Brasileiros relatam assédio e outros problemas com apps de táxi

Por Stephanie Hering – em 12/12/2014 às 17h23

“Há dois anos, o Brasil recebeu os primeiros aplicativos de chamada de táxi. Desde então, os apps não só facilitaram a vida de quem usa o meio de transporte, mas também receberam inúmeras ferramentas como pagamento in-app e até mesmo seção de “achados e perdidos”.

No entanto, como toda novidade, é comum que uma ideia inovadora passe por alguns problemas de percurso. Usuários estão relatando contratempos ao usar os aplicativos de táxi, incluindo até mesmo assédio sexual, prática considerada crime previsto em lei.

Deb Xavier, 28, empresária, foi uma das vítimas do assédio por meio do app. “Chamei um táxi pelo Easy Taxi. Depois que desci, o taxista começou a me mandar mensagens pelo WhatsApp. ‘Por que não tem foto sua no Whats?’ Eu não respondi. Ele disse: ‘Eu sei que você viu. Sua voz é demais. Você é muito sexy”, relatou ao Olhar Digital.

A empresária contou ainda que na hora, sentiu repulsa pelo ocorrido e resolveu apenas deletar a conversa no WhatsApp. “Me arrependi depois porque deveria ter mandado à equipe, mas por sorte, o taxista parou de me escrever”.

Segundo o Easy Taxi, a orientação nestes casos é sempre denunciar o motorista. “Temos tolerância zero para esse tipo de caso. O usuário pode e deve denunciar o taxista pelo próprio aplicativo, e-mail ou telefone”, explica Dennis Wang, cofundador do Easy Taxi.

O app adota também suspensões de acordo com a gravidade do caso. “Se um taxista deixa de atender um chamado, ele recebe uma suspensão leve. Caso haja reincidência, o período aumenta e por aí vai”, exemplifica. No caso de assédio sexual, a política da Easy Taxi é bloqueio total do motorista.

Caso o episódio seja mais grave e precise de dados pessoais, o app ainda pode entregar informações do taxista. “Respeitamos a política de privacidade tanto do passageiro como do motorista, contudo, se um delegado, munido de um mandado, pedir telefone, nome completo e outras informações, estamos prontos para colaborar”, garante Dennis.

Recentemente, o Easy Taxi atualizou sua versão e ficou sem o recurso de feedback para usuários iOS. De acordo com Wang, isso ocorreu por conta de uma otimização do app e o recurso deve voltar para o sistema da maçã no começo de 2015. Tanto no Easy Taxi como no 99Taxis, seu principal concorrente, existe a possibilidade de deixar um comentário sobre o taxista.

“A intenção do aplicativo de táxi é sempre tornar o transporte mais prático e seguro. Na teoria, as pessoas estão expostas em qualquer situação e por conta de nossa rigorosa verificação, a ideia é que problemas como esse não ocorram. Por conta disso, estamos preparando ferramentas que substituam nome e número de telefone do passageiro, como uma ID”, revela Wang.

Para Deb Xavier, outra boa solução seria criar outros filtros de avaliação. “Além do ranking em estrelas ou comentários, seria legal se os aplicativos tivessem filtros. Um bom táxi vai muito além de ‘aceita cartão'”, comenta.
Motorista e carro diferente do informado

Outro problema recorrente em aplicativos de táxi é a chegada no local de carro ou motorista diferente do informado. No caso do publicitário Thulio Santos, 28, o problema foi com o veículo.

“Estava com minha esposa numa balada e pedimos um táxi no 99Taxis. Apareceu que um Clio sedan iria buscar a gente, mas quando saímos do local era uma Meriva. Perguntamos ao motorista o que tinha acontecido e ele disse que havia trocado de carro fazia pouco tempo e não tinha atualizado a conta dele no aplicativo”. Santos sentiu desconfiança, mas disse que embarcou mesmo assim.

Já com o coordenador de suporte técnico Gilberto Nascimento, 32, um motorista não credenciado atendeu seu pedido. “Chamei um táxi e logo que entrei, vi outra pessoa no lugar do taxista indicado. O motorista disse que o cadastrado no 99Taxis era seu sogro, mas que ele estava ajudando-o naqueles dias”, disse ao Olhar Digital.

