Feminismo para homens, um curso rápido em 26 lições, por Alex Castro

 

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Mude seus hábitos, depois o mundo

Nada muda se você não mudar!

Reclamamos do calor, mas não abrimos a janela para olhar o sol. Conotamos como urgente a presença de um feriado, mas desmerecemos o mesmo caso nada de divertido aconteça. Mentimos para nós mesmos para nos escoltar dos nossos próprios julgamentos, mas categorizamos qualquer mentira alheia como deslavada. Designamos uma repulsa por sempre ter a mesma coisa para comer, mas não nos dispomos a levantar e fazer algo diferente.

Citamos como descaso um animal perambulando pela rua, mas não deixamos o nosso gosto capitalista e padronizado de lado para adotar um companheiro às vezes nem tão belo assim. Cuspimos a péssima qualidade da educação pública, mas vamos para os locais de ensino sem vontade de aprender. Pregamos o moralismo nas redes sociais, mas não olhamos na cara do porteiro.

Buscamos volta e meia fugir de alguma blitz, mas reclamamos da falta de policiais nas ruas. Achamos burrice que nossa felicidade dependa da aprovação de terceiros, mas temos medo dos julgamentos alheios. Discorremos amar o sol, mas procuramos a sombra. Gostamos de misturar doces e salgados, mas não respeitamos os gostos alheios. Queremos sempre mais, mas não repensamos se realmente somos merecedores de mais.

Cobramos amizades fidedignas, mas não esperamos elas saírem de vista para tecermos comentários questionáveis. Queremos mais rapidez e acessibilidade da tecnologia, mas afrontamos a falta de brandura das pessoas. Deixamos de ajudar um mendigo por pré-julgamento de uso para alcoolismo, mas reclamamos que o mundo está carente de gentilezas.

Questionamos a programação televisiva, mas não trocamos um capítulo de novela para ler um livro. Dizemos não encontrarmos pessoas interessantes, mas por um momento não largamos a tela do celular para arriscar um simples olá. Observamos os erros alheios de uma ótica próxima, mas não damos três voltas dentro de nós mesmos. Sabemos receber todo amor do mundo, mas não sabemos perdoar os erros por excesso dele.

Acordamos com preguiça de levantar da nossa cama quentinha, mas classificamos pessoas sem condições de esmorecimento. Colocamos atenção em acusações injustas sobre nós, mas não olhamos quem colabora com opiniões regadas de amor e esmero. Estamos constantemente munidos de críticas, vulgo construtivas, mas não sabemos nos desnudar perante uma.

Não abrimos mão do nosso conforto diário, mas indagamos sobre a poluição mundial. Queremos ligações genuínas com outras pessoas, mas bloqueamos sentimentos por meio de proteção. Gostamos da amplidão dos nossos egos exaltados, mas não aceitamos ser ignorados quando precisamos tanto ser vistos. Procuramos pessoas inteiras, mas só queremos doar metade de nós. Queremos mudar o mundo, mas não mudamos nossos hábitos.
26 de agosto de 2014

(Fonte: http://www.entendaoshomens.com.br)

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O escritor que mais escreveu livros em todos os tempos é brasileiro!

Por Gustavo Magnani, 30/01/2013

Médico. Paulista. 66 anos. 38 pseudônimos. 27 anos de carreira. Mais de 1.100 livros. Reconhecido pelo Guiness Book. Essas são algumas das características de Ryoki Inoue, o escritor que mais escreveu livros na história da literatura. Ele começou com um western em 1986, intitulado de “Colts de Mclee”

O autor já escreveu obras de quase todos os gêneros, tendo passado por romances, crônicas, contos, texto jornalísticos e outros -. Outro fato marcante de sua produção é que quase todas suas obras recém lançadas vendem mais de 10 mil exemplares sem grandes dificuldades. Aliás, Ryoki diz que existe apenas um tipo de livro que ele não escreveria – mesmo com sua impressionante velocidade – por dinheiro: biografia de políticos. Se bem que uma biografia sincera da maioria dos políticos brasileiros não deveria demorar muito…

Em uma conta rápida e aproximada, podemos ver como a produção do autor é impressionante: 27 anos x 365 dias = 9.855 (número de dias de profissão), dividido por 1.100 (número de livros), o resultado dá uma chocante média de aproximadamente 1 livro publicado a cada 9 dias. NOVE DIAS!

