Bullying digital: quando a ameaça vem através da internet

Publicado por Fernanda F.

Deboche, assédio, intimidação. Essas são algumas das atitudes relacionadas com o bullying. Esse tipo de atitude de um indivíduo, direcionada a uma vítima, infelizmente existe desde os primórdios da humanidade. Para que o bullying aconteça, é necessário que os agressores tenham contato com suas vítimas, e com as atuais facilidades de comunicação e interações virtuais, essas agressões têm alcançado números alarmantes. É o cyberbullying (ou bullying online), que abre as portas para assédio 24 horas por dia, por meio de computadores, celulares, ou outros meios que usam a Internet.

O bullying é um problema mundial, onde a agressão física ou moral repetitiva deixam marcas para o resto das vidas. No mundo real, o bullying pode ser verbal e também com agressões físicas. No cyberbullying, as agressões são baseadas em ameaças, deboches e invasões de privacidade. Há casos onde o agressor consegue obter senhas da vítima, acessa seus e-mails, redes sociais, e a partir disso rouba fotos (muitas vezes íntimas, podendo causar problemas gigantescos) e espalha essas informações ou comete atos ilegais usando os dados da vítima. Por exemplo, mandando um e-mail para a direção da escola, ou professores, com xingamentos e desaforos, a partir do endereço de e-mail da vítima, somente para causar danos a sua imagem.

Apesar de boa parte dos adultos e pais não tomarem conhecimento desses fatos (apenas 1 em cada 10 adolescentes contam aos pais quando são vítimas de cyberbullying), esses casos são assustadoramente comuns. Pesquisas indicam que mais da metade dos adolescentes são vítimas de bullying online. É necessário que os pais acompanhem de perto o que acontece na vida virtual dos seus filhos, e uma dica dada por muitos especialistas é que os computadores utilizados por crianças e adolescentes precisam estar em locais centrais nas residências. Os pais precisam acompanhar o tipo de comunicação que os filhos estão tendo, e passar segurança para que, em casos de ameaças, os filhos não ficarão sem acesso ao computador, mas que relatem o fato para que possam ser auxiliados. Também é fundamental recomendar que não compartilhem senhas e fotos íntimas mesmo com pessoas que julguem da maior confiança.

Um dos tipos de cyberbullying mais comuns é ridicularizar alguém sobre o seu modo de vestir, ou etnia, religião etc. Um caso espantoso desse tipo que teve muita repercussão neste ano foi o causado por, vejam só, uma professora universitária no RJ. Ela postou no seu perfil do Facebook uma foto debochando da aparência de um passageiro no saguão do Aeroporto Santos Dumont. Esta foto foi sendo compartilhada e acabou chegando à própria vítima fotografada, um advogado em viagem de férias. A professora foi afastada do seu cargo na universidade onde trabalha e a vítima anunciou que a processaria judicialmente. A repercussão do caso talvez tenha servido de exemplo para outras pessoas que acham que podem debochar de alguém impunemente, principalmente se este deboche for através de redes sociais, onde os comentários dificilmente ficam privativos.

Para evitar o bullying, uma dica dos especialistas é apresentar o mínimo de reação. Os agressores sentem satisfação ao fazer os outros se sentirem ameaçados e magoados. Se a vítima não demonstrar mágoa ou medo, o agressor se desmotivará. Discutir com alguém irracional não leva a lugar algum, então, não perca seu tempo. Apenas diga que têm coisas melhores para fazer e abandone a discussão, ignore as futuras mensagens e bloqueio-o nas suas redes sociais. Pais, mães e professores: o fundamental é lembrar que os jovens precisam de um grande suporte social para não serem vítimas de bullying. Pessoas isoladas e retraídas costumam ser presas fáceis. Já as pessoas que possuem grupos saudáveis de convivência, praticam esportes e têm o acompanhamento dos pais em atividades do mundo real e virtual, dificilmente serão alvo dessas agressões, pois o grupo fortalece o indivíduo.

