Ainda estamos nos reestruturando após a tragédia da pandemia e desemprego nacional?

15 de Julho – Dia do Homem
18 de Julho – Dia Internacional de Nelson Mandela
20 de Julho – Chegada do Homem à Lua
30 de Julho – Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas
08 de Agosto – Dia Nacional de Combate ao Colesterol
14 de Agosto – Dia dos Pais
19 de Agosto – Dia Nacional do Futebol


Segundo alguns estudiosos dos comportamentos humanos, “nada mais abala tanto um homem do que se sentir sem dinheiro no bolso!”

Para alguns outros notáveis pesquisadores comportamentais, vale a premissa:” o que mais pode abalar um homem em seu ego, é sentir-se desempregado, inútil, um pária social!

Então nos vemos diante de dois conceitos comportamentais que se autocompletam de algum modo. Trabalho promove ganhos de dinheiros e promove negócios.

Diante da tragédia da pandemia, os homens se perceberam diante de um terrível dilema, não poderiam mais ir até ao seu local de trabalho e fazer as suas tarefas para as quais se prepararam, e, por muitos anos ganharam o seu próprio sustento e de seus familiares. E, agora, além de tudo corriam risco de adoecer e morrer.

É um dilema inquietante e frustrante sem dúvida… além de se ver em mínimas condições de executar qualquer tarefa profissional, mesmo improvisando.

O pior de tudo era perceber que a doença atingia sua família, haviam internações e inseguranças quanto a cura e continuidade da saúde… sem sequelas!

E, se ele próprio adoecesse o que poderia ser de seu destino e de sua família?

E, para dificultar mais, os dados estatísticos revelavam números preocupantes!

Ver internar seus amados familiares, e ali esperar os milagres da superação para assegurar a continuidade da vida. Pior dilema, a sua própria insegurança!

Conseguiria sobreviver? Superar e se reestruturar novamente? E, o nervoso angustiante em notar parentes falecendo, em hospitais: colegas, amigos, chefe…

Sem dúvida o estresse psicológico foi desgastante…e, em muitos momentos somente restaram as lágrimas escondidas, abafadas… e o TENHO QUE SUPERAR!

E, AGORA? Ainda faltam vagas para empregos, ocorreram mudanças nas tarefas antes executadas, muitas passaram a ser informatizadas, e até digitalizadas.

Para refletirmos melhor trazemos algumas pesquisas de reportagens atualizadas, quiçá possamos ter uma visão para solucionar as consequências e sequelas da pandemia.

Cordial abraço para você, e esperamos que aprecie esta nova edição. Nossos parabéns aos pais que superaram fases difíceis e estão cuidando de suas famílias.

Elisabeth Mariano e equipe ESPAÇO HOMEM


Mensagem do Prof. Rubens Pedro Cabral para o Dia dos Homens

Perfil do Psicólogo, Filósofo e Teólogo Prof. Rubens Pedro Cabral

Prof. Rubens Pedro Cabral

Prof. Rubens Pedro Cabral

Foi coordenador da CRB – Conferência dos Religiosos do Brasil – Regional São Paulo

Missionário Oblato de Maria Imaculada da Província do Brasil, nascido em São Carlos-SP a 30/06/1953, vive em São Paulo a 42 anos.

Se formou em Filosofia pela Faculdade Nossa Senhora Medianeira, Teologia pela Faculdade Nossa Senhora da Assunção, Psicologia pela UNISA – Universidade Santo Amaro – e fez Especialização em Atendimento a Pessoas Especiais pela USP.

Foi Pároco nas periferias de São Paulo durante 27 anos, atuou como Psicólogo por 25 anos, Professor Universitário na UNISA durante 15 anos.

Foi Provincial dos Oblatos de Maria Imaculada e atualmente é o Coordenador da Conferência dos Religiosos do Brasil – Regional São Paulo.