Difícil imaginar que alguém consiga escrever uma boa obra com coerência em tão pouco tempo e com tamanha média. Mas, pelos relatos dos leitores de Rioky, ele assim o faz. Não que seja algo genial, mas, certamente, mantém um nível de qualidade contínua. Por enquanto, não posso dizer nada mais aprofundado sobre a obra do autor, apenas que minha curiosidade ficou extremamente aguçada.

Trago, portanto, algumas definições dadas sobre o autor por gente de renome e, abaixo, 10 curiosidades retiradas do listasliterárias.

Definições:

“Ryoki alimenta sozinho mais de 400 mil leitores por mês.” Eduardo Bueno, Estadão

“A maioria das edições dos livros escritos por Ryoki alcançam mais de 10 mil exemplares. Todos eles são vendidos imediatamente.” Severino Francisco, Correio Brasiliense

“O mais produtivo escritor do Brasil e do mundo tem seus trabalhos escritos com um português perfeito.” ANSA Agency

“Ele produz capítulos inteiros durante suas idas ao banheiro.” Matt Moffet, Wall Street Journal

“A produção literária do incansável Ryoki Inoue levou-o não apenas ao Guinness Book como o autor mais prolífico do mundo, mas também a ser comparado a Georges Simenon por alguns críticos internacionais. Outros comparam seu estilo e sua velocidade de produção com Sidney Sheldon.

Outros dizem que ele pode ser posto ao lado de Harold Robbins, principalmente pela forma como tece as tramas de seus thrillers.” Flávio Tiné

“A maioria das pessoas não conseguem ler na mesma velocidade que ele escreve.” Jô Soares, Jô Onze e Meia

“O milésimo livro marca a virada na carreira de José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue. E agora, Presidente? Um romance político-policial que aproxima esse escritor de ficção da realidade brasileira.” Paulo Pestana, Correio Brasiliense

“Junto com a imaginação e o dom de escrever, o que o torna especial é sua disciplina e determinação.” Goulart de Andrade

“Não é difícil encontrá-lo escrevendo em seu PC de 6 as 2 da manhã.” Programa Fantástico, TV Rede Globo

“As histórias de seus livros são de tirar o fôlego. Como os eventos ocorrem em minutos e dias, Ryoki faz os batimentos cardíacos dos leitores aumentarem. É difícil interromper a leitura por causa da narração que acontece como num filme, como no bom cinema americano com todos os ingredientes repletos de sexo, corrupção, violência, política, espionagem e um final surpreendente.

Ryoki é o Pelé da literatura.” Alexandre Garcia, Rede Globo TV

10 Curiosidades (retirado de listas literárias)

  1. Em 1993 o Guinness Book o reconheceu como o homem que mais publicou livros em todo o planeta. Hoje ele já tem publicado 1.100 livros;
  2. Ele, mesmo tendo algumas publicações em grande editoras, decidiu ele próprio gerenciar sua carreira e cuidar da publicação de seus livros;
  3. Ryoki alimenta sozinho mais de 400 mil leitores por mês e a maioria das edições de seus livros alcançam mais de 10 mil exemplares;
  4. Em reportagens já se mencionou que ele pode ser visto escrevendo com regularidade, das 06:00 ás 02:00 da manhã;
  5. Ele já chegou a conseguir publicar até 12 livros numa mísera semana;
  6. E agora presidente? Um livro político-policial que traz um pouco da realidade nacional, é o livro de nº 1.000 do autor;
  7. Segundo Jô Soares “A maioria das pessoas não conseguem ler na mesma velocidade que ele escreve.” Também pudera!
  8. O autor é médico e chegou a dirigir o Hospital Nossa Senhora de Fátima, e largou a medicina para se dedicar completamente à literatura;
  9. Em determinado tempo, chegou a escrever 3 romances num único dia; #OMG
  10. Nada mais, nada menos que 39 pseudônimos foram utilizados por ele a época quem que escrevia seus pocket-books por exigências de seus editores.