Como explica Paulo Veras, CEO do 99Taxis, quando o motorista troca de veículo, ele deve avisar da mudança e enviar sua documentação nova. “Se ele esquece de fazê-lo – e isto ocorre mesmo com boa-fé – e formos notificados do fato por um passageiro, o motorista é imediatamente suspenso do aplicativo até enviar a documentação do carro novo”, afirma. O app ainda avisa que caso o taxista reincida no problema, ele pode ser removido definitivamente.

Em relação ao uso do 99Taxis por taxistas diferentes, a política é o bloqueio imediato. “É expressamente proibido ao motorista ceder seu cadastro/aplicativo para terceiros utilizarem, ainda que sejam taxistas regulamentados”, afirma Veras. O 99Taxis também recomenda que os usuários sempre relatem problemas pelo aplicativo, e-mail ou telefone.

“Quanto mais e melhor as pessoas interagirem, melhor a qualidade de atendimento e do algoritmo do aplicativo”, defende Dennis Wang, do Easy Taxi.”

(Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/brasileiros-relatam-assedio-e-outros-problemas-com-apps-de-taxi/45704)

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Homem solteiro ganha na justiça de Pernambuco direito a Licença Paternidade

Justiça cedeu 180 dias para o pai cuidar da criança sendo remunerado

Publicado em 13/10/2014, às 15h07 Do JC Online

Um homem ganhou na justiça uma licença paternidade remunerada de 180 dias para cuidar do seu filho de 4 anos, adotado em julho deste ano. A decisão foi do juiz federal substituto da 9ª Vara Federal, Bernardo Monteiro Ferraz. A decisão, de caráter liminar, foi determinada em 30 de setembro e cabe recurso junto ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5).

Mauro Bezerra, 49 anos, é servidor federal da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), e pleiteava a licença para ter mais tempo de convívio junto à criança – que antes morava no Abrigo Estadual de Crianças e Adolescentes de Garanhuns (CEAC), no Agreste do Estado – desde o dia 17 de julho desse ano, quando finalizou o processo de adoção.

O servidor, que não é casado, chegou a solicitar o pedido junto à Sudene, mas não teve sucesso. A decisão do Pernambucano é inédita no país. O tempo de 180 dias só havia sido concedido anteriormente na Justiça Federal a mães solteiras e casais homoafetivos, adotantes de crianças com menos de um ano de idade.

(Fonte: http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cidades/geral/noticia/2014/10/13/homem-solteiro-ganha-na-justica-de-pernambuco-direito-a-licenca-paternidade-150782.php, data de acesso 10/12/2014)

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Aparelho pode ajudar a verificar se substâncias encontradas em cenas de crimes são ou não ilícitas

Publicada em: 14/07/2014

Há muito tempo já existe o bafômetro. Esse aparelho portátil, por meio de reações químicas fornece informações sobre a ingestão ou não de bebidas alcoólicas. Ele é usado principalmente por policiais, já que dirigir alcoolizado é um crime. Mas e se alguém ingeriu alguma droga ilícita? É possível que o policial afirme com certeza que essa pessoa não poderia estar dirigindo? É complicado, já que até o momento não existem aparelhos como o bafômetro que detectam se alguém está drogado.

Pela aparência, não dá para saber que substância é essa. Porém, um grupo coordenado por Marcelo Firmino de Oliveira, do Departamento de Química da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP de Ribeirão Preto, resolveu criar um aparelho que poderá auxiliar os policiais e os peritos na identificação de drogas de abuso. Por enquanto, ainda não foi desenvolvido um método para verificar se a pessoa usou ou não a droga, portanto não é ainda um “drogômetro”, mas é um aparelho que poderá verificar se substâncias encontradas em cenas de crimes são ou não ilícitas.

Esse aparelho ajudará, assim, a identificar drogas como cocaína, maconha, LSD e ecstasy. Para os peritos, é difícil confirmar se uma substância é ou não uma droga, já que a cocaína, por exemplo, é um sólido branco muito parecido com amido de milho ou farinha, enquanto o ecstasy é vendido na forma de comprimidos que podem ser disfarçados, podendo ser confundidos, por exemplo, com medicamentos.