CONTATO:

E-mail: rubens.omi1@gmail.com

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Entrevista com o Psiquiatra Prof. Dr. Alfredo Simonetti

Perfil do Psiquiatra Prof. Dr. Alfredo Simonetti

Prof. Dr. Alfredo Simonetti

Prof. Dr. Alfredo Simonetti

Médico, Psiquiatra e Psicanalista, Professor titular de Psicologia Médica da Faculdade de Medicina São Camilo (SP), da Faculdade de Medicina da USP-SP, Professor convidado da PUC-SP para cursos de pós-graduação na área de saúde (COGEAE-PUC-SP), Coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Psicologia Hospitalar (NEPHO-SP), curador e palestrante do Programa Café Filosófico da TV Cultura e CPFL, coordenador no site http://www.mapadamente.com.br/

Autor dos livros: Manual de Psicologia Hospitalar (Ed. Artesã), A Cena Hospitalar (Ed. Artesã) e O Nó e o Laço (Ed. Integrare)

CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/1458715185063893

CONTATO:

Endereço: R. Augusta, 2676 – Jardim America, São Paulo – SP, 01412-100

Telefone: (11) 3064-3936

Alfredo Simonetti

OBS.: Respeitamos a Liberdade de Expressão de todas as pessoas. As opiniões aqui expressas NÃO refletem as da TV ESPAÇO HOMEM, sendo estas de total responsabilidade das pessoas aqui entrevistadas.

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Tema: Sexualidade na Terceira Idade

Tema: Sexualidade e Masturbação

“É preciso se adaptar a um novo ritmo”, diz sexóloga sobre sexo na terceira idade

Virginia Toni Felippetti ainda vê a sexualidade na velhice como um tabu

27/07/2015 – 10h02min

Atualizada em 27/07/2015 – 10h02min

A psicóloga e sexóloga Virginia Toni Felippetti trabalha na área há 13 anos e acredita que por mais que tenhamos evoluído em muitos aspectos, a sociedade, de modo geral, ainda vê a sexualidade na velhice como um tabu, como se fosse algo reservado aos mais jovens.

Expectativas

Há a exigência de que os homens não podem falhar e as mulheres têm de ter beleza e juventude como fontes únicas de atratividade. Em muitos casos, o próprio idoso se discrimina em relação à aparência. Se incutiu na cabeça das pessoas que o sexo na terceira idade seria algo profundamente inadequado, colocando uma barreira psicológica principalmente para a mulher idosa. Ela pensa que já passou dessa fase, que é uma avó e tem de se dar ao respeito.

Para lidar melhor com tais aspectos, o casal precisa aumentar a comunicação do que é importante para ambos, quais seus temores e expectativas. Intimidade e maturidade auxiliam muito nesse processo, deixando o casal mais à vontade para seguir na vida sexual.

Sexualidade

Quando o tema sexualidade é tratado como um tabu, cercado de culpas, dúvidas e preconceitos, pode gerar no indivíduo sérias dificuldades e ansiedade relacionadas. Quanto mais aberto o tema é conversado e orientado, no momento e de maneira adequada a cada fase, maior será a chance desse indivíduo sentir-se livre para desfrutar de uma sexualidade plena e saudável, bem como trocar experiências produtivas com o parceiro em relação a possíveis dúvidas, fantasias, expectativas, temores.

Posições prazerosas

Além do sexo como o conhecemos, uma carícia, um toque ou uma troca de intimidade, muitas vezes, é extremamente sensual e tem o mesmo grau de prazer na terceira idade que o sexo tradicional tem para o jovem. Cada casal já possui um ritmo, uma sintonia.

Conforme os anos vão passando, algumas adequações irão acontecendo, de maneira natural. Aspectos como desejo, frequência e desempenho poderão se modificar, mas não necessariamente dificultar ou cessar. Modificar não é sinônimo de problemas ou disfunções. Dúvidas como disfunção erétil nos homens e a diminuição do desejo nas mulheres são as mais frequentes dos casais na terceira idade. Consultar especialistas em sexualidade, como médicos urologistas, ginecologistas, geriatras e sexólogos, pode ajudar a esclarecer sinais específicos dessa fase, bem como orientar em tratamentos, desde os hormonais como emocionais.