[important](*) Gustavo Magnani, estudante de Letras da UFPR, proprietário do literatortura. Está revisando o primeiro livro, mas sente dificuldades hercúleas para escrever uma bio. [e, como pode-se notar, adora metalinguagem.[/important]

(Fonte: http://literatortura.com/2013/01/o-escritor-que-mais-escreveu-livros-em-todos-os-tempos-e-brasileiro/)

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Brasil é 10º país com maior número de multimilionários, diz estudo

O Brasil é o décimo país com maior número de multimilionários, e São Paulo é a 17ª cidade que mais concentra “super-ricos” no mundo, apontou um estudo. O relatório da consultoria New World Wealth, da África do Sul, define como multimilionários indivíduos que possuem ativos de pelo menos US$ 10 milhões (R$ 22,8 milhões).

No Brasil, há 10.300 multimilionários, sendo que São Paulo reúne 4.400 deles. O Rio de Janeiro, com 2.200 multimilionários, aparece na 27ª posição mundial. O ranking é liderado por Hong Kong (15.400 multimilionários), Nova York (14.300) e Londres (9.700). Outras cidades de países emergentes, como Moscou (), Cidade do México (10ª), Pequim (13ª), Xangai (19ª) e Mumbai (24ª), estão na lista de cidades com mais multimilionários.

Entre os países com maior número de multimilionários, Estados Unidos (183.500), China (26.600) e Alemanha (25.400) lideram. No mundo, há 495 mil multimilionários, uma alta de 71% nos últimos 10 anos, disse a consultoria. Neste mesmo período, o número de milionários cresceu 58%, chegando a 13 milhões em junho deste ano.

O estudo atribuiu o maior crescimento dos multimilionários a diversos fatores, como o rápido crescimento de países com alta concentração de pessoas com grandes fortunas neste período, como Rússia e Índia.

“Uma diferença cada vez maior entre as fortunas dos mais ricos e as dos ricos, um aumento da taxa de conversão de milionários em multimilionários e o forte crescimento econômico de países com um alto índice de multimilionário por milionário”, disse. As informações são do BBC Brasil.

(Fonte: http://www.bahiaeconomica.com.br/noticia/93847,brasil-e-10-pais-com-maior-numero-de-multimilionarios-diz-estudo.html)

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Brasil ganha quase 7 mil super-ricos em 2013, diz relatório

Em 2013, o mundo ganhou quase 2 milhões de super-ricos, um crescimento de 15% em um ano, para 13,7 milhões, de acordo com o relatório World Wealth Report, o relatório da riqueza, feito pela Capgemini e RBC Wealth Management. No Brasil, o número de super-ricos aumentou em 7 mil, uma alta de 4,1%, para 172 mil. O país, no entanto caiu duas posições e foi para o 13º lugar em quantidade de ricaços.

Os super-ricos são gente que tem mais de US$ 1 milhão disponível para investir, ou seja, tirando a casa em que mora, coleções e bens de consumo. O número de ultra-ricos, que têm mais de US$ 30 milhões, caiu 0,9%, impactando na fatia global de endinheirados. É que, segundo o relatório, os brasileiros são 60% dos ultra-ricos da América Latina e perto de 1/5 do mundo.

Segundo o relatório, 43,3% da riqueza global está na mão de por volta de 12,4 milhões de milionários ‘próximos’ (que têm entre US$ 1 e US$ 5 milhões) e 22,3% está na mão dos milionários intermediários que vão até US$ 30 milhões e são 1,23 milhão de ricaços. Já os ultra-ricos são 128,3 mil endinheirados que têm quase 35% da riqueza global.

A riqueza deste pedaço privilegiado cresceu 14% no ano batendo o segundo recorde seguido, de US$ 52,62 trilhões. Para este ano, a expectativa é que a renda dos super-ricos suba mais 22%, para US$ 64,3 trilhões. Nos últimos cinco anos, o montante na mão dos super-ricos aumentou US$ 20 trilhões.

O relatório destaca o desenvolvimento de três grupos de ricos nos 25 maiores mercados desde a crise de 2008. Os magnatas do petróleo da Noruega e do Kwait, os magnatas financeiros de Hong Kong e Cingapura e os magnatas das potências emergentes na China, India, Russia e Taiwan.” (G1)

(Fonte: http://www.bahiaeconomica.com.br/noticia/93328,brasil-ganha-quase-7-mil-super-ricos-em-2013-diz-relatorio.html)

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O que é Desabafo e o que pode ser Difamação na Internet?