Marcelo Firmino coordenou a pesquisa

Tal aparelho funciona com eletrodos quimicamente modificados. Assim, quando em contato com a droga, há uma reação eletroquímica que mostra se a substância é ou não a droga. Até o momento, os testes são feitos com reagentes colorimétricos. Por meio de uma reação química, cuja evidência é a mudança de cor, o perito sabe se a substância é ou não uma droga. Porém, a reação química não é tão específica, pois o perito pode encontrar uma substância que parece ser cocaína, que é ilícita, quando na verdade é a lidocaína ou a procaína, que são substâncias lícitas, usadas como analgésicos.

Outros aparelhos já bem conhecidos e usados pelos cientistas, como o cromatógrafo a gás, também podem ser usados com muita especificidade. Mas esses aparelhos são caros, pesados, grandes e não podem ser levados para a cena do crime. Assim, a amostra deve ser levada para um laboratório.

Aparelho inventado por Marcelo

O aparelho inventado por Marcelo é mais específico que o método colorimétrico e mais portátil que o cromatógrafo a gás. Além de verificar se é ou não uma substância ilícita, ainda mostra a quantidade de substância que está presente na amostra. Esse valor é determinado por meio da corrente elétrica que é gerada na reação eletroquímica Sabendo o teor da droga na amostra, os policiais podem saber de onde ela veio e, assim, podem ir atrás do traficante.

Tomara que a pesquisa avance e que, em breve, seja possível saber por um aparelho semelhante ao bafômetro se uma pessoa ingeriu ou não determinada droga, sem ser preciso fazer um exame toxicológico de sangue. Só a existência desse “drogômetro” já poderia diminuir a ingestão de drogas de abuso por motoristas, que ficariam preocupados com altas multas, prisões e outras sanções legais.

(Fonte: http://clickeaprenda.uol.com.br/portal/mostrarConteudo.php?idPagina=23707, data de acesso 09/12/2014)

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Cofundador da Microsoft doa US$ 100 milhões para pesquisa de células

Por Marcelo Rodrigues 09 dez 2014 – 10h 32

O bilionário norte-americano Bill Gates é bastante conhecido por suas doações e incentivos para fundos de pesquisa, mas outro dos fundadores da Microsoft também faz a sua parte quando o assunto é filantropia. Paul Allen anunciou na segunda-feira (8) que deve investir US$ 100 milhões (R$ 260 milhões) na criação de um instituto dedicado a investigar as células do corpo humano e criar modelos que podem ser compartilhados por pesquisadores de todo o mundo.

A ideia básica é que o Allen Institute for Cell Science faça algo próximo do estudo feito com o genoma humano, mapeando o funcionamento das numerosas células e acelerando as pesquisas relacionadas a doenças. “Células são as unidades fundamentais da vida, com cada doença que conhecemos afetando um tipo específico delas. Os cientistas aprenderam bastante sobre as 50 trilhões de células em nosso corpo nas últimas décadas, mas criar um modelo celular abrangente exige uma abordagem diferente”, explica o empresário.

“Criamos o Allen Institute for Cell Science como uma força catalizadora para integrar tecnologias e abordagens em grande escala e prover recursos de qualidade a toda a comunidade científica”, afirma Paul, que já foi diagnosticado com câncer duas vezes. “Nossa esperança é que esses esforços vão antecipar o tratamento de diferentes doenças”, comenta.

Para entender como a informação armazenada nos genes é traduzida para as células vivas – e o que dá errado quando ocorrem as doenças –, o instituto deve utilizar uma abordagem multidisciplinar e colaborativa de ciência, com o objetivo de responder essas questões levantadas. Iniciando com o projeto Allen Cell Observatory, os cientistas devem produzir uma base de dados visual e dinâmica, além de modelos animados de cada elemento das células em funcionamento, integrando informações de diferentes vertentes da ciência.

(Fonte: http://www.tecmundo.com.br/ciencia/69091-cofundador-microsoft-doa-us-100-milhoes-pesquisa-celulas.htm, data de acesso 09/12/2014)

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Vendas de tablets aumentam 103% em volume no Brasil

15 de outubro de 2014 por Redação iMasters

Estudo da GfK indica que País segue tendência mundial de expansão dos mercados de smartphones e tablets e redução de vendas de notebooks.

“Embora ainda tenha grande importância no mercado brasileiro, as vendas de notebooks apresentam sinais de seguir a tendência mundial de queda, em razão da expansão dos tablets. No mundo, a participação do faturamento de notebooks no segmento de eletrônicos caiu de 11% para 8% entre 2011 e 2014. No Brasil, enquanto o mercado de tablets cresceu 48% em valor e 103% em volume de janeiro a julho de 2014, as vendas de notebooks caíram 9% em valor e 14,5% em volume, em relação a igual período do ano passado.

