O poder de se preparar para “o Poder”!

NOVEMBRO AZUL
Saúde do Homem
19 DE NOVEMBRO
Dia Internacional do Homem


Para maior compreensão da afirmativa acima, verifique que a primeira palavra “Poder” é o verbo que afirma ” que alguém tem a condição de fazer, pode se preparar para algo.

Segundo o dicionário O “VERBO PODER” significa a “capacidade ou possibilidade de alguém de fazer uma coisa”… Ter a capacidade ou a oportunidade de realizar algo, para o qual se prepara, ou já sabe como agir e /ou fazer algo de modo responsável.

E a segunda citação ” O PODER”! referência que se trata de alguém /alguma pessoa capaz e de pleno direito para agir, mandar, exercer autoridade porque se é alguém “capaz de… capaz para…” Segundo dicionário, na “Sociologia” o “Poder é a habilidade de impor a sua vontade sobre os outros, e informa que existem vários tipos de poder: o social, econômico, militar, político etc.

“O poder se expressa nas diversas relações sociais, e onde existem relações de poder, existe política, e a política se expressa nas diversas formas de poder.”

E, segundo a definição ainda além do Poder Político, temos o Poder Judiciário, o Poder Executivo, e o Poder Legislativo.

Portanto, cremos que a nossa titulação está numa afirmativa amplamente correta, e traz um alerta necessário:

O primeiro “Poder” é o de “poder se preparar adequadamente para exercer” todas as outras formas de “Poderes”: sociais, políticos, judiciais, executivos, legislativos etc. incluindo até o “respeito e aceitação” ao “Poder da cidadania”

“Cidadania é a expressão concreta do exercício da democracia. Exercer a cidadania plena é ter direitos civis, políticos e sociais…. É a qualidade do cidadão de poder exercer o conjunto de direitos e liberdades políticas, socioeconômicas de seu país, estando sujeito a deveres que lhe são impostos.”

Somente com o “poder da cidadania” se alcança o “Poder da Democracia”, e se permite de forma harmônica e justa, que todos os outros poderes sejam justos e nobres com o “POVO!”

Com esta breve análise, trazemos esta edição, e, ficaremos muito felizes em saber que cada leitor (ou leitora) reflita sobre o seu PRÓPRIO PODER, e a influência social dele.

Nossa gratidão a todos os colaboradores voluntários, e as autoridades que nos orientam de modo correto.

Fraternal abraço de Elisabeth Mariano e equipe.

FONTES DE REFERÊNCIAS:

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Entrevista com o Professor e Jornalista Prof. Manoel Carlos Conti

Perfil do Professor e Jornalista Prof. Manoel Carlos Conti

Manoel Carlos Conti

Manoel Carlos Conti

Meu nome é Manoel Carlos Conti. Tenho nascido em 1956 fiz 63 anos em maio desse ano. Perdi meus pais muito cedo, minha mãe quando eu tinha 2 anos e meu pai quando iria completar 7 anos. Fui criado pela minha avó e meu tios que de forma brilhante para a época viram meu talento para as artes. Minha avó conversou com o amigo dela Prof. Manuel Victor, fundador da Escola Panamericana de Artes e ali ganhei uma bolsa integral onde, após ver meus desenhos o próprio Manuel Victor disse que eu seria aluno dele.

Mais tarde, já trabalhando na Kodak/Curt, estudei Adm. de Empresas na Faculdade Anhembi Morumbi e consegui ser Professor ouvinte na Escola de Comunicações e Artes da USP por mais de 2 anos graças ao amigo Alvaro Moya, Prof. daquela Instituição e junto com ele auxiliei o andamento do Núcleo de Estudos de História em Quadrinhos.

Abri uma Escola de Artes e um Jornal em Campos do Jordão e assim consegui meu Mtb em Jornalismo.

Em 2016, já de volta a SP, contraí um raríssimo câncer de mama e como não achava material de pesquisa dirigido aos homens com essa doença, resolvi então escrever um diário com tudo que se passa no tratamento de Câncer.