[pullquote align=”left|center|right” textalign=”left|center|right” width=”30%”]Homem deve pagar R$ 10 mil por chamar mulher de ladra na web. Por causa da acusação, mulher perdeu o emprego no interior de SP.[/pullquote]

Quinta-Feira, 24 de Julho de 2014

Muita gente ainda não entendeu que as redes sociais são espaços públicos e que qualquer deslize pode acabar numa ação judicial. Vida privada exposta em ambiente público. A internet é um refúgio para muita gente. “Acaba sendo meio que um diário porque às vezes a gente não tem com quem conversar ou sei lá. A gente acaba desabafando”, fala a estagiária de direito, Daiane Paixão.

Mas as consequências vão além do mundo virtual. Em Sorocaba, no interior de São Paulo, um homem foi condenado a pagar R$ 10 mil de indenização a uma mulher porque a chamou de ladra numa rede social. Por causa disso, ela perdeu o emprego.

Em Brasília, há duas semanas, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) condenou um funcionário de um restaurante a pagar R$ 1 mil por ter difamado a empresa na internet. Ele fez acusações sobre assédio moral sem provas.

O limite entre o que é desabafo e o que pode se tornar difamação é tênue. Difícil de perceber. Algumas empresas têm contratado especialistas em recursos humanos para orientar os funcionários sobre o uso da internet. Nos treinamentos, eles ensinam regras de comportamento e alertam que a rede social não é um ambiente particular.

A consultora Emmly Mathias diz que a conduta dos funcionários na internet é critério para contratar, promover e demitir. “Hoje todos pesquisam o que acontece na internet. Hoje a empresa quando vai contratar um funcionário elas analisam os perfis, as redes em que ele participa para verificar quais são os valores, quais são os comportamentos, que imagem essa pessoa tem e muitas empresas continuam pesquisando mesmo depois que a pessoa é contratada”, fala. A orientação é:

  • não fazer acusações na internet;
  • evite fazer postagens durante o trabalho;
  • não comentar sobre questões sigilosas ou que causem constrangimentos.

As regras valem para vida profissional e pessoal. A advogada do trabalhista, Simone Jajjar, alerta que a liberdade de expressão, garantida pela Constituição, não dá direito de prejudicar a imagem de uma empresa ou de qualquer pessoa. “Esse direito tem limite, não pode ser exercido de uma forma irresponsável e se colocar toda e qualquer palavra e em redes sociais. Porque essas palavras vão ser difundidas na sociedade. Elas vão trazer consequências”. O auxiliar administrativo Geisson Martins de Souza diz que hoje não dá para viver sem redes sociais, mas a discrição é fundamental. “Nada de estar expondo a sua vida pessoal não. Isso não é muito bom não”, diz.

(Fonte: Jornal Hoje – Edição: F.C. – http://www.medplan.com.br/noticias/o-que-e-desabafo-e-o-que-pode-ser-difamacao-na-internet-,33300)

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Alienação Parental: uma visão nos parâmetros jurídicos e sociais

Publicado por João Morais

Por Renato Parente de Andrade Filho

Resumo

O presente artigo destaca uma visão sob o enfoque das consequências jurídicas e sociais a respeito da alienação parental. Surgida a Lei 12.318/2010, que após um longo período carecia da existência de uma legislação específica para abordar o assunto e consequentemente preservar o núcleo familiar. No presente trabalho, destacamos as formas como a alienação parental se manifesta no seio familiar e as consequências sociais e comportamentais das vítimas, bem como as medidas judicial cabíveis aos que cometem tal infração penal.

Palavras Chave: Alienação Parental. Estatuto da Criança e do Adolescente. Dignidade da Pessoa Humana.

Abstract

This paper outlines a vision from the standpoint of social and legal consequences regarding parental alienation. Law 12.318/2010 emerged that after a long period lacked the existence of specific legislation to address the issue and consequently preserve the family unit. In this paper, we highlight the ways in which parental alienation manifests itself within the family and the social and behavioral victims, and judicial measures applicable to those who commit such criminal offense.
Keywords: Parental. Estatuto Alienation of Children and Adolescents. Dignity of the Human Person.

Introdução

O número de divórcios vem crescendo gradativamente, principalmente nestes últimos quinze anos, devido ao fato das facilidades trazidas pela lei do divórcio, que eliminou a solenidade do ato. Consequentemente veio no bojo desta situação, o aumento da disputa pela guarda dos filhos ocasionando por vezes o ato da Alienação Parental, pois na grande maioria dos casos a separação se mostra conflituosa e desgastante para um dos cônjuges gerando um sentimento de vingança. Para executar esta vingança, o cônjuge se utiliza do filho para criar uma imagem extremamente negativa do outro cônjuge, inclusive denegrindo sua imagem, implementando falsas memórias, obstacularizando a comunicação entre o filho.