(Fonte: Marcelo Azambuja – http://www.jornalpanorama.com.br/site/coluna.php?idcoluna=107)

Fernanda F. – Estudante de Direito

Graduanda em Direito, Mestre em Hospitalidade, Pós Graduada em Gestão de Empresas, Bacharel em Aviação Civil. Adoro viajar, aprender novos idiomas, apaixonada por rock and roll, fã dos Guns N’ Roses. Meu sonho é morar em uma livraria! Louca por aviões 🙂

(Fonte: http://fernandafav.jusbrasil.com.br/noticias/126722846/bullying-digital-quando-a-ameaca-vem-atraves-da-internet)

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A importância da assinatura de duas testemunhas

Publicado por Espaço Vital

Por Suelen da Silva Santos, advogada (OAB/RS 93.957)

Inicialmente refere-se que o contrato particular pode ser feito por qualquer pessoa capaz sem qualquer intervenção do Poder Público, assinados pelas partes e ao menos por duas testemunhas. Dessa forma, o documento particular se difere do documento público, vez que esse é lavrado por um tabelião de notas, bacharel em direito, aprovado em concurso de público de provas e títulos e que exerce função pública.

O papel da testemunha é de suma importância em uma transação de cunho particular, pois serve para comprovar que o contrato foi celebrado entre os contratantes e que ela presenciou tal tratativa, demonstrando relevância quando uma das partes alega que não fez o negócio. Vale ainda dizer que qualquer pessoa pode ser testemunha, desde que tenha mais de 18 anos e seja capaz civilmente.

Ainda destaca-se que a testemunha não possui responsabilidade contratual, já que o cumprimento do contrato é apenas dos contratantes. No entanto, ela responde pelo ato, tendo em vista que a testemunha deve atestar que as partes transacionaram, que não houve ameaça e que todos os envolvidos estavam presentes.

Mas existe uma dúvida: é obrigatória a presença de testemunha no contrato particular? O Código Civil atual não exige para a existência e validade do pacto a presença das testemunhas, assim um contrato particular é totalmente válido sem que tenha as testemunhas.

Em contrapartida para que o contratante possa requerer a execução específica do contrato junto ao Judiciário, quando, por exemplo, a outra parte não cumpre com sua obrigação, mostra-se imprescindível a assinatura de duas testemunhas para que o acordo seja considerado título executivo extrajudicial, conforme prevê o inciso segundo do artigo 585 do Código de Processo Civil.

Ressalta-se que o TJRS entende de tal maneira, ou seja, a indispensabilidade de assinatura das duas testemunhas para que o documento se torne apto a embasar execução de título extrajudicial. Dessa forma, a grafia das testemunhas no instrumento firmado entre particulares serve para transformá-lo em título extrajudicial no caso de futura execução.

Não obstante, o credor poderá também mover o Judiciário se ausente a rubrica das testemunhas no acordo particular, porém ele terá que buscar esse direito pelo processo de conhecimento, isto é, por meio da ação de cobrança ou por procedimento especial, qual seja: a ação monitória, sendo que em tais ações se objetiva primeiramente uma sentença de mérito, cuja finalidade e constituir título executivo judicial apto para execução.

Resta cristalino então que a ação de execução de título extrajudicial é sem dúvida o procedimento mais célere a fim de satisfazer a pretensão do credor, tendo em vista a oportunidade dada ao credor de indicar bens à penhora do devedor, bem como registrar a penhora através de certidão comprobatória no cartório de registro imobiliário e Detran, não deixando que o executado (devedor) dilapide seus bens.

Enfim, os contratantes devem tomar muito cuidado ao transacionarem um contrato particular, sendo aconselhável que haja a assinatura das duas testemunhas, pois sem dúvida a melhor forma de se exigir o cumprimento em âmbito judicial de um instrumento particular é pela via executiva, portanto, imprescindível à rubrica das testemunhas a fim de que o pacto se torne título executivo extrajudicial.

AUTORA: Suelen da Silva Santos, advogada – suelen@mzadvocacia.com.br

(Fonte: http://espaco-vital.jusbrasil.com.br/noticias/126876808/a-importancia-da-assinatura-de-duas-testemunhas)

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A taça está meio cheia ou meio vazia?

Recente pesquisa revela que cerveja é a bebida que tem mais a cara do brasileiro. Ao vinho restou a amarga lanterninha. E pior: foi assim também no sul, região que é a maior produtora da bebida no país e também a que mais consome

Por Marcos Graciani

Pesquisa divulgada pelo Ibope no início deste mês dá conta que a cerveja é a bebida que tem mais cara do brasileiro.

