica. Uma grande coxinha.”

(Fonte: http://forum.cifraclub.com.br/forum/11/304580/)

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