Os smartphones ampliaram sua participação em valor no mercado brasileiro de eletrônicos de 28% para 38%, de janeiro a julho de 2014, comparado com o mesmo período do ano anterior, e mesmo apresentando desaceleração no crescimento. A categoria crescee 90% em volume e 75% em valor no período analisado. Esses dados foram apresentados na 11ª Conferência Anual da GfK, uma das maiores empresas de pesquisa de mercado do mundo. O evento, realizado na semana passada em São Paulo, teve como tema “A Importância do Entretenimento em Ano de Copa”.

“Esses resultados mostram a necessidade de o mercado de notebooks se reinventar para enfrentar a concorrência com os tablets. O Brasil apresenta potencial de crescimento para esse setor, mas a indústria deve ficar atenta à tendência mundial. O segmento de notebooks responde por 15% de participação no mercado brasileiro quando analisado o período de janeiro a julho de 2014, estando acima da média mundial, que deve ficar em torno de 8% dos eletrônicos em 2014” afirmou Oliver Röemerscheidt, Diretor de Unidade de Negócio. No Brasil, ainda são produtos almejados: pesquisa online da GfK de agosto indicou que 24% dos entrevistados pretendem comprar um note nos próximos seis meses.

O mercado internacional já reflete o investimento em inovação, com o crescimento de notebooks que incorporam características de tablets: produtos com tela touch, mediabooks (compactos com armazenamento na nuvem) e híbridos (com ou sem teclados, ou que possuem teclados deslizáveis). “Embora a oferta desses produtos esteja engatinhando no Brasil, o mercado nacional deve caminhar na mesma direção do que se observa em mercados mais desenvolvidos. No caso dos híbridos, por exemplo, o país tem 8 marcas e 18 modelos, enquanto o Japão tem 16 marcas e 150 modelos, e a Alemanha, 27 marcas e 434 modelos”, explicou.

No mercado nacional, nos primeiros sete meses de 2014, em relação ao mesmo período de 2013, a participação dos notebooks em valor caiu de 22% para 15%, enquanto a fatia dos tablets cresceu de 5% para 6% do faturamento total das sete categorias avaliadas – Smartphones, Celulares, TVs de telas finas, Notebooks, Desktops, Câmera fotográfica e Tablets. “Essa fatia reflete o potencial de crescimento do setor já que a média mundial de participação de mercado está em 16%”, destaca Röemerscheidt.

Na pesquisa online da GfK, 68% dos consumidores de tablets citaram a primeira aquisição do produto como o principal motivo de compra. Nesse estudo, para 41% dos respondentes, o preço como fator decisivo para a aquisição de um tablet está em primeiro lugar, seguido por confiança na marca, com 20%. A categoria tem apresentado queda acentuada de preços: o preço médio de um tablet em janeiro de 2012 era de R$ 1.127,00. Em julho de 2014, essa média chegou a R$ 433,00, significando uma queda de 62% ao longo do período. O número de marcas saltou de 38, em 2012, para 71, nos primeiros sete meses de 2014. Já a oferta de itens passou de 147 para 392.

O mercado de tablets apresenta oportunidade de compra para a maioria dos brasileiros. Existem vários modelos com as mais diferentes características e atributos tecnológicos que contribuem no preço final. No mercado de produtos que custam até R$ 399,00, o crescimento foi de 181%, sendo que os que possuem tecnologia Wi-Fi representaram 99% dos itens vendidos. Para os que custam acima de R$ 400,00, os equipamentos com 3G representam 38% das compras, enquanto os com Wi-Fi são 62%.

O mercado brasileiro de celulares está bem desenvolvido: 77% dos celulares vendidos no País são smartphones, patamar comparável a países desenvolvidos como Japão. Os produtos com 4G ainda são menos de 5% do total de smartphones. Nesse mercado mais maduro, a pesquisa online da GfK indicou que 54% das compras aconteceram para substituir modelos considerados obsoletos e 28% de aparelhos danificados. A pesquisa ainda apontou que, do total de consumidores, 35% substituíram modelos com menos de 11 meses, e outros 40% os modelos com até dois anos de uso. O preço para esse segmento, assim como em tablets, também é fator decisivo no momento da compra. Do total de respondentes, 37% citaram o valor do item em primeiro lugar, seguido de características técnicas (20%). Tecnologia avançada apareceu em apenas 14% das respostas.