As consequências psicológicas e sociais da criança e do adolescente, vítimas da alienação parental podem ser por vezes desastrosas e causar graves transtornos psíquicos quando adultos.

Devido a enorme incidência desses casos na sociedade brasileira, o legislador achou por bem, criar uma legislação específica para tratar minuciosamente sobre o tema em questão, visando principalmente a proteção à criança ou do adolescente vitima da alienação e penalizar o alienante. Assim, a lei trouxe o conceito de Alienação Parental, alertando para comportamentos típicos do alienador, para os meios de provas utilizados, para a importância de uma perícia criteriosa e, principalmente, dispôs sobre medidas coercitivas aplicáveis aos casos concretos.

Desenvolvimento e Demonstração dos Resultados

A alienação parental sempre esteve presente em nossa sociedade, porém com o desenvolvimento da sociedade e das relações sociais, o número cresceu gradativamente, tornando-se cada vez mais comum, sendo estudada e analisada por diversos profissionais da área psicológica e do direito.

O primeiro conceito que surgiu sobre a Alienação Parental, fazia menção há uma campanha destrutiva que um dos genitores fazia em relação ao outro para o filho. Consequentemente, a imagem do outro cônjuge é a todo o momento sendo denegrida, causando um afastamento do filho para com um de seus pais. A desmoralização do ex-cônjuge, representa essa vingança do outro cônjuge, que utiliza do seu filho como instrumento para consumar a alienação, visando atingir diretamente o outro cônjuge. É fácil evidenciar que o filho, como fruto da relação matrimonial, é o bem mais precioso para o casal, sendo de enorme importância, caso haja o divorcio, respeitar o direito de cada um a conviver harmonicamente com seu filho, longe de qualquer imagem negativa que o cônjuge que detém a guarda possa formar no intelecto da criança.

A lei 12.318/2010 foi sancionada no Brasil em 26 de Agosto de 2010, e dispõe sobre a Alienação Parental, trazendo em seu conceito a figura do alienante e alienado, consequentemente trazendo as sanções que devem ser tomadas quando fica constatado a Alienação Parental.

Geralmente, a mulher fica no polo da relação que comete a alienação, tendo em vista que a preferência pela guarda do filho seja para mãe, respeitando os requisitos essenciais do direito de família para obtenção da guarda. Existe uma verdadeira tortura psicológica em relação ao outro cônjuge, e mesmo que a criança no primeiro momento desconheça ou discorde das imposições da imagem negativa, em determinado momento a criança internaliza as alegações feitas pelo cônjuge alienante e passa a odiar e desprezar o pai, neste caso, afastando-se do mesmo.

Falamos até aqui somente sobre Alienação Parental, mas cabe destacar que é este termo é diferente da Síndrome de Alienação parental, sendo esta última, os problemas comportamentais, emocionais, psicológicos e sociais que surgem na criança com as seguidas investidas de desmoralização do genitor alienado. Segundo o entendimento Jorge Trindade, especificando que “Síndrome, portanto, é o conjunto de sintomas que caracteriza a existência de uma doença, seja na esfera orgânica (física), seja no plano psicológico (mental)”.

Atualmente o princípio da Dignidade da Pessoa Humana é um direito fundamental protegido pela Constituição Federal e como um dos princípios mais difundidos no mundo nos dias de hoje. A garantia da preservação da integridade física e psíquica, sua autonomia e seu direito de decisão. Este princípio esta intimamente ligada a outro que atinge diretamente a Síndrome da Alienação Parental, o do melhor interesse da criança e do adolescente. Isso porque os menores são seres em desenvolvimento e estando em uma situação peculiar, ainda não tem a capacidade necessária para responder por si. Por tal motivo, os mesmos devem ter sua dignidade e seus interesses respeitados e protegidos, assim garantindo seu pleno desenvolvimento físico e mental. Tal princípio está disposto em nossa CF em seus artigos 226 § 8º e 227, caput, os quais norteiam também os direitos da criança e do adolescente dentro do Direito de Família, assegurando-lhes seu pleno desenvolvimento e protegendo todos os meios para que isso seja alcançado. O princípio do melhor interesse, portanto, protege a criança e todas as relações das quais ela faz parte.