Viúvos

A experiência de recomeçar uma vida afetiva, emocional e/ou sexual após a viuvez pode acontecer de formas distintas. Cada pessoa lida com o luto e a solidão de maneira diferente. Para voltar a ter gosto pela vida, quem é viúvo precisa encontrar o equilíbrio certo entre preservar a memória da pessoa que amava e cuidar de suas próprias necessidades. O sábio Rei Salomão reconheceu que há um tempo para chorar. Mas ele também disse que há um tempo para curar.

Sendo assim, cada pessoa tem um tempo para elaborar a perda. Alguns optam em nunca mais ter alguém para uma vida conjugal, outros levam algum tempo e iniciam as primeiras experiências, outros ainda, podem levar muito mais tempo para que consigam se sentir bem e livres para tal questão. Não existe uma regra, nem o que é normal ou anormal, existe uma escolha, de seguir se relacionando com outras pessoas ou projetar essa busca em outros planos e ambientes, como lazer, família, estudo, entre outros. O importante é que execute outros projetos de vida.

(Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/geral/noticia/2015/07/e-preciso-se-adaptar-a-um-novo-ritmo-diz-sexologa-sobre-sexo-na-terceira-idade-4810648.html, data de acesso: 07/07/2022)

A masturbação e seus efeitos e benefícios para a saúde

Escrito por Caio Veja e Dr. João Arthur Brunhara Alves Barbosa

Revisado por Dr. João Brunhara

CRMSP 161.642

Última atualização 20 de março 2022

A masturbação (masculina e feminina) permite à pessoa explorar diversas sensações do próprio corpo e se conhecer melhor psicologicamente e sexualmente. Além disso, é a masturbação que geralmente nos leva a descobrir nosso primeiro orgasmo! Dentro do relacionamento, aliás, ela permite que cada um viva a sexualidade individualmente, de acordo com a própria libido. Pois é: se masturbar não é algo reservado aos solteiros, como muitos imaginam.

Por outro lado, quando em excesso, a masturbação pode fazer mal: pode interferir na libido, pode esconder uma compulsão para aliviar o estresse ou outros problemas… Além de, em muitos casos, estar associada a um vício em pornografia.

Então vamos lá: descubra todos os benefícios (e perigos) da masturbação com a Omens!

A masturbação abrange todos os indivíduos, de todas as idades.

Da mesma forma, ela não se destina apenas aos solteiros ou “solitários”. A maioria das pessoas que possuem parceiros sexuais frequentes também se masturbam ao longo da vida adulta.

A masturbação pode até ser compartilhada durante o sexo, entre duas ou mais pessoas!

Ela é, portanto, um comportamento sexual normal. Isto é, observa-se a prática em todas as idades, desde a infância, a adolescência até a idade adulta.

No entanto, algumas pessoas ainda infelizmente se sentem envergonhadas ou incomodadas em falar sobre isso ou admitir o ato.

Isso porque ainda existem tabus e mentiras em torno da masturbação: dizem que ela é prejudicial, que provoca problemas sexuais, etc..

Na verdade, o que pode ser nocivo não é a masturbação em si, mas a razão pela qual a pessoa se masturba e em quais condições psicológicas.

Se a masturbação responde a uma necessidade, no sentido de ser usada como um atenuante do estresse, então isso pode se tornar problemático: não a masturbação, mas o estresse.

Caso contrário, não há perigo nenhum em se masturbar regularmente para obter prazer – muito pelo contrário!

Enfim, vamos apresentar a você todos os benefícios da masturbação.

Masturbação: quando o prazer vira compulsão?

No nosso 33º episódio do Omenscast, o médico urologista João Brunhara vai falar sobre o consumo de pornô e a prática da masturbação. Qual o limite entre o saudável e a compulsão? A transcrição do áudio você poderá encontrar aqui.

Os benefícios da masturbação

É isso mesmo: a masturbação apresenta diversos benefícios!

Em primeiro lugar, ela promove a liberação de endorfina, que faz parte do sistema opioide do organismo, causando uma sensação de bem-estar físico e mental.

No homem, o orgasmo é um poderoso ansiolítico.