Quando o assunto é a representatividade por faixa de preço, os modelos que custam até R$ 349 representam 23% do mercado total, apresentando variação positiva em relação aos sete primeiros meses de 2013 de 136%. Já os que custam entre R$ 700,00 e R$ 999,00 representam 20% do mercado total, com variação positiva em relação aos sete primeiros meses de 2013 de 198%. Outra faixa de preço avaliada foi a de equipamentos entre R$ 350,00 e R$ 699,00, que apresenta relativa diminuição de importância no mercado, representando hoje 50%, ante os 61% registrados em 2013.

Além disso, a pesquisa da GfK analisou outra tendência do mercado que surgiu com a necessidade dos consumidores de estarem permanentemente conectados à uma tela – os “wearables” (minitelinhas vestíveis). “Essa novidade, que já é uma realidade na Europa, registra cerca de 100 mil a 130 mil peças vendidas mensalmente, sendo os monitores de saúde e fitness os campeões de mercado, com 46%. Nessa categoria estão relógios, pulseiras e óculos – como computador esportivo de pulso”, finalizou o executivo.”

Veja imagens, acesse mais conteúdo na fonte.

(Fonte: http://imasters.com.br/noticia/vendas-de-tablets-aumentam-103-em-volume-brasil/, data de acesso 11/12/2014)

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Casal homossexual adota quatro crianças e consegue 45 dias de licença

Carlos Eduardo dos Santos é servidor público e conseguiu o direito junto ao governo

TV Brasília | Publicação: 19/11/2014 15:09 Atualização: 19/11/2014 15:16

Um casal homossexual do Distrito Federal adotou quatro crianças de Pernambuco, sendo eles irmãos, e um dos pais conseguiu licença paternidade de 45 dias para cuidar dos filhos. Carlos Eduardo dos Santos e Osmir Messora estão juntos a quase 30 anos e passaram por uma luta difícil até conseguir formar uma família. Para Carlos quando se fala em adoção, o significado vai muito além de um simples gesto. ” Hoje eu penso em família, filhos e amor”. Os dois são paulistas e com pouco tempo de residência em Brasília, receberam uma ligação. “O primeiro contato gerou um susto, fiquei em pânico. Nós nem sabíamos que já estávamos habilitados”, revelou Carlos Eduardo, que é professor da UnB. Aposentado, Osmir cuidava das crianças na maior parte do tempo. Já Carlos não podia largar o emprego, afinal a lei concede apenas 5 dias de licença paternidade. Foi aí que ele decidiu mudar o rumo dessa história. Apesar de não precisar entrar na Justiça, foram 10 meses de espera para conseguir 45 dias em casa para ajudar nos cuidados dos filhos. Segundo Carlos, isso era indispensável para a família. “Os primeiros dias são fundamentais para a convivência com eles. Essa jurisprudência acaba sendo benéfica para todos os servidores e também para outras instâncias”, afirma. Outros pais e mães homossexuais podem reivindicar licença maior para cuidar dos filhos adotivos, depois dessa decisão do governo, o que significa uma grande evolução para Carlos e Osmir. ” É uma união muito bonita de se ver”, finalizou.

(Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2014/11/19/interna_cidadesdf,458301/casal-homossexual-adota-quatro-criancas-e-consegue-45-dias-de-licenca.shtml, data de acesso 09/12/2014)

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Homem ganha ação na Justiça do Trabalho via Lei Maria da Penha

Publicado por Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (extraído pelo JusBrasil) – 6 anos atrás

Juiz de Pinheiro assegura que o reclamante sofreu violência psicológica

PINHEIRO – A Lei Maria da Penha (lei nº 11.340/2006), que cria mecanismo para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, serviu de fundamento para a sentença do juiz titular da Vara do Trabalho de Pinheiro (VT), Antônio de Pádua Muniz Corrêa. O magistrado julgou procedente em parte a ação indenizatória por danos morais, movida por reclamante do sexo masculino.

Segundo o juiz, a ação envolvia um caso típico de violência psicológica materializada na violência moral, no assédio moral e violência patrimonial. Na reclamação trabalhista, o autor José (nome fictício) alegou que trabalhava em uma empresa prestadora de serviços em Pinheiro, da qual foi demitido.