Para melhor cumprir com o convencionado e o Princípio do Melhor Interesse da Criança e do Adolescente, em 1990 foi criado o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90). O estatuto destaca a “condição peculiar de pessoa em desenvolvimento e sua titularidade de direitos fundamentais” e, por tal motivo, deve ser protegida integralmente.

O ECA é constituída por 267 artigos feitos para resguardar os interesses e direitos dos menores, contudo ele não contém algumas situações ainda mais particulares em que os mesmos devem ser amparados. Um desses casos é o do menor vítima da Alienação Parental, para o qual foi feita uma lei específica, em 2010 (12.318/2010), que caracteriza, protege e aponta as sanções necessárias para coibir o ato da Alienação Parental.

A Alienação Parental afronta aos princípios constitucionais mais basilares, principalmente aos direitos da criança do adolescente, tornando tal atitude inaceitável contra os seres em desenvolvimento mental, pois estes sofrem uma agressão psicológica que irá refletir em seu comportamento futuro, gerando graves consequências sociais e comportamentais na vida da criança. Por isso esse tema deve ser amplamente debatido no Brasil, tendo essas pessoas em desenvolvimento os seus direitos protegidos pela legislação vigente.

Antes da Lei 12.318/2010, não havia legislação específica sobre a Alienação Parental, esta só era observada em algumas decisões judiciárias. Muitas das vezes o alienante sai impune, e quem mais sofria com a situação era outro cônjuge e a criança, que servia de instrumento para atingir a finalidade do alienante.

Em consequência do gradativo aumento dos divórcios ocorridos no Brasil e dos atos dos alienadores, é que começou a ser analisada uma propositura de lei brasileira que tratasse sobre esse tema.

Os casos de Alienação Parental passavam muitas vezes despercebidos ao Judiciário, pela falta de uma legislação específica. O legislador, em consequência, achou por bem criar um dispositivo mais específico que se trata com mais ênfase a tais situações, elaborando um texto formal que caracterizasse as condutas e tipificasse as medidas judiciais caso comprovado à conduta da alienação parental.

Conclusão

O tema do presente artigo se mostra cada vez mais abordado em trabalhos científicos, assim como na mídia, nas emissoras de TV, refletidas através de campanhas, protestos etc. A síndrome tem atingido cada vez mais as famílias que passam pelo divórcio litigioso ou quando a separação deixa um dos cônjuges desgastado, com sentimento de vingança aflorando em seu intimo.

Válido ressaltar, que na ânsia de prejudicar e afetar o alienado, o alienante acaba utilizando o filho como “arma”, gerando-lhe sequelas psicológicas graves ou mesmo irreversível. Há um domínio do alienador sobre o filho, em que aquele “faz e decide tudo”, segundo Denise da Silva, provocando a total dependência deste, deixando-o sem autonomia. Esse é um dos motivos pelo qual a criança assume o discurso do alienador.

Diante de tal circunstancia, a criança passa a apresentar comportamentos preocupantes, tais como: mentir compulsivamente; manipular situações e informações; exprimir emoções falsas, mudança do sentimento para com o alienado, entre outros. Outro problema que a vítimas da Síndrome da Alienação Parental sofre é o desenvolvimento de uma ‘’depressão crônica, comportamento hostil, desorganização mental e, as vezes, em último caso, até o suicídio” Segundo Fonseca.

Verificando tamanho mal que a Alienação Parental pode causar às suas vítimas, a Lei estabeleceu medidas coercitivas aos alienadores, desde a advertência até a alteração da guarda e a suspensão do poder familiar, cabendo ao julgador decidir quais serão aplicadas aos casos concretos.

Referências:

  • FONSECA, Priscila Maria Pereira da Síndrome de Alienação Parental. Pediatria (São Paulo).
  • GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito Civil Brasileiro, vol. 6: Direito de Família. 8ª Edição atualizada. São Paulo: Saraiva, 2011.
  • SILVA, José Afonso. Comentário Contextual à Constituição. São Paulo: Editora Malheiros Editores Ldta,
  • DIAS, Maria Berenice. Síndrome da Alienação Parental: o que é isso? Instituto Brasileiro de Direito de Família.