Em todo o país, a bebida é citada por 59% da população. O segundo lugar ficou com os refrigerantes com 12% e o terceiro, a cachaça que teve 11% dos votos. Os perfis que mais citaram a cerveja como cara do brasileiro são os homens, maiores de 54 anos (60 – 65%) de classe social A e B (63%) ao contrário das classes menores, C e D (56%).

A análise foi feita de forma quantitativa em todo o país, e entrevistados 1.958 pessoas, sendo homens e mulheres, maiores de 18 anos de todas as classes sociais entre 7 a 11 de novembro do ano passado. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos no total dos dados levantados no Brasil. A pesquisa foi encomendada pela Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil). A entidade reúne as quatro maiores fabricantes de bebida do país, que respondem por cerca de 96% do mercado.

Naturalmente é de se pensar que o vinho deve ter reduzido o Ibope da cerveja no sul, região produtora e consumidora da bebida, certo? Errado. Do Paraná para baixo, o vinho é a cara do brasileiro apenas para 1% dos entrevistados. No Rio Grande do Sul, o maior fabricante de vinhos finos do país, esse índice é de 2%. No Paraná, a bebida não foi citada (veja os números completos na tabela logo a seguir). Os habitantes de Santa Catarina, que também produz vinhos, não foram pesquisados.

A pesquisa escancara quanto o segmento vinícola ainda tem a trabalhar para fazer com que a bebida ganhe mais espaço. Tanto é verdade que a citação da bebida como “a cara do brasileiro” não passou do traço em todo o país. Há quem possa ver a taça, por esse ângulo, meio vazia. Eu ainda sou daqueles que, olhando pelo outro lado, me deparo com uma taça meio cheia. Ou seja, há oportunidades por aí para fazer com que o brasileiro adote em sua rotina o bom hábito de beber vinho.

Bebida

Brasil

Sul RS

PR

Cerveja

59%

48% 55%

37%

Destilados

12%

9% 5%

15%

Refrigerante

11%

15% 17%

11%

Vinho

1% 2%

(-) Sem citação. Fonte: Ibope

(Fonte: http://www.amanha.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=7007:a-taca-esta-meio-cheia-ou-meio-vazia&catid=128:cepas-e-cifras-marcos-graciani&Itemid=208)

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Nova Lei da Filantropia: principais alterações

Dra. Renata Favero Rampaso, advogada, colaboradora do Portal Brasileiro do Terceiro Setor concede entrevista esclarecendo quais as principais alterações trazidas pela nova lei da Filantropia – Lei 12.101 de 27 de novembro de 2009. Acompanhe.

Portal TSO: O que há de novo na Lei 12.101/2009?

Dra. Renata: A Lei 12.101 de 27 de novembro de 2009, conhecida como a Lei da Filantropia, regulamentada pelo Decreto 7237/2010, alterou significativamente a legislação anterior, especialmente quanto ao procedimento de requisição e concessão da certificação de entidades de assistência social, que confere às organizações a isenção do recolhimento das contribuições para a seguridade social.

A nova lei reorganizou as competências para a análise e julgamento dos pedidos de concessão e renovação da certificação. A competência, que era integralmente do Conselho Nacional de Assistência Social – CNAS, por força da Lei 8.742/93, passou a ser dos Ministérios da Saúde (para entidades da área da saúde) da Educação e Cultura (para entidades da área da educação), e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (para entidades de assistência social).

Além desta reorganização, a lei inovou ao reconhecer as entidades certificadas como rede complementar e parceiras na prestação de serviços, bem como, em demonstração de transparência, determinou a publicização das informações relativas ao trâmite do processo de certificação, controle da ordem cronológica dos pedidos e cadastros.

Outra novidade da lei foi a dispensa de solicitação da isenção das contribuições para a seguridade social perante as Delegacias Regionais da Receita Federal do Brasil. Antes da Lei, as entidades certificadas precisavam solicitar às Delegacias da RFB a isenção, o que, após a lei, passou a ser dispensado.

Portal TSO: Quais os benefícios da lei para a gestão das organizações sociais?

Dra. Renata: A nova lei é rigorosa quanto à definição dos requisitos para a certificação e a fiscalização das entidades. Neste sentido, as entidades que pretendem a concessão ou renovação da certificação necessariamente precisarão estar regularmente formalizadas e em ordem com o fisco, o que só será possível com uma gestão profissional e com uma atuação transparente e idônea da entidade, fato este que, indiretamente, é um benefício trazido pela lei.