Além de sentirmos os músculos relaxados, a masturbação (e o orgasmo) facilita o relaxamento e o sono, já que a pessoa experiencia uma sensação tranquilizadora e eufórica.

A masturbação, portanto, pode combater o estresse e a ansiedade, melhorar a autoestima, possibilitar a descoberta do próprio corpo, de seus limites, do que se gosta ou não… Além da possibilidade de “corrigir” os diferentes níveis de libido do casal.

E isso não tem nada a ver com a falta de desejo em relação ao parceiro ou à parceira: às vezes, as pessoas simplesmente não estão excitadas no mesmo instante. E isso é normal!

Está até cientificamente comprovado que uma mulher que se masturba se conhece melhor fisicamente e tem menos dificuldade em atingir o orgasmo do que uma mulher que não se explora.

A questão da frequência: “posso me masturbar quantas vezes?”

Essa é uma pergunta bastante comum, principalmente entre os adolescentes.

Mas, na verdade, a frequência da masturbação não importa muito. Isto é: não existe uma frequência considerada “normal” para a masturbação.

Você pode se masturbar várias vezes por dia/semana/mês ou não se masturbar de forma alguma.

Por isso se diz que a frequência não é um problema a menos que ela esteja relacionada a um transtorno obsessivo-compulsivo (como um vício), em que a pessoa tem de repetir a mesma atividade várias vezes “por necessidade”.

Caso tenha dúvidas ou sinta um desconforto em relação ao tema, não deixe de procurar um médico ou psicólogo.

Como saber se a masturbação (ou a pornografia) virou um vício?

Quando o vício em masturbação está ligado ao hábito de assistir pornografia, deve-se identificar em quais situações a pessoa recorre a essa prática.

Há vários sinais que podem levar alguém a acreditar que pode estar viciado em masturbação (ou em pornografia).

Por exemplo:

  • quando a pessoa sente que não consegue ficar sem, como se fosse uma necessidade ou um reflexo;
  • se o indivíduo se sente muito mal quando não pode se masturbar;
  • se existe um sentimento de culpa e/ou vergonha após a masturbação.

Nessas situações, encorajamos você a conversar com um psicólogo ou terapeuta sexual para entender a fundo o problema.

Masturbação masculina, adolescentes e educação sexual

A adolescência é um período importante para a sexualidade: o corpo se desenvolve, bem como os desejos sexuais se tornam mais presentes.

É, portanto, bastante normal se sentir nervoso ou inseguro com essas mudanças corporais e psicológicas.

Dessa forma, o papel dos pais, de amigos e até da mídia é fundamental para não transmitir mensagens equivocadas ou confusas sobre sexualidade e masturbação.

Os pais precisam reconhecer que a adolescência é uma época de desenvolvimento e experimentação sexual e que a masturbação masculina é, assim, uma forma de os jovens explorarem seu próprio corpo.

Muitos estereótipos e tabus podem persistir até a idade adulta, sobretudo em razão de uma educação sexual ruim.

A sexualidade pode se tornar tanto uma fonte de bem-estar quanto de inquietação e sofrimento. Por isso, é importante educar os jovens sobre sexo. Mesmo porque eles serão confrontados com a sexualidade mais cedo ou mais tarde.

Se masturbar antes do sexo ajuda a durar mais tempo na cama?

Buscando formas de como durar mais tempo na cama, frequentemente se fala em masturbação antes do sexo (em inglês, muitos conhecem essa prática como “Safety Wank”). Em teoria, se masturbar antes da hora H poderia te ajudar, sendo um jeito de não ejacular rápido. Mas, afinal, a masturbação masculina realmente ajuda a demorar para gozar? Seria esse um dos benefícios da masturbação? É um método eficaz para controlar a ejaculação e acabar com a ejaculação precoce? Vem entender se esse é um exercício para ejaculação precoce e se essa técnica se encaixa para você!

E as crianças? Os pré-adolescentes podem se masturbar?

Sim, também é normal que os mais jovens (os chamados pré-adolescentes) se masturbem, e a atitude dos pais em relação a isso é determinante da mesma forma.