[important](*) Joao Morais: Graduando em Direito e fascinado por Tecnologia. Acredito na fusão do clássico com o moderno, pois aquele sem a modernidade é imutabilidade plena, enquanto a modernidade sem o clássico é a negação da sua própria historicidade. E é justamente essa amálgama clássico-modernidade que permite repensar a…[/important]

(Fonte(s): http://www.arcos.org.br/artigos/alienacao-parental-uma-visao-nos-parametros-juridicos-e-sociais/http://jpmoraisadv.jusbrasil.com.br/artigos/138912207/alienacao-parental-uma-visao-nos-parametros-juridicos-e-sociais)

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Cirurgia Íntima Masculina: muitos homens necessitam, mas não sabem!

Na busca da saúde física, beleza, bem estar, segurança emocional, felicidade pessoal, sexual e conjugal, enfim, há momentos que os homens precisam decidir sobre a sua intimidade. E, como saber se há atendimentos modernos e confiáveis? Que tal acessar este link e se informar, debater o assunto com seus médicos, amigos, e, a sua amada?

As informações apresentadas nesta matéria são do Doutor Cassio Miura.

(Fonte: http://www.thebrazilianpost.com.br/cirurgia-intima-masculina-muitos-homens-necessitam-mas-nao-sabem/)

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Revista relaciona oito inseguranças físicas que os homens preferem não contar

Os homens também têm suas preocupações com a beleza e se importam com o que elas pensam. Que as mulheres se preocupam com os quilos a mais e não dispensam a manicure, não é segredo. Mas acredite, os homens também têm suas encanações com a beleza e se importam com o elas pensam sobre sua altura, suas mãos e até mesmo o seu bumbum. Por isso, a revista Cosmopolitan listou oito inseguranças que eles preferem não relevar. Confira a seguir.

Bumbum

Homens gostam de olhar o bumbum das mulheres e, sem dúvida, ficam preocupados com o que elas pensam quando olham para o deles. Por isso mesmo, preferem investir em calças jeans que favoreçam o corpo.

Braços

Mesmo que eles digam não se importar e deixem a academia de lado, homens gostam quando as mulheres se impressionem ao olhar para o seus braços.

Mãos

Parece insignificante, mas eles ficam inseguros quando têm mãos e pulsos delicados. Ainda mais depois do mito de que o tamanho das mãos e dos pés é proporcional ao tamanho do pênis.

Cabelo

Os homens que têm cabelos ficam confiantes ao mostrar as madeixas. Já os que começam a perder os fios, são mais inseguros e fazem de tudo para salvar o que ainda resta.

Barba e bigode

Na adolescência, meninos ficam ansiosos com o momento em que terão pelos no rosto. Pode até não parecer, mas este momento nunca passa. Homens se sentem com mais virilidade quando estão com barba e bigode.

Pelos em excesso

Eles até podem gostar de ter barba, mas têm noção de que as mulheres não gostam de pelos em excesso. Eles sabem que ter muito cabelo no peito, nariz ou mamilo faz com que se tornem menos atraentes.

Altura

Homens não aceitam que as mulheres sejam mais altas. Eles preferem ter uns centímetros a mais até mesmo quando elas estão de salto.

Dieta

Homens podem ser mais preocupados que mulheres quando se trata de ter boa aparência para o verão. Enquanto elas assumem que malham e fazem dieta, eles fazem o mesmo, mas preferem manter segredo.

(Fonte: http://www.thebrazilianpost.com.br/revista-relaciona-oito-insegurancas-fisicas-que-os-homens-preferem-nao-contar/)

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O que será que falta na educação dos adolescentes masculinos?

Olá leitores! Olá leitoras!

Edição n° 6 – Agosto de 2014

No Dia dos Pais, caberia esta pergunta? Uma entrevista recente sobre “Combate a Corrupção” o Exmo. promotor Livianu cita exemplos que filhos ao verem pais fazendo trapaças na frente deles (“o jeitinho” e outras modalidades…), portanto, aprendem os atos corruptivos aprendem com eles.

Obviamente que há uma exposição a vários fatores no dia-a-dia além do exemplo de paternidade, há outros acessos a outros tipos de pessoas já habituadas a outras modalidades não-legais, e, exemplos que advém de reportagens, documentários, novelas, e, principalmente, via Internet, além da velocidade da comunicação via celular, e, dizem os especialistas em educação, como o vício em games violentos, dentre outros com acessos tais como bebidas alcoólicas e outros insumos nocivos á suade mental, e liberação psicológica exacerbada, associados principalmente, a falta de diálogo, o “bate-papo amigo” com o pai principalmente, modelo masculino, que modela um menino e adolescente, aquele “paizão” que todos têm orgulho de ter, e com ele querem se parecer muito.