A Lei, apesar de ainda muito discutida e questionada, e especialmente o Decreto que a regulamenta, encerram muitas dúvidas e divergências oriundas da legislação anterior e, em certa medida, trazem mais segurança quanto ao procedimento e mecanismos de controle e fiscalização das entidades.

Portal TSO: Quais as consequências desta lei para as organizações brasileiras?

Dra. Renata: Apesar da necessidade de fiscalização do setor e do estabelecimento de critérios mais rígidos de concessão da certificação, a lei surpreendeu muitas organizações sérias, comprometidas com o bem estar e desenvolvimento social, com o excesso de rigor e requisitos, o que se agravou com o fato de ter entrado em vigor já na data de sua publicação.

A conseqüência disso é imensurável para muitas destas organizações, que, se não sucumbirem, enfrentarão sérias dificuldades para a manutenção da qualidade dos serviços prestados. Perdem, portanto, as organizações, perde o Estado e, especialmente, perde a sociedade brasileira que é amplamente atendida por essas entidades.

Mais debates sobre o tema, análises mais detalhadas sobre a importância do Terceiro Setor no Brasil e um tempo maior para adequação às normas possivelmente evitaria prejuízos e retrocessos nesta esfera. As entidades beneficentes são extremamente importantes para o desenvolvimento social do Brasil e precisariam ser vistas, sob outras perspectivas, com a mesma importância que são vistas pela ótica tributária.

Portal TSO: Quais as principais dificuldades das organizações se adequarem à lei?

Dra. Renata: A nova lei, que trouxe muitas alterações, entrou em vigor na data da publicação, num cenário de questionamentos e dúvidas, sem conceder prazos para as organizações adequarem-se a ela.
As principais dificuldades para adequação estão relacionadas ao atendimento gratuito prestado por estas entidades. Para as organizações da área da educação, a lei exige a aplicação de pelo menos 20% da receita anual em gratuidade. Para aquelas que atuam na área da saúde, a oferta de serviços ao SUS deve ser no percentual mínimo de 60%.

O cumprimento dos requisitos, mais rigorosos, estabelecidos pela lei para a concessão da certificação também é uma dificuldade enfrentada por diversas organizações. As que atuam na área da Educação, deverão atender aos critérios do ProUni, bem como observar o Plano Nacional de Educação; as entidades assistenciais deverão estar vinculadas à rede socioassistencial privada no âmbito do Sistema Único de Assistência; e as entidades que se dedicam à área da saúde não poderão aproveitar os resultados do desenvolvimento de outras atividades não relacionadas à saúde, já que apenas projetos apoiados pelo Ministério da Saúde poderão ser objeto da gratuidade alternativa.

Portal TSO: A lei garante o fim dos desvios em organizações que não são comprometidas com as causas?

Dra. Renata: A lei impõe maior fiscalização às entidades certificadas, reprimindo desvios nas organizações descompromissadas, já que os Ministérios da Saúde, da Educação e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome ficarão responsáveis por supervisionar as entidades beneficentes e zelar pelo cumprimento das condições que permitiram a certificação da entidade, podendo, para tanto, a qualquer tempo, requisitar documentos, auditorias e diligências que se fizerem necessárias.

Além disso, diversos Órgãos estão envolvidos na fiscalização da entidade certificada. De acordo com o Decreto, o gestor municipal ou estadual do SUS ou do SUAS, o gestor da educação municipal, distrital ou estadual, a Secretaria da Receita Federal do Brasil, os Conselhos de acompanhamento e controle social previstos na Lei 11.494/2007, bem como os Conselhos de Assistência Social e de Saúde e o Tribunal de Contas da União poderão representar a entidade perante o Ministério responsável por sua área de atuação, quando verificada a prática de qualquer irregularidade.

(Fonte: http://www.terceirosetoronline.com.br/conteudo/nova-lei-da-filantropia-principais-alteracoes/)

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Ainda há profissões só masculinas, e, profissões só femininas?

Olá leitores! Olá leitoras!

Edição n° 4 – Junho de 2014

As mulheres estão buscando profissionalizarem-se mais nas áreas técnicas, industriais e no campo das exatas, informática, área financeira etc. Elas são a maioria que completa os estudos universitários, mas são as que estão mais desempregadas. Muitas demonstram que cuidados familiares estão em primeiro lugar e por tal motivo dificulta a carreira. Mas, e agora? Homens também estão se dedicando aos conhecimentos e ao trabalho que antes eram as mulheres que a eles se dedicavam, e lideravam estatisticamente?