Disse que, logo após ter ajuizado ação trabalhista contra a referida firma, o administrador João (nome fictício) começou a fazer-lhe diversas ameaças, inclusive falou ao novo patrão de José que o mesmo costumava entrar na Justiça do Trabalho contra as empresas nas quais trabalhava.

José alegou também que João exigiu que a nova empresa demitisse o empregado, ameaçando colocá-la na Justiça para cobrar uma dívida antiga, caso não demitisse o trabalhador. Em razão das ameaças, José foi demitido.

Nos autos, havia cópia da decisão que comprovava que José ganhou a ação trabalhista ajuizada contra a empresa prestadora de serviços e o administrador. O réu também não negou o fato de o trabalhador ter sido despedido pelo novo empregador.

Essas e outras razões levaram o juiz a condenar João a pagar R$ 10 mil, a título de danos morais, pois, segundo o magistrado, “é evidente que o seu procedimento causa ou causou grandes transtornos ao Autor, que ficou impossibilitado de fazer frente aos seus compromissos sociais e familiares com a perda do seu emprego”.

Na sua fundamentação, o juiz Antônio de Pádua Muniz abstraiu conceitos de violência psicológica, violência puramente moral e violência patrimonial da Lei Maria da Penha. Ele observou que a violência psicológica geralmente visa degradar ou controlar as ações da vítima, seu comportamento, sua crença e decisões mediante ameaça.

“Já a violência puramente moral – diz ele – é tida como qualquer conduta que configure calúnia (imputar falsamente à vitima fato definido como crime) e difamação (imputar à vítima a prática de determinado fato ofensivo à sua reputação), perfeitamente aplicável no processo trabalhista”, ressaltou o juiz.

Trabalhador foi humilhado, assegura juiz

O juiz Antônio de Pádua Muniz Corrêa, da Vara do Trabalho de Pinheiro (VT), explicou que a violência patrimonial se caracteriza “pela real intenção do empregador ou ex-empregador de reter, de subtrair, de destruir parcial ou totalmente objetos do trabalhador, seus instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores, direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades e de sua família”.

Observados esses conceitos, Antônio de Pádua inferiu, com base no Art. , da Lei Maria da Penha, que “Fazer o trabalhador perder o seu emprego, é um tipo de violência patrimonial, pois perde o seu salário e fica impossibilitado de prestar alimentos para si e a seus dependentes, além de ficar impossibilitado de exercer a sua profissão”.

O magistrado acrescentou que a conduta do reclamado causou “profunda tristeza, vexame, elevado constrangimento e verdadeira humilhação” ao trabalhador, por conta de sua “impotência e franzina condição de notória inferioridade com o seu agressor”.

Fundamento

Segundo o juiz, a violência moral e psicológica é uma só e pode atingir homens e mulheres, indistintamente. “Utilizei a lei apenas como fundamento, garimpando nela os conceitos de violência moral, psicológica e patrimonial, pois até então não havia lei disciplinando, especificamente, a matéria”, enfatizou o juiz.

Antônio de Pádua Muniz acredita que sua decisão deva ser pioneira no processo trabalhista, mas que a jurisprudência, no futuro, poderá aplicar a Lei Maria da Penha à pessoa do sexo masculino, caso seja vítima de violência doméstica, ainda que pondere que a hipótese seja bem equidistante, porém, nunca desprezível.

“O direito de igualdade está previsto em nossa Constituição e não agasalha acepção de pessoas, quer seja do mesmo sexo, quer seja de sexos diferentes. Todos são iguais em direitos e obrigações”, lembrou o magistrado.

Amplie seu estudo

Tópicos de legislação citada no texto:

(Fonte: Jornal o Estado do Maranhão (http://www.estadoma.com.br) Página 04 – Estado 07/06/2008)
(Fonte: http://trt-16.jusbrasil.com.br/noticias/1997187/homem-ganha-acao-na-justica-do-trabalho-via-lei-maria-da-penha, data de acesso 13/12/2014)

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Homem ganha na Justiça o direito de correr pelado

Por Virgula Atualizado em 9/12/2012

Parece que Andrew Pointon vai continuar correndo por aí, livre, leve e solto. Principalmente se ele continuar a trajar nada mais do que apenas um par de tênis. Isso mesmo, Pointon, 47, é um naturalista da Nova Zelândia, que foi denunciado por uma vizinha por atentado ao pudor. Ele costumava correr por aí, nu em pelo, segundo o jornal “Bay Of Plenty Times”.