Um dia destes observei um pai em uma lanchonete que conversava com seu filho, ouvia-o, e o aconselhava, tomavam guaraná e o garoto por volta dos seus 14 anos comia um lanche “fast food”, o pai, mais perguntava e ouvia, do que falava, de quando em vez explicava porque isto não poderia continuar, ou “ótimo, isto foi legal o que você fez”, enfim, incentivava a atitude. Não podia ouvi-los muito bem, mais fácil quando o pai falava, mas podia disfarçadamente perceber a dinâmica pai e filho. Por fim, ao se despedirem o pai abraçou carinhosamente o filho, o qual disse ao beijar-lhe as mãos, “benção pai”, que lhe respondeu “Deus te abençoe!, e deu-lhe um beijo na fronte, afagando a cabeça do garotão, abriu uma carteira na bolsa, e entregou-lhe uma nota de cinco reais, e falou, quando tiver sede tome um guaraná e pense no que pai explicou para você hoje. Agora terminou o intervalo, tenho que voltar para trabalhar, volte na semana que vem vamos nos encontrar aqui, cuidado ao sair com os colegas, e a noite na escola e nas ruas, não chegue muito tarde, cuide bem de sua mãe e de seus irmãos enquanto eu trabalho. Sim pai! E, saiu correndo feliz como garotos de sua idade fazem. Emocionei-me, sem dúvida, ali estava um grane pai, com suas roupas simples em um intervalo de trabalho, tomando um lanche simples com seu adolescente (talvez o mais velho). Um pai que dava amor, atenção, bons conselhos, sabia ouvir, e, abençoar, dar orientação para cuidar da mãe de os irmãos enquanto ele trabalhava, e que se cuidasse muito ao sair com colegas e a noite ao voltar da escola, e ali estava um garotão feliz, tinha um pai que o amava, e lhe deu R$ 5,00 comprar um guaraná quando tivesse sede, porque o pai o presenteara.

Um fato singelo de amor paternal, do mundo real, que ainda é possível, mas o que está acontecendo com outros adolescentes, quase meninos, que os links abaixo revelam a crueldade deles, e o descaso com as outras pessoas? Quais são os motivos e exemplos que os levaram a estragar a própria adolescência, juventude? Somente as mães são culpadas pela má educação deles, e o resultado trágico da vida deles? São responsáveis os homens da família? Pais, irmãos, tios, avós, parentes em geral, vizinhos, algum amigo da família, professores, educadores? Grupos religiosos, Ongs que atuam com a atendimento aos adolescentes, as autoridades? Enfim quantos homens rodeiam meninos adolescentes, e que poderiam de algum modo, dar-lhes uns minutos de atenção, uma vez por semana que fosse, para ouvi-los orientá-los, não deixarem-nos sozinhos ao mundo nocivo da vida. Onde estão homens voluntários, e lideranças de grupos empresariais que poderiam trabalhar com suas circunvizinhanças orientando-os e aprimorando-lhes a moral, a consciência humana, o respeito a vida humana, além das consequências nocivas em atos que estragarão toda a liberdade deles enquanto existirem? Se é a mídia culpada pelos programas nocivos que sejam punidos e impedidos, não é “liberdade de expressão em horários livres ensinar certa liberdades, que não são de expressão e nem de licença poética” a vulgaridade das emoções humanas em qualquer horário leva a confusão mensal e emocional dos jovenzinhos. É preciso mais rigor dos Ministérios Públicos, há os direitos humanos desses meninos adolescentes em serem conduzidos para uma situação educativa de prevenção, extensiva aos pais omissivos, com debates nas escolas e igrejas etc., com autoridades orientando-os, enfim de algum modo alguém que tenha sentimento de BOM PAI SOCIAL, faça alguma coisa. E urgente!…

Leia e compreenda o meu apelo. Um abraço aos pais sociais e a missão louvável.

Com esta reflexão trazemos esta edição com informações que poderão ser interessantes ou poderão servir para debates e orientações, muito grata, fraternal abraço, Elisabeth Mariano.

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