Elas estão esperançosas em adquirir além do conhecimento mais oportunidades de melhores salários, e de carreira, mas o “velho ranço” de se desconfiar de mulher chefe (até de sua sexualidade se duvida “não é mulher, muito mandona!”, estereótipos e discriminação ainda predominam!

Eles estão considerando muito difícil, quase impossível cuidar e ensinar crianças, que são instáveis e desobedientes, e até acreditam que, realmente as mulheres são melhores que eles na área da educação.

E, acredite, eles sentem que os familiares “ficam desconfiados com o trabalho deles” junto das crianças, e ainda têm que “aguentar o preconceito e a discriminação” de algumas pessoas, que acabam “pensando que eles são gays”, por causa da escolha profissional.

Enfim, em pleno século 21, continuam as dificuldades para se “trabalhar no que gosta”, e se especializa, e, o conflito que atinge homens e mulheres, “ a língua do povo” que não evoluiu, ainda mais este estresse social para se enfrentar, “quebrar barreiras com paciência”, será que é uma “boa ferramenta” para se usar? De quem é a culpa? Falta a cultura e vivência do que ocorre em sociedades mais civilizadas, certas pessoas só acreditam, aprendem e copiam” aquilo em que é colonizada até a distância até onde o “dial de seu aparelho de televisão alcança, e só naquele canal que ainda consegue assistir”, todavia a vida e o mundo evoluem lá fora, o que se pode fazer? Mais do que nunca é preciso explicar o que é a “Caverna” de Platão.

Nesta edição estamos muito contentes, O ESPAÇO HOMEM, recebeu um artigo muito interessante com um a história de vida exemplar de um homem simples de fida modestíssima, lá no nordeste, que chegou a estar citado na revista FORBES em 2103, como o 46º homem mais rico do Brasil. Suas palavras e conceitos são uma aula de ensino superior, para cada um de nós, em seu título “ORGULHO DE SER BRASILEIRO” chama atenção o que ele cita: “o Brasil vive uma página da sua história como nunca se viu antes em nosso país”. Imprensa livre, judiciário independente, corruptos indo para a cadeia, investimentos em todos os setores siderúrgicas, refinarias, estradas, ferrovias, portos e aeroportos. O país é um canteiro de obras públicas e privadas. Nosso país, em breve será o celeiro do mundo; maiores produtores de proteína animal, soja e anualmente batemos recordes de produção e grãos. Há pouco tempo, um nosso ex-presidente da República alimentava o desejo de que o salário mínimo correspondesse ao valor de US$ 100 dólares, hoje é mais de US$ 300 dólares. Há dez anos atrás para se comprar um carro popular, um GOL 1000, por exemplo, se pagava mais de 150 salários mínimos, e, hoje se paga menos de 50. Estamos com o menor índice de desemprego da nossa história e do mundo.”

Estamos apresentando para você leitor e leitora com muito orgulho de brasileira/o, um grande homem empresário, que com sua lucidez e conhecimentos de Economia (formado pela Universidade Federal do Ceará), junto com seus 8 milhões de seus clientes e familiares, o sr. DEUSMAR QUEIRÓS, fundador e presidente do Grupo Pague Menos”, que confessa neste texto que: “o meu partido é o Brasil S/A, e é pela sua brava gente que tenho orgulho de ser brasileiro”.

Este artigo de autoria de Deusmar Queirós está completo a seguir e vem sendo divulgado em vários lugares, inclusive, recentemente no CORECON (Conselho Regional de Economia). Agradecemos a assessora de imprensa da rede de farmácias Pague Menos, sra. Cláudia Farias, pela autorização dessa edição, no ESPAÇO HOMEM.

Assim enviamos para você o abraço de nossa equipe ESPAÇO HOMEM que no segundo semestre já estará finalizando o grupo de seus conselheiros, e hoje, quem envia-lhe um grande abraço para você é a Elisabeth Mariano.