Ao reagir negativamente à nudez dos filhos ou ao jovem descobrindo o próprio corpo, os pais podem estar alimentando um sentimento de vergonha na criança, que pode se sentir incomodada consigo mesma e com seus sentimentos.

Segundo diversos estudos, esses sentimentos negativos podem até mesmo repercutir na fase adulta, em sua vida sexual e em seus comportamentos, podendo levar a problemas sexuais e/ou psicológicos.

Então, é importante que os pais:

  • compreendam que o pré-adolescente se masturba por curiosidade, a fim de explorar o próprio corpo e suas sensações – trata-se, portanto, de um comportamento normal e saudável
  • foquem no contexto da masturbação e não na masturbação em si; por exemplo, se o jovem se tocar em público, é importante não se enfurecer, mas ensinar a ele que isso é algo íntimo, feito em locais privados, quando estiver completamente sozinho no ambiente (no próprio quarto, no banheiro…)
  • ele também pode se masturbar para desestressar; quando for assim, é preciso identificar as fontes de estresse em vez de condenar a masturbação.

Você pode procurar um psicólogo ou pediatra para abordar o assunto.

Conclusão

Em primeiro lugar, a masturbação masculina e feminina são uma forma de exercer a sexualidade sem grandes riscos: não é possível contrair uma IST (Infecção Sexualmente Transmissível) nem correr o risco de uma gravidez indesejada.

A pessoa passa a se familiarizar com as próprias reações sexuais, podendo comunicar melhor os seus desejos ao parceiro ou à parceira! E a comunicação é base fundamental para uma sexualidade plena.

Portanto, é importante discutirmos educação sexual e termos acesso a informações sobre saúde, em vez de deixarmos que crenças falsas ou imagens distorcidas interfiram no nosso bem-estar em geral.

Seja para esclarecer dúvidas ou para obter um diagnóstico, uma consulta médica pode ser importante.

(Fonte: https://omens.com.br/blog/sexualidade/masturbacao-masculina/, data de acesso: 07/07/2022)

5 benefícios da masturbação para o homem

10 de Março de 2019in Vida sexual 046

Quando falamos sobre masturbação masculina, nos vem a mente à imagem do jovem iniciando seu processo de amadurecimento sexual. Apesar do assunto ser polêmico, mesmo entre os homens, o ato pode trazer muitos benefícios para a saúde.

De acordo com uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pelo site de produtos eróticos AdamandEve, somente 27% dos homens admitem se masturbar uma ou duas vezes por semana.

De acordo com o Dr. Lawrence Utida, urologista da Clínica Unix, a masturbação deve ser encarada com naturalidade. Então, listamos alguns benefícios que a prática pode trazer para sua saúde:

  1. Melhora do humor: A masturbação libera endorfinas (neurotransmissores) e citocinas (substâncias que modulam a resposta imune) que são substâncias que aumentam a sensação de prazer, relaxamento, sono e consequentemente ativam circuitos de recompensa.
  2. Conhecimento do próprio corpo: O individuo passa a conhecer melhor os pontos mais sensíveis, excitáveis, dolorosos e o sinais pré-orgasmo. Fato que implica em melhora da qualidade e da segurança no ato sexual entre 2 pessoas.
  3. Previne a ejaculação precoce: o conhecimento do corpo evita a ejaculação precoce, melhorando não só o tempo da relação mais a qualidade.
  4. Melhora da imunidade: A ejaculação aumenta os níveis de endorfinas e cortisol endógenos (“hormônio do estresse”) melhorando a regulação do sistema imunológico, auxiliando na prevenção de doenças.
  5. Previne o câncer? Existem trabalhos que possa haver benefício na prevenção do Câncer do próstata, porém, ainda necessitando de comprovação.

É sempre bom lembrar que a masturbação, em certos casos, pode ser tornar um vício e anular esses benefícios. Manter uma rotina saudável e conhecer o seu próprio corpo que é benéfico. Em caso de dúvidas sobre a frequência da masturbação, converse com o seu urologista.