Apesar de ter sido considerado culpado em dezembro de 2011, ele apelou à Justiça e o juiz Paul Heath concordou que a pena tinha sido desproporcional. Na última sexta-feira, dia 7, o homem foi liberado para praticar seu esporte preferido: ficar pelado. A única restrição é que se ele for correr sem os trajes tradicionais, que o faça em uma floresta, ou em uma área onde não haja o trânsito de pessoas. “Não é surpreendente para uma pessoa na posição da delatora de se sentir desconfortável ou até ameaçada com a presença dos naturalistas”, ele o juiz, de acordo com o site “Stuff.co.nz”. “De qualquer modo, não considero o comportamento deles uma ofensa. Deveria a imagem de um homem nu correndo ser ofensivo? Acho que não”.

Bob McCoskrie, porta-voz do grupo conservador chamado “Family First” (Família Primeiro, em português) criticou o novo veredito. “É normal alguém correr pelado na corte também? Ele seria o primeiro a mandar prender alguém que fizesse isso”, disse McCoskrie ao “Stuff.co.nz”.

Pointon disse que a decisão do juiz o ajuda a fortalecer suas crenças. Ele afirmou que é naturalista, e não um exibicionista. O homem planeja promover uma bicicletada naturalista em março do ano que vem.

(Fonte: http://virgula.uol.com.br/inacreditavel/curiosidades/homem-ganha-na-justica-o-direito-de-correr-pelado/, data de acesso 10/12/2014)

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Da Liberdade dos Homens – Manifesto Homens Libertem-se!

  • Quero o fim da obrigatoriedade ao Serviço Militar.
  • Posso broxar. O tamanho do meu pau também não importa.
  • Posso falir. Quero ser amado por quem eu sou e não pelo que eu tenho.
  • Posso ser frágil, sentir medo, pedir socorro, chorar e gritar quando a situação for difícil.
  • Posso me cuidar, fazer o que eu quiser com a minha aparência e minha postura, cuidar da minha saúde, do meu bem estar e fazer exame de próstata.
  • Posso ser sensível e expressar minha sensibilidade como quiser.
  • Posso ser cabeleireiro, decorador, artista, ator, bailarino; posso me maravilhar diante da beleza de uma flor ou do voo dos pássaros.
  • Posso recusar me embebedar e me drogar.
  • Posso recusar brigar, ser violento, fazer parte de gangues ou de qualquer grupo segregador.
  • Posso não gostar de futebol ou de qualquer outro esporte.
  • Posso manifestar carinho e dizer que amo meu amigo. Quero viver em uma sociedade em que homens se amem sem que isso seja um tabu.
  • Posso ser levado a sério sem ter que usar uma gravata; posso usar saia se eu me sentir mais confortável.
  • Posso trocar fraldas, dar a mamadeira e ficar em casa cuidando das crianças.
  • Posso deixar meu filho se vestir e se expressar ludicamente como quiser e farei tudo para incentivá-lo a demonstrar seus sentimentos, permitindo que ele chore quando sentir vontade.
  • Posso tratar minha filha com o mesmo grau de respeito, liberdade e incentivo com que apoio meu filho.
  • Posso admirar uma mulher que eu ache bela com respeito, sem gritaria na rua e me aproximar dela com gentileza, sem forçá-la a nada.
  • Eu sei que uma mulher está de saia – ou qualquer outra roupa – porque ela quer e não porque está me convidando para nada.
  • Eu sei que uma mulher que transa com quem quiser ou transa no primeiro encontro não é uma vadia, bem como o homem que o faz não é um garanhão; são só pessoas que sentiram desejo.
  • Eu nunca comi uma mulher; todas as vezes nós nos comemos.
  • Eu não tenho medo de que tanto homens como mulheres tenham poder e ajo de modo que nenhum poder anule o outro.
  • Eu sei que o feminismo é uma luta pela igualdade entre todos os indivíduos.
  • Eu nunca vou bater numa mulher, não aceito que nenhuma mulher me bata e me posiciono para que nenhum homem ou mulher ache que tem o direito de fazer isso.
  • Eu vou me libertar, não para oprimir mais as mulheres, mas para que todos possamos ser livres juntos.
  • Eu fui ensinado pela sociedade a ser machista e preciso de ajuda para enxergar caso eu esteja oprimindo alguém com as minhas atitudes.
  • Eu não quero mais ouvir a frase “seja homem!”, como se houvesse um modelo fechado de homem a ser seguido. Não sou um rótulo qualquer.
  • Quero poder ser eu mesmo, masculino, feminino, louco, são, frágil, forte, tudo e nada disso. E me amarem e aceitarem, não por quem acham que eu deva ser, mas por quem eu sou. E por tudo isso, não sou mais ou menos homem.
  • Quero ser mais que um homem, quero ser humano!
  • O machismo também me oprime e quero ser um homem livre!