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Sugestões de Leituras

Saiba mais, basta clicar no link:

Homens x Mulheres – Por que eles estão ficando para trás…

http://super.abril.com.br/cotidiano/homens-x-mulheres-eles-estao-ficando-632124.shtml

Se tantos homens a mais são fecundados todos os dias, por que o mundo não está… “Os homens estão ferrando a sociedade, e não de um jeito bom”, diz ele… não apareciam nem entre o top 10 – elas queriam artes cênicas, música e educação. E eis o problema: computação e engenharia são as áreas que pagarão os…

Homens em serviços de cuidado de crianças – um artigo…

https://periodicos.ufsc.br/index.php/zeroseis/article/download/10047/9236

de JJ Jensen

quatro áreas: serviços que forneçam cuidados para as crianças; licença para pais… uma participação maior por parte dos homens (no cuidado e educação das… Este texto começa descrevendo razões para a indicação de mais homens… que estão preocupados com cuidado infantil – desde o governo, as autoridades.

Cresce presença de homens em profissões “femininas”…

http://economia.ig.com.br/carreiras/cresce-presenca-de-homens-em-profissoes-femininas/n1238147123211.html

11/03/2011 – Muitas áreas, antes consideradas femininas, estão contando com a presença… Segundo Luiz Edmundo Rosa, diretor nacional de educação da… “Chama mais atenção uma mulher trabalhando em uma mina do que um…

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Orgulho de ser brasileiro

Nasci em maio de 1947, em Amontada, interior do Ceará. Cidade com menos de 3.000 habitantes, sem escola ou qualquer tipo de infraestrutura onde seus filhos pudessem vislumbrar um futuro melhor.

Em 1954, meu pai, um pequeno comerciante, mudou-se com a pequena família para capital com o objetivo de colocar o seu filho único na escola e um dia ser um doutor.

Aos 7 anos comecei a trabalhar vendendo frutas de porta em porta para ajudar a pagar a escola. Meu pai me dizia quanto custava cada dia de aula e que se possível, deveria sobrar um pouquinho para ajudar na comprados livros, da farda e do único par de sapatos. Aprendi a fazer contas muito cedo, quanto valia cada centavo e nunca mais parei de trabalhar o que não me impediu de realizar o sonho do meu pai me formando em Economia pela Universidade Federal do Ceará.

Passei minha infância e adolescência no pequeno comércio até que veio o primeiro emprego formal, na IBM do Brasil.

Fui professor universitário, entrei no mercado financeiro, montei a Bolsa de Valores do Ceará e em 1977, aos 30 anos, constituí a minha primeira empresa, a Pax Corretora de Valores.

Em 1981 dei início ao meu sonho de adolescência, ser um empreendedor varejista, montei a Pague Menos, primeira rede do varejo brasileiro presente em todos Estados inclusive no Distrito Federal, contando hoje com 700 lojas, mais de 17.000 colaboradores diretos e faturamento superior a R$ 4,4 bilhões de reais.

Ao completar 60 anos de trabalho ininterrupto me considero uma pessoa bem sucedida. Não pelo fato da revista Forbes de agosto de 2013 ter me colocado como o 46º homem mais rico do Brasil e sim pelo sucesso obtido nos segmentos mais importante para o ser humano, qual seja; o sucesso na família,na saúde, profissional, social e espiritual.

Com as bênçãos de Deus e a ajuda da minha querida esposa, Auricélia, com quem convivo há 42 anos, construímos uma bela família com 4 filhos e 14 netos. Tenho orgulho da minha trajetória e de uma forma toda especial sempre tive muito orgulho de ser brasileiro.

Vivi intensamente os últimos 50 anos. Vi o Brasil atravessar grandes desafios: revolução, inflação galopante, planos econômicos, problemas políticos de toda ordem, mas nunca deixei de amar o nosso país. Viajo muito pelo Brasil e para fora dele e a cada retorno constato que realmente o Brasil é um país “abençoado por Deus e bonito por natureza”.

Poucas semanas após o fatídico 11 de setembro estive nos Estados Unidos da América, inclusive fora de Nova York, e vi uma nação unida com bandeiras nas janelas como nunca tinha visto. Confesso que voltei com um sentimento de inveja, pois é indiscutível se reconhecer que brasileiros amamos o nosso país, mas não demonstramos, a não ser quando somos confrontados por estrangeiros, principalmente argentinos.