Hoje, faço diagramação de Jornais, Revistas, Folders, Material de Publicidade e História em Quadrinhos.

No início desse ano participei de um curso dirigido pela Jornalista Lilian Liang na Dínamo Editora e conheci pessoas muitíssimo boas o que me levou a iniciativa de editar (pela internet) uma revista dirigida a pessoas com mais de 60 anos à qual denominei Magazine 60+ e a revista está no número 5 com uma boa visualização.

Contato:

Whatsapp: (11) 98890-6403
Site: https://contandoarte.webnode.com
E-mail: contihq@hotmail.com

Segue abaixo o link do meu livro Cicatrizes de uma Vida:

OBS.: Respeitamos a Liberdade de Expressão de todas as pessoas. As opiniões aqui expressas NÃO refletem as da TV ESPAÇO HOMEM, sendo estas de total responsabilidade das pessoas aqui entrevistadas.

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Entrevista com o Sarg. Mauro Navarro Oliveira

Mauro Navarro Oliveira

Perfil do Sarg. Mauro Navarro Oliveira

Mauro Navarro Oliveira

GRADUADO EM DIREITO, GRADUANDO EM CIÊNCIAS SOCIAIS. MILITAR DO EXÉRCITO – SGT.

Profissional com mais de 30 anos de experiência na área Militar. Participou de diversas missões no exterior dentre elas Missão de paz das Nações Unidas para estabilização do Haiti. MINUSTAH.

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

Atuou por mais de 5 anos na área de inteligência, integrou por 5 anos o Gabinete de Segurança Institucional atuando na Segurança Pessoal de Chefe de Estado.

Participou de diversas atividades de ajuda humanitária – Congo – Haiti. Possui experiencia em Operações de resgate em estruturas colapsadas, montanha e salvamento aéreo resgate. Atualmente trabalha no Programa emergencial de abastecimento de água no semiárido nordestino.

Ouça a entrevista: Rádio Espaço Homem – 2019-11-15 – Sarg. Mauro Navarro Oliveira

https://drive.google.com/open?id=1gxoL4LLBWmXygDKJ3KTVC3lbYP8y8BNc

OBS.: Respeitamos a Liberdade de Expressão de todas as pessoas. As opiniões aqui expressas NÃO refletem as da RÁDIO ESPAÇO HOMEM, sendo estas de total responsabilidade das pessoas aqui entrevistadas.

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Grupo faz atendimento jurídico gratuito para lutar pelos direitos das minorias

02 Novembro 2019

Com foco em injustiças sociais, um grupo de universitários e advogados do Rio de Janeiro faz atendimento jurídico gratuito para lutar pelos direitos das minorias.

O Núcleo de Prática Jurídica da FACHA trabalha em causas relacionadas aos direitos dos idosos, portadores de HIV/AIDS, vítimas de violência doméstica e direito dos animais. Além disso, presta assessoria jurídica à homossexuais, transexuais, integrantes da população negra, pessoas com necessidades especiais e a todos que sofrem com a intolerância e a discriminação.

Por lei, todos têm direito a um advogado, mas sabemos que na prática a coisa não é bem assim. Aliás, atire a primeira pedra quem nunca passou ou presenciou esse tipo de situação. Dentro do ambiente acadêmico das Faculdades Integradas Helio Alonso, os alunos de Direito exercem suas atividades práticas de forma supervisionada, dando assistência jurídica às pessoas economicamente carentes, como às das comunidades do Alemão, Salgueiro e Santa Marta.

As ações são feitas sob a coordenação do professor Marcelo Dealtry Turra, que contou ao Razões para Acreditar um pouco sobre a jornada de 10 anos no NPJ e dos 30 anos de profissão, apontando para as inúmeras as vezes que se surpreendeu ouvindo histórias marcantes e inspiradoras. “O sofrimento humano não tem limite.