(Fonte: https://clinicaunix.com.br/5-beneficios-da-masturbacao-para-o-homem/, data de acesso: 07/07/2022)

5 benefícios da masturbação para a sua saúde e bem-estar

A ciência já comprovou que a masturbação melhora o sono e ajuda a diminuir os níveis de estresse no corpo

POR MARCELA DE MINGO ATUALIZADO EM 29 SET 2021, 18H17 – PUBLICADO EM 4 OUT 2021, 08H00

Se algum dia a masturbação feminina foi um tabu, não nos lembramos! Isso porque a prática, além de ser uma forma de autoconhecimento, traz uma série de benefícios para a saúde, todos comprovados pela ciência.

Isso, claro, não significa que a masturbação é uma obrigação. Pelo contrário, a ideia não é pressionar as mulheres a praticar o auto-toque, mas demonstrar como essa pode ser uma forma interessante tanto de entender o próprio corpo, quanto para cuidar dos níveis de estresse e ansiedade. Mas se a prática não for para você não há problemas. Se for, aqui vão alguns benefícios além dos momentos de prazer:

5 benefícios da masturbação

1.Alivia dores

É isso mesmo que você leu. Quer você esteja com uma dor de cabeça daquelas, quer sinta o corpo dolorido por conta do treino do dia anterior, a masturbação pode ajudar. Isso porque um dos seus principais benefícios é a sua ação analgésica.

A explicação é absolutamente química, e tem a ver com a liberação de norepinefrina no corpo em resposta ao estresse físico. Do outro lado, a masturbação (ou qualquer atividade sexual) libera endorfinas, fazendo um contrabalanço hormonal que alivia as dores! Ou seja, alívio sem necessidade de remédios.

2.Alivia as cólicas menstruais

Sexo e menstruação ainda é um mix que não funciona para muita gente. No entanto, um estudo desenvolvido pela empresa de acessórios sexual Womanizer comprovou que a masturbação funciona como uma forma de combater as cólicas menstruais em 70% das vezes. Tanto que, das mulheres participantes do estudo, 90% disseram que recomendariam a masturbação para amigas que estão sofrendo de cólicas.

3.Fortalece o assoalho pélvico

Você já deve ter ouvido falar sobre questões de incontinência urinária que surgem com a idade ou até que acometem as mulheres temporariamente depois da gravidez. O assoalho pélvico é um conjunto de músculos, ligamentos, tecidos e nervos que suportam a sua bexiga, útero, vagina e reto – ou seja, manter essa região fortalecida e muito bem cuidada é importantíssimo a longo prazo! A boa notícia é que, sim, a masturbação exerce o papel de um exercício específico para o assoalho pélvico. E mais: o resultado é que um assoalho pélvico fortalecido garante orgasmos mais frequentes tanto durante a masturbação quanto durante o sexo a dois.

4.Melhora o sono

O clichê de que os homens dormem imediatamente depois do sexo têm um motivo: um estudo publicado na revista especializada Frontiers in Public Health comprovou que 54% dos entrevistados disseram ter um sono melhor depois da masturbação, e 47% disseram cair no sono mais rapidamente. – e os resultados não mostraram diferenças entre homens e mulheres. Ou seja, funciona para os dois!

De novo, o motivo para isso tem a ver com a liberação hormonal que acontece após o clímax: depois de 60 segundos do orgasmo, o organismo libera ocitocina, o que diminui o efeito do cortisol (o hormônio do estresse), melhorando a qualidade do sono.

5.Reduz o estresse e a ansiedade

Aliás, falando em estresse, é importante lembrar que a masturbação é uma ótima solução para lidar com o estresse ou a ansiedade. Mas isso você já entendeu, certo? Com a liberação da ocitocina pós-orgasmo, os níveis de cortisol no sangue diminuem e você se sente mais calma e relaxada. É por isso que a masturbação também costuma funcionar melhor para esse propósito do que o sexo a dois, já que a ação conjunta pode gerar uma série de riscos a saúde (como infecções sexualmente transmissíveis) e questões emocionais ou de autoestima. Sozinha, você se sente menos pressionada e, como resultado, relaxa ainda mais.