O Brasil vive uma página da sua história “como nunca antes se viu neste país”. Imprensa livre, judiciário independente, corruptos indo para cadeia. Investimentos em todos os setores; siderúrgicas, refinarias, estradas, ferrovias, portos e aeroportos. O país é um verdadeiro canteiro de obras publicas e privadas. Nosso país em breve será o celeiro do mundo; maiores produtores de proteína animal, de soja e anualmente batemos recordes na produção de grãos.

Há pouco tempo um nosso ex-presidente da república alimentava o desejo de que o salário mínimo correspondesse ao valor de US$ 100 dólares, hoje é mais de US$ 300, dez anos atrás para se comprar um carro popular, um Gol 1000, por exemplo, se pagava mais de 150 salários mínimos, hoje se paga menos de 50.

Estamos com o menor índice de desemprego da nossa historia e um dos menores do mundo. Mais de 40 milhões de brasileiros saíram da linha da pobreza absoluta e passaram a ter acesso a bens e serviços antes desejos de difícil realização. Não sou filiado a nenhum partido. O meu partido é o Brasil S/A e é pela sua brava gente que tenho orgulho de ser brasileiro. Escrevo esta mensagem por dois motivos: o primeiro; para registrar a minha insatisfação em ver pessoa de bem, verdadeiros cidadãos que por falta de informação estão sendo influenciados a apoiar vândalos, marginais que a título de reivindicar seja lá o que for destroem o patrimônio publico e privado.

Não sou contra as manifestações mas existe a forma correta de ser feita, ordeira sem destruir o que foi construído com tanto sacrifício, até porque seja qual for o bem, este não é do governante ou do partido e sim de todos que direta ou indiretamente contribuíram para sua construção. Uma boa hora de protestar é no dia 5 de Outubro quando formos escolher os nossos representantes.

Segundo; se o brasileiro é apaixonado por samba e futebol, a sua primeira paixão tem de ser em receber bem a todos que vem a nossa casa. O brasileiro é conhecido no mundo inteiro como sendo um povo alegre e acolhedor, sempre pronto a dar uma informação com o sorriso que encanta. Países menores que o Brasil recebem até dez vezes mais turista que nos, chegou a hora de mostrarmos as nossas belezas naturais, o nosso bom humor, a nossa hospitalidade.

Desejo fazer um apelo aos nossos mais de 8,0 milhões de clientes e seus familiares que todo mês frequentam nossas lojas para fazer uma trégua e torcer pela seleção brasileira de tal forma que todos juntos de peito aberto e o coração a gargalhar possamos cantar… EU SOU BRASILEIRO/COM MUITO ORGULHO/COM MUITO AMOR ÔÔ.

Deusmar Queirós

Fundador e Presidente do Grupo Pague Menos

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As transformações do Direito de Família mudaram o comportamento masculino também

Olá leitores! Olá leitoras!

Edição n° 3 – Maio de 2014

Desde o novo Código Civil brasileiro de 2002 (artigo 1565 § 1º – (*)), os homens também puderam acrescentar o sobrenome de família da esposa em seu nome, e não apenas a mulher, conforme anteriormente.

Apenas em 2002, o novo Código Civil brasileiro estabeleceu que qualquer um dos cônjuges pode acrescer a seu sobrenome o nome de família do outro. E, aumentaram as estatísticas que demonstram que percentuais altíssimos de maridos querem adotar o sobrenome de família da esposa.

Também a atualização da regulamentação do §3º do art. 226, que reconhece a união estável entre homem e mulher como uma entidade familiar, e convertida em casamento por meio da Lei nº 8.971, de 29/12/94, e posteriormente pela Lei 9.278 de 10.05.96(*), trouxe novamente a luz das estatísticas que os homens em maioria continuam acreditando na união familiar, pois também surpreendem a quantidade de uniões estáveis.

Embora sob o manto da liberalidade, e avanços da tecnologia, ainda culturalmente o homem do século 21, quer ter sua família, encontrar sua mulher e filhos, mesmo após viagens, dias de trabalhos exaustivos competitivos, quer voltar para a própria casa, e encontrar um lar.

Neste dia 15 de maio, Dia Internacional da Família, que completa 20 anos de sua institucionalização pela ONU, trazemos nossa homenagem e reconhecimento ao valor dos homens para a composição de uma família.

Receba nossas pesquisas dessa edição e o fraternal abraço, Elisabeth Mariano e equipe ESPAÇO HOMEM.

(Fonte: http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=4550)

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Os homens também sofrem por amor…

“Sim… acho que sim… que sofrem, pelo menos alguns. Pablo Neruda sofreu. Mas esse não conta, era poeta, e os poetas sabem amar e sofrer por amor como ninguém, porque o fazem através da poesia e isso permite-lhes esconderem-se através de meias palavras, meias verdades, escudam-se nas metáforas, nas hipérboles, dão o dito pelo não dito.

Mas a minha questão é: Como sofrem os Homens? Como exteriorizam a sua dor? Gostava de poder entrar dentro deles, conhecer os seus recantos mais profundos, conhecer aquele lado sensível que jamais desocultam, que guardam só para eles…

O que sentem eles quando perdem quem amam? Como manifestam a sua tristeza? Será que ouvem aquele CD? Que passam naquela rua? Como afastam eles os fantasmas da insonia? Será que fecham os olhos para nos ver, para sentir o nosso perfume, será que lutam por nós com todas as armas que têm?

Ou será que simplesmente se escudam através do orgulho e dizem: «Não faz mal, ela até nem não fazia o meu gênero e eu até nem estava muito arrebatado”… e procuram noutros braços, noutro perfume, a cura para a sua ressaca.

Seja como for, podemos ficar com a ilusão de que há Homens, como Pablo Neruda, que sofrem, que amam e que recordam que numa noite de Verão nos tiveram nos braços, que nos beijaram e nos amaram…”

“…
Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Escrever, por exemplo:
“A noite está estrelada, e tiritam, azuis os astros, ao longe”.
O vento da noite gira no céu e canta,
Posso escrever os versos mais tristes esta noite,
Eu a amei, e às vezes ela também me amou
Em noites como esta eu a tive entre meus braços
Beijei-a tantas vezes sob o céu infinito
Ela me amou, e às vezes eu também a amava
Como não ter amado seus grandes olhos fixos?
Posso escrever os versos mais tristes esta noite,
Pensar que não a tenho. Sentir que a perdi,
Ouvir a noite imensa, mais imensa sem ela.
E o verso cai na alma como o pasto no orvalho
Que importa que meu amor não pudesse guardá-la,
A noite está estrelada e ela não está comigo,
Isso é tudo…. ”

AUTOR: Pablo Neruda

(12 de fevereiro de 2007)

(Fonte: http://aspalavrasnuncatedirei.blogs.sapo.pt/26361.html)

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Efeito ‘viagra’ e afrodisíaco podem estar numa alimentação saudável

Por Jocelem Salgado

“Ser homem é o maior risco para a saúde”. A frase pode parecer um exagero, mas o alerta vem da Organização Mundial da Saúde, o órgão máximo no mundo que se dedica ao bem-estar das populações.

Os fatos explicam: na idade jovem, são os homens que mais morrem de acidentes de carro e assassinatos. Eles bebem mais, cometem mais imprudências, se envolvem mais em brigas, se ligam ao crime ou se acidentam no trabalho.
Aqueles que sobrevivem, chegam na meia-idade e entram na velhice sem nenhum cuidado médico. Enquanto as mulheres têm seus ginecologistas desde adolescentes, os rapazes só vão ao médico – geralmente ao pronto-socorro – em caso de acidente ou alguma crise.

A prevenção nunca foi uma preocupação entre a nossa população, por falta de hábito e da precariedade dos sistemas de saúde. Mas as mulheres, ao visitarem o médico com mais frequência, acabam prestando mais atenção a seu corpo e descobrindo doenças mais cedo, ou antes que elas apareçam.
Isso não acontece com o homem. É exatamente por isso que as sociedades médicas e a Organização Mundial da Saúde estão defendendo a ideia de que o adolescente homem também deve ter um médico que cuide de seu corpo como um todo.

Na prática, quando deixa de necessitar dos cuidados do pediatra, o jovem só verá um médico muito mais tarde, quando algum problema sério já está acontecendo, ou um acidente o leva ao pronto-socorro. Esse quadro está mudando aos poucos, especialmente entre os grupos de maior escolaridade e poder aquisitivo e que mais cedo começam a se preocupar com sua saúde e forma física. No geral, no entanto, ainda vale a regra de que médico e cuidados médicos só têm a ver com a doença, não com a saúde.

Em outras palavras, estamos querendo dizer que