Hoje atendo um caso que me emociona e me faz chorar. No dia seguinte, somos demandados para tentar solucionar um conflito pior. Mesmo que o objetivo do Núcleo de Prática Jurídica seja o de ensinar aos acadêmicos o exercício da advocacia, compreendo que o maior dos aprendizados é o humano -, o contato direto, frio e com muita dor -, com os dramas pessoais trazidos por cada um dos clientes para nós. É a vida real.”

As maiores demandas estão relacionadas à área da saúde e lá na década de 1980, durante o auge da pandemia de AIDS, já houve avanços por conta de seu trabalho. “Fomos procurados por um cliente que necessitava ser internado em decorrência de complicações por conta de sua sorologia positiva para o HIV. Como era de se esperar naquela época, o plano de saúde negou a cobertura, querendo que o cliente voltasse para casa. Conseguimos naquele momento uma liminar obrigando a que o plano de saúde garantisse a internação e tudo o mais que aquele cliente viesse a necessitar em decorrência de seu problema de saúde. Estávamos diante de uma das primeiras decisões liminares no Brasil nesse sentido”, recordou.

As conquistas do grupo foram se acumulando ao longo dos anos, desde a extinção da tração animal – prática que tem sido alvo constante de denúncias por parte de ONGs – na ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro, até a luta de 40 anos da atriz Yeda Brown, uma mulher trans idosa, pelo seu direito ao nome social no documentos de identificação. Sua história rendeu até mesmo casamentos perdidos por conta da burocracia. Marcelo indicou que há um um aumento a cada dia na demanda de retificação no assentamento de nascimento do nome e do gênero de clientes transexuais.

“Os problemas envolvendo questões de gênero chegam às vezes a nos impressionar. Pessoas que nasceram sem conseguir se reconhecer em seu corpo, fragilizadas emocionalmente e constantemente desrespeitadas em sua dignidade humana nos trazem – tanto para mim, quanto para os meus advogados que integram a equipe e nosso corpo discente – um aprendizado que muito dificilmente teríamos possibilidade de ter.”

Para se ter uma ideia, as violações de direitos humanos ao público LGBT estão em segundo lugar dentre as denúncias que mais crescem no Disque 100, canal da Secretaria de Direitos Humanos do Ministério da Justiça. Quem lidera o número são as queixas de racismo e injúria social. Marcelo explica que há duas hipóteses para tratar esse tema: o parágrafo 3º do art. 140 do Código Penal e a Lei 7.716/89, que tratam de injúria por preconceito e o crime de racismo. “A diferença básica entre eles é que, no primeiro, a ofensa é dirigida a alguém, enquanto no outro a ofensa é dirigida à determinado grupo ou à coletividade. Em ambos os casos, aqueles que se acharem vítimas devem comparecer à Delegacia Policial mais próxima e Registrar a Ocorrência do fato.”

O advogado ressalta ainda que, embora denúncias online e em redes sociais ajudem a expor as mazelas e discrepâncias sociais e violações de direito vivenciadas por minorias, é preciso ter cautela. “Conteúdos de denúncia em redes sociais ou meios semelhantes, mesmo que apreciados pelo judiciário, não apresentam condições de influenciar decisões judiciais se não estiverem devidamente provados. Cabe ainda destacar o cuidado que o usuário das redes sociais deve ter ao realizar denúncias. Mesmo que legítimas, não devem ser desmedidas ou sem meios de comprovação, caso contrário pode ensejar algum tipo de pleito de reparação civil ou até mesmo penal.”

Apesar de estar ciente do quanto o sistema judiciário no Brasil pode ser falho, especialmente com quem não têm condições financeiras e ou conhecimento das leis, Marcelo faz uma reflexão contundente ao pontuar o quanto é urgente a mudança da nossa cultura. “A interpretação da Constituição, na atualidade, parece que é feita muitas das vezes em proveito de uns e em detrimento de outros. Deveríamos ter sim noções de Direto ou algo assemelhado nas escolas. Traria uma cultura jurídica valiosa. Mas será que é isto mesmo que está faltando? Não seria o contrário, onde as pessoas não precisassem se submeter a tantas leis para determinar suas ações, sendo guiadas principalmente por princípios e valores? É uma questão estrutural de educação até porque um povo educado necessitará cada vez menos de leis.”

Ele aproveita para citar o Japão como exemplo, país com o menor índice de advogados por habitante, de onde podemos extrair lições importantes. “Eles consideram uma falência total das relações humanas ter que levar para o judiciário a solução de algum conflito. Há a noção do respeito ao próximo: parte-se do pressuposto que o seu interlocutor sempre tem razão; não se eleva a voz; enfim, a tentativa é de se chegar a um acordo. Quando se procura um advogado e os préstimos da justiça por lá, isso é vergonhoso para todos uma vez que, de certa forma, há a percepção de que as pessoas falharam.”

Tentando reparar os erros do sistema, Marcelo segue sua carreira colocando boas iniciativas dentro do Núcleo que coordena e compartilha conosco os planos futuros, aumentando ainda mais a rede de apoio para dar voz àqueles que possuem até mesmo o direito de existir negado. “Pretendemos iniciar num curto espaço de tempo a assessoria jurídica aos refugiados e trabalhar com a questão da saúde mental e o direito, campo vastíssimo onde se percebem violações dos mais básicos direitos. Já estamos iniciando no NPJ um trabalho com as pessoas que vivem em situação de rua, deixando claro aos nossos acadêmicos de direito que elas de forma alguma podem continuar sendo invisíveis.”

Todos os casos apoiados pela NPJ são pró bono, ou seja, em trabalho voluntário. “É um requisito nosso. Assessoramos juridicamente aqueles que não têm condições econômicas de arcar com os custos de um procedimento judicial, honorários de advogado e custas judiciais nas quatro áreas do Direito: civil, penal, de família e sucessões e trabalhista. Basta que estas pessoas comprovem sua impossibilidade financeira que serão atendidas, receberão consultoria e se for o caso, o patrocínio de nossos advogados.”

Existem diversos Núcleos de Práticas Jurídicas espalhados por universidades de todo o Brasil. Havendo a necessidade, não hesite em procurá-los para conhecer e lutar pelos seus direitos, assim como fez a guerreira Yeda Brown. A jornada da primeira mulher trans brasileira em busca de um direito básico virou um pequeno documentário, do qual Marcelo Turra fez a produção executiva.

(Fonte: http://www.asdbnoticias.com.br/index.php/cidadania/1426-grupo-faz-atendimento-juridico-gratuito-para-lutar-pelos-direitos-das-minorias, data de acesso: 02/11/2019)

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Artesão já fez mil casinhas para cães abandonados de graça

02 Novembro 2019

No fim de semana mostramos a história do eletricista do Rio Grande do Sul que constrói centenas de casinhas pra cães abandonados. Agora soubemos de um artesão que faz o mesmo, na garagem da casa dele no Distrito Federal.

Ubiratan Coelho, de 53 anos, é aposentado e mora no Recanto das Emas, cidade a 40 km do centro de Brasília.

Ele conta que o projeto Amigos dos Animais começou em 2014. “Nesse tempo todo já fiz mais de mil casinhas”, disse em entrevista ao SóNotíciaBoa.

Tudo começou quando apareceu um cachorro machucado na porta de casa dele.

“Ele olhava assim pra mim, parecia que pedia socorro e eu falei, tenho que fazer alguma coisa para ajudar”, lembra Ubiratan.

A partir daí, o protetor dos animais, como é conhecido na região, não parou mais.

Ele constrói casinhas com materiais recicláveis – caixa de papelão e saco de ração – para animais sem dono e as distribuí gratuitamente.

Sempre que encontra um cãozinho ou gato dormindo ao relento, ele pega uma das casinhas e coloca perto do animal, juntamente com ração e água limpa.

Doações

Ubiratan faz o trabalho voluntariamente e precisa de doações de ração para cães e gatos, além de materiais para construir as casinhas.

Para ajudar o artesão ligue para 61 99106-2131.

Lei

Em agosto deste ano, o Congresso Nacional aprovou projeto de lei (PLC 27/2018) que deixa de considerar animais como coisas, além de reconhecer que eles têm sentimento, na tentativa de inibir ainda mais o abandono dos bichinhos.

SAIBA MAIS EM: http://www.asdbnoticias.com.br/index.php/quem-somos

(Fonte: http://www.asdbnoticias.com.br/index.php/boas-acoes-2/1417-artesao-ja-fez-mil-casinhas-para-caes-abandonados-de-graca, data de acesso: 03/11/2019)

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Por que os homens são responsáveis por 95% dos homicídios no mundo?

Margarita Rodriguez

BBC Mundo

‘A concentração de assassinatos cometidos por homens jovens é uma constante nos estudos do crime, afirma o professor da Universidade de Cambridge, Lawrence Sherman.’

A violência é predominantemente cometida por homens jovens no mundo inteiro.
Estudo sobre homicídios feito pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e publicado em 2014 aponta que 95% dos assassinos no mundo são homens. Eles também são a maioria das vítimas de mortes violentas.

Mas por que as mulheres, que representam pouco mais de 50% da população mundial, cometem muito menos homicídios que os homens?

Acadêmicos há anos tentam buscar respostas para essa pergunta. Os achados empíricos variam e as explicações vão desde testosterona a diferentes tipos de socialização.

(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-37730441, data de acesso: 02/11/2019)

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Tratar o agressor, solução inovadora

Autores de agressões frequentam as Tardes de Reflexão, no DF, coordenadas pelo psicólogo Luís Henrique Aguiar

Os autores de agressões contra mulheres poderão ter a chance de rever seu comportamento e adotar novas formas de conduta, caso a Câmara dos Deputados confirme decisão do Senado, que, no dia 31 de março, aprovou uma proposta tida como uma das grandes inovações no enfrentamento à violência de gênero: os programas de reeducação dos homens que praticam atos ofensivos à integridade das mulheres.

O projeto (PLS 9/2016), da Comissão de Direitos Humanos (CDH) e que passou no Plenário da Casa, é uma das recomendações da avaliação feita pelo próprio colegiado sobre a política pública a cargo do governo federal. O texto altera a Lei Maria da Penha e amplia as medidas protetivas da mulher previstas no artigo 23.

“Cuidar de um agressor é proteger diversas futuras vítimas, não só a vítima em si, a família da vítima, a família do agressor, o próprio agressor, a sociedade como um todo”, explicou a psicóloga Luciana Beco, integrante do serviço prisional de saúde do Distrito Federal em debate na CDH em dezembro de 2015. Foi essa rodada de discussões que forneceu o conjunto de informações factuais, estatísticas e teóricas para a elaboração do projeto. “A prática puramente punitiva aplicada pelo Direito Penal brasileiro não tem impacto na diminuição da reincidência da violência e nem tampouco na mudança no comportamento sexual humano”, observou Luciana.

O encaminhamento a esse tipo de programa, já recomendado por organizações internacionais e pelo Ministério Público do Brasil, está previsto no artigo 45 da Lei Maria da Penha, mas apenas para presos. A alteração feita pelo projeto aplica-se mesmo na fase de inquérito policial, que é anterior ao processo na Justiça, e facilita a prevenção de novas agressões.

Escuta terapêutica

“Não existem monstros. Não há nenhum marciano. São seres humanos capazes de atos monstruosos. Mas nós percebemos no presídio que, quando eles são olhados como pessoas, passam a se comportar como pessoas”, diz a psicóloga, que recomenda um acompanhamento prolongado desses homens para evitar a reincidência.

Segundo a subsecretária de Políticas para as Mulheres do Distrito Federal, Lúcia Bessa, os Núcleos de Atendimento às Famílias e aos Autores de Violência Doméstica (Nafavds) nasceram de um termo de cooperação técnica com o Ministério Público e prestam atendimento aos autores de violência doméstica e também aos familiares envolvidos. Esse atendimento objetiva “o empoderamento e a escuta terapêutica das mulheres e dos seus dependentes, vítimas da violência e, quanto aos agressores, busca a responsabilização pelas violências praticadas em um contexto reflexivo que favorece a construção de alternativas à violência para a resolução de problemas familiares”. Em 2015 foram realizados 9.427 atendimentos multidisciplinares no âmbito dos Nafavds.

O psicólogo Luís Henrique Aguiar, coordenador das Tardes de Reflexão, explica que os homens encaminhados ao programa — parceria do Ministério Público com o governo do DF — estão em algum estágio de processo judicial com base na Lei Maria da Penha. “Procuramos desmistificar a violência como algo banal ou naturalizado. Eles precisam assumir o que fizeram para que haja alguma mudança ou aprendizado”, explica em vídeo postado no YouTube (https://goo.gl/KtYzk2).

Conforme testemunhou na CDH Jamilson Haddad Campos, juiz da Primeira Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Cuiabá, “o Brasil dá passos largos no enfrentamento da violência [de gênero]”.

Atrevimento

O programa Lá em Casa Quem Manda É o Respeito, de Mato Grosso, procura reeducar presidiários por meio de atendimento psicológico e palestras. “Eles passam a contar as suas histórias de homens sofridos, que viram a mãe sendo espancada pelo pai ou padrasto, de homens que apanharam muito também na infância e que tiveram que pegar mulheres para provar sua masculinidade”, contou às senadoras a promotora de Justiça Lindinalva Rodrigues Dalla Costa.

Assim como em Mato Grosso e no Distrito Federal, no Rio Grande do Norte as equipes de atendimento procuram demover os agressores da crença de que têm o direito a golpear as companheiras por serem “suas”. E de acreditarem que isso não é crime.

Promotora de Justiça, Erica Veras relata trabalho de conscientização que evitou reincidência

“Eu não bati nela, eu bati no atrevimento dela”, ouviu de um desses homens a promotora de Justiça Erica Veras, responsável pelo programa Grupo Reflexivo de Homens. Do mesmo modo que no DF, em Natal optou-se pela denominação “autor de agressão”, em vez de “agressor”. A ideia é fugir ao reforço negativo do estigma e facilitar a absorção de novos conceitos e atitudes. Erica compartilha a convicção de que o conteúdo machista “é um padrão aprendido, passado de geração em geração”.

Apesar desse contexto difícil, os resultados animam. “Nós esperávamos reduzir em 50% [as agressões], mas temos três anos de funcionamento e mais de 300 homens já passaram pelo grupo em três cidades diferentes do Rio Grande do Norte.

Surpreendentemente, mantemos o índice de reincidência zero”, relatou a promotora. Muitos dos participantes se dizem gratificados pelo novo status. Chegam inclusive a voltar ao grupo, ávidos por “participar de novo”.

A senadora Fátima Bezerra (PT-RN) elogiou as iniciativas, mas se disse preocupada com uma avaliação mais rigorosa e sistemática das políticas públicas nesse setor.

(Fonte: https://www12.senado.leg.br/emdiscussao/edicoes/saneamento-basico/violencia-contra-a-mulher/tratar-o-agressor-solucao-inovadora, data de acesso: 03/11/2019)

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Rapaz de 18 anos faz as receitas de doces mais extravagantes do Instagram

Igor Rocha chega a gastar mais de 3 000 reais por mês com ingredientes como Leite Ninho, Paçoquita e Nutella

Por Guilherme Queiroz

access_time7 jan 2019, 19h26 – Publicado em 7 jan 2019, 19h19

É doce a receita que fez bombar a conta do Instagram @byigorhealthy, com mais de 1,4 milhão de seguidores.

Os posts que chegam a ter mais de 100. 000 curtidas são voltados para os amantes de bolos extravagantes, explodindo com chocolate em calda e cobertura de Leite Ninho, e, sobremesas de variados tipos, de brigadeirões a tortas geladas.

(Fonte: https://vejasp.abril.com.br/comida-bebida/instagram-igor-rocha-doces/, data de acesso: 03/11/2019)

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Batatas Dauphines

Ingredientes:

  • 3 ½ colheres de sopa de manteiga;
  • ½ xícara de água;
  • ½ xícara de farinha de trigo;
  • 2 ovos;
  • 3 batatas médias (450grs.) cozidas e passadas pelo espremedor;
  • sal e pimenta do reino branca a gosto;
  • óleo para fritar.

Modo de preparo:

  1. Leve ao fogo médio uma panela com a manteiga e a água.
  2. Quando levantar fervura, junte a farinha de uma só vez, mexendo sempre com uma colher de pau.
  3. Cozinhe, sem parar de mexer, até a massa formar uma bola que desprenda do fundo da panela.
  4. Apague o fogo e deixe descansar por 3 min.
  5. Junte os ovos, um a um, mexendo vigorosamente.
  6. Acrescente a batata espremida e tempere com sal e pimenta.
  7. Em uma frigideira aqueça uns 3 cms. de óleo.
  8. Frite aos poucos 1 colher de chá da massa preparada até dourar.
  9. Deixe escorrer em papel absorvente e sirva ainda quente.

OBS: Estas batatas servem de acompanhamento. Podem também ser servidas como aperitivo, se você adicionar à massa ¼ xícara de chá de queijo ralado ou em cada colherada um pedacinho de anchova ou de linguiça defumada.

(Fonte: https://www.homemnacozinha.com/, data de acesso: 03/11/2019)

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31 de outubro – DIA NACIONAL DA POESIA

Novembro Azul
Saúde do Homem

Dia 21 de outubro
DIA DO ECUMENISMO
(e, DIÁLOGO INTERRELIGIOSO)
Dia 25 de outubro
DIA DA DEMOCRACIA


Nosso “Olá “desta vez é uma homenagem aos homens que são poetas, no dia a dia, ou na eternidade… com sua intuições e sensibilidades, com a própria harmonia em busca da felicidade, descreve o que lhe vai na alma, e, encanta quem com ele tenha a sorte de dividir o tempo e o espaço.

Esperamos que você goste das nossas pesquisas nesta edição e aceite esta linda poesia.

Nossa gratidão eterna aos nossos colaboradores! Elisabeth Mariano e equipe ESPAÇO HOMEM

Nossa homenagem aos homens poetas que declamam o amor, e sobrevivem nos séculos!

O HOMEM E A MULHER

O homem é a mais elevada das criaturas;

A mulher é o mais sublime dos ideais.

O homem é o cérebro;

A mulher é o coração.

O cérebro fabrica a luz;

O coração, o AMOR.

A luz fecunda, o amor ressuscita.

O homem é forte pela razão;

A mulher é invencível pelas lágrimas.

A razão convence, as lágrimas comovem.

O homem é capaz de todos os heroísmos;

A mulher, de todos os martírios.

O heroísmo enobrece, o martírio sublima.

O homem é um código;

A mulher é um evangelho.

O código corrige; o evangelho aperfeiçoa.

O homem é um templo; a mulher é o sacrário.

Ante o templo nos descobrimos;

Ante o sacrário nos ajoelhamos.

O homem pensa; a mulher sonha.

Pensar é ter, no crânio, uma larva;

Sonhar é ter, na fronte, uma auréola.

O homem é um oceano; a mulher é um lago.

O oceano tem a pérola que adorna;

O lago, a poesia que deslumbra.

O homem é a águia que voa;

A mulher é o rouxinol que canta.

Voar é dominar o espaço;

Cantar é conquistar a alma.

Enfim, o homem está colocado onde termina a terra;

A mulher, onde começa o céu.

Victor Hugo

https://www.pensador.com/frase/MzIzNDI/

SOBRE VICTOR HUGO

Victor Hugo (1802-1885) foi um dos maiores escritores românticos da França no século XIX, autor de “Os Miseráveis” e o “Corcunda de Notre Dame”, entre outras obras célebres.

Biografia de Victor Hugohttps://www.pensador.com/autor/victor_hugo/biografia/

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