(Fonte: https://boaforma.abril.com.br/equilibrio/beneficios-masturbacao-saude/, data de acesso: 07/07/2022)

Curso de Sexologia: o guia completo!

https://www.stoodi.com.br/guias/cursos-e-profissoes/curso-de-sexologia/

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Dados de desemprego

““De acordo com o levantamento, ao final do 1º trimestre de 2022 o número de trabalhadores desempregados há mais de 2 anos era de 3,463 milhões – cerca de 29% do total de desempregados no país. (13 de mai. de 2022)””

(Fonte: https://g1.globo.com/economia/noticia/2022/05/13/mais-de-34-milhoes-de-brasileiros-estao-na-fila-do-desemprego-ha-mais-de-2-anos-aponta-ibge.ghtml, data de acesso: 28/06/2022)

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Milhões de brasileiros estão na fila do desemprego há mais de 2 anos, aponta IBGE

13/05/2022 às 19:30 – última atualização 16/05/2022 às 07:52

Redação Em Dia ES

Há mais de 2 anos era de 3,463 milhões – cerca de 29% do total de desempregados no país

Cerca de três em cada dez desempregados no Brasil estão em busca de uma recolocação no mercado de trabalho há mais de dois anos. É o que apontam os dados divulgados nesta sexta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o levantamento, ao final do 1º trimestre de 2022 o número de trabalhadores desempregados há mais de 2 anos era de 3,463 milhões – cerca de 29% do total de desempregados no país.

Trata-se da segunda maior proporção de desempregados há mais de 2 anos de toda a série da pesquisa, iniciada em 2012. Ela havia sido maior somente no trimestre anterior, o 4º de 2021, quando atingia cerca de 3,6 milhões dos desempregados, o que correspondia a 30,3% do total de brasileiros em busca de uma vaga no mercado naquele período.

O levantamento, realizado por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) é referente ao primeiro trimestre de 2022, quando o país registrava um contingente de mais de 11,9 milhões de desempregados.

Só é considerado desempregado aquele trabalhador que não está ocupado no mercado de trabalho, tem disponibilidade para trabalhar e está, efetivamente, em busca de uma vaga.

De acordo com o IBGE, ao final de março, a maior parte (40,8%) desses trabalhadores estava em busca de nova oportunidade de trabalho há mais de um mês, mas a menos de um ano.

Já a menor parcela (12,9%) estava na fila há mais de um ano, mas há menos de de 2 anos. Os que buscavam nova vaga há menos de um mês somavam 17,2% do total de desempregados.

Nº (em mil) de desempregados por tempo de procura por trabalho

Chamado desemprego de longa duração atingia 29% dos desempregados no país no 1º tri de 2022.

(Fonte: https://www.emdiaes.com.br/Noticias/Economia/milhoes-de-brasileiros-estao-na-fila-do-desemprego-ha-mais-de-2-anos-aponta-ibge, data de acesso: 28/06/2022)

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A população brasileira é composta por 48,2% de homens e 51,8% de mulheres

Estudo revela tamanho da desigualdade de gênero no mercado de trabalho

Publicado em 04/03/2021 – 10:05 Por Léo Rodrigues – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Levantamento divulgado hoje (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que 54,5% das mulheres com 15 anos ou mais integravam a força de trabalho no país em 2019. Entre os homens, esse percentual foi 73,7%. A força de trabalho é composta por todas as pessoas que estão empregadas ou procurando emprego.

(Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2021-03/estudo-revela-tamanho-da-desigualdade-de-genero-no-mercado-de-trabalho, data de acesso: 28/06/2022)

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Em 15 de julho, é celebrado, no Brasil, o Dia do Homem

Entretanto, essa mesma data é comemorada por muitas nações do exterior em 19 novembro. Ambas as datas têm o propósito de chamar a atenção da sociedade para problemas e circunstâncias que possam atingir, em especial, o sexo masculino. Além disso, ambas foram instituídas na década de 1990.

Quando o Dia do Homem surgiu?

No Brasil, a data foi proposta pela Ordem Nacional dos Escritores em 1992. Desde esse ano, as atenções para tal data vêm se tornando crescentes, sobretudo por parte de autoridades políticas e por núcleos de especialistas na saúde do homem.

(Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/datas-comemorativas/dia-internacional-homem.htm, data de acesso: 28/06/2022)

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“20 de Julho se comemora a Chegada do Homem à Lua”

No dia 20 de julho de 1969 o homem pisou na Lua pela primeira vez. Para comemorar esse marco histórico da exploração espacial, relembramos pontos principais da missão Apollo 11. Confira!

  1. O que foi Realizada pela NASA em julho de 1969, a missão Apollo 11 tinha como objetivo levar um homem até a Lua e trazê-lo de volta em segurança. Ela durou 8 dias e foi muito bem sucedida.
  2. Tripulação
    A bordo do módulo de comando Columbia, Michael Collins, Buzz Aldrin e Neil Armstrong foram os três astronautas enviados ao satélite natural.
  3. Grande Momento
    Neil Armstrong se tornou a primeira pessoa a pisar em superfície lunar. Buzz Aldrin foi em seguida.
  4. Na lua
    Enquanto Michael Collins controlava a aeronave em órbita ao redor da Lua, Armstrong e Aldrin foram responsáveis pela coleta de materiais da superfície. Ao todo, eles ficaram cerca de 21 horas e meia na lua.
  5. Contexto histórico
    No período da Guerra Fria, a Corrida Espacial foi a competição tecnológica entre Estados Unidos e União Soviética para ver quem realizaria o próximo grande feito espacial.
    Com a chegada do homem à Lua, os EUA venceram a “competição”.
  6. Importância
    O acontecimento foi um enorme marco na história, como dito pelo próprio Armstrong: “Um pequeno passo para um homem, um salto gigante para a humanidade”.
(Fonte: https://guiadoestudante.abril.com.br/estudo/chegada-do-homem-a-lua-6-fatos-sobre-a-apollo-11/, data de acesso: 27/06/2022)

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Dia 30 de Julho é conhecido, nacional e internacionalmente, como o “Dia de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas”

O dia 30 de julho é conhecido, nacional e internacionalmente, como o “Dia de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas”. A data foi instituída em 2013, pela Resolução A/RES/68/1921, da Assembleia Geral das Nações Unidas, a qual destacou a importância de um marco para a “criar maior consciência da situação das vítimas do tráfico de seres humanos e promover e proteger seus direitos”.

AUTORA: DENISE PASELLO VALENTE é advogada, mestre e doutora em Direito do Trabalho pela Universidade de São Paulo, e autora do livro “Tráfico de pessoas para exploração do trabalho”.

(Fonte: http://www.abrat.adv.br/index.php/textos/8989-30-de-julho-dia-mundial-e-nacional-de-enfrentamento-ao-trafico-de-pessoas-3, data de acesso: 28/06/2022)

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14 de Agosto – Dia dos Pais

Origem do Dia dos Pais

A criação da data comemorativa foi realizada nos Estados Unidos e a partir de então se expandiu para o mundo. Entretanto, muito tempo antes temos histórias de homenagem à figura paterna.

Há relatos que apontam para festejos em torno da figura do pai na Antiguidade. Reza a lenda que há cerca de 4 mil anos, na Babilônia, um jovem chamado Elmesu esculpiu uma mensagem para seu pai em argila desejando-lhe saúde e felicidade.

Nos Estados Unidos, depois de um acidente de mineração vitimar mais de 300 homens, no dia 5 de julho de 1908 foi realizada uma homenagem a todos os pais que faleceram no acidente. A iniciativa foi da filha de um pastor chamada Grace Golden Clayton, mas aconteceu apenas naquele ano.

Também nos Estados Unidos, Sonora Louise Smart Dodd (1882-1978) teve uma ideia ao ouvir uma mensagem referente ao Dia das Mães, comemorado desde 1860 no país. Inspirada na atuação de Ann Reeves Jarvis para reconhecer a data, ela decidiu fazer uma homenagem ao seu pai, William Jackson Smart (1842-1919). (CONTINUA…)

(Fonte: https://www.todamateria.com.br/historia-do-dia-dos-pais/, data de acesso: 28/06/2022)

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