Autores do Manifesto: Colaboraram com o manifesto (em ordem alfabética): Alessandra Vannucci, Alexis Nehemy, Bruno Campelo, Charles Pinheiro, Daniel Sapiência Torreão, Frederico Mattos, Fausto Mota, Geuder Martins, Guiomar de Grammont, Jessica Cerejeira, Josie Pessoa, Laerte Coutinho, Leandro Alves Ribeiro, Lenine Guevara, Maíra Lana, Marcelo Rocco, Marcos Breda, Nara Salles, Nino Adler, Pedro Fasanaro, Valéria Neno, Valter Fadel, Vanessa Guimarães e Wallace Ruy.

(Fonte: Publicado em 13/07/2014 – https://anidabar.wordpress.com/2014/07/13/da-liberdade-dos-homens/ por Ani
Outras fontes:
Vídeo e texto: canal Maíra Lana Souza http://youtu.be/DBSTHArYJwQ, 05/06/2014 Vi em Catraca Livre https://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/pelo-direito-de-broxar-falir-e-ser-sensivel-campanha-pede-que-homens-libertem-se-do-machismo/ – 08/07/2014
Convite da lendária co-fundadora do Living Theatre, Judith Malina: https://vimeo.com/85176343, data de acesso 09/12/2014)

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Como presentear um homem?

As mulheres sempre encontram dificuldade em presentear a um homem, mesmo que seja o pai, marido, irmão, namorado e amigos, e até filhos e netos.

Se você perguntar alguns displicentemente dizem: “não se preocupa com isto!” Outros dirão: “qualquer coisa, está bom!” Se levá-lo à uma loja de confecção e calçados masculinos para escolher algo, dai veste uma peça outra, quer que se dê palpite, olha o preço, e comenta: “Ah! é muito caro”, sorri nervoso, enfim…

De tanto você continuar firme, é seu presente, escolha algo que lhe agrade! Ele irá escolher algo: pode ser uma nova calça jeans diferente, ou uma camisa diferente em padronagens e corte, ou uma carteira e cinto mais exóticos, ou um blazer mais moderno. Calçados e tênis normalmente eles apreciam fazer estas compras sozinhos, vale dar um cartão de compras de alguma boa loja, e deixa-lo escolher.

Mas se você perguntar por aí, quando eles estão mais em grupo irá se surpreender com algumas respostas: eu quero jogo de vídeo game, uma boa chuteira para jogar futebol, a um som mais moderno para o carro, ou quero escolher um modelo melhor de celular novo. (* pesquisa*)

E que tal perguntar: aceita o meu presente, uma entrada para duas pessoas em uma partida de futebol com seu time predileto? Ele dirá sim, vou levar o meu amigo… Não irá convidá-la, para curtir uma partida de futebol é o melhor amigo, mas apreciará muito o seu presente para momentos tão agradáveis junto ao time do coração dele. É provável que agradecerá muito!

Com estas dicas de como presentar um homem, pois eles fazem parte em tantas fases de nossas vidas, queremos dar uma oportunidade para os homens compreenderem sobre a tarefa difícil que as mulheres enfrentam em como presenteá-los.

Então percam a timidez e abordem o assunto, assim quem sabe serão presenteados bem mais do que imaginam, bem do jeitinho que você mais deseja… Receba esta edição com nossas pesquisas de informações e noticias para você, com um cordial abraço de Elisabeth Mariano e equipe.

(*) (Fonte: http://www.umaveznoivasemprenoiva.com.br/2013/06/afinal-o-que-eles-gostam-de-ganhar-de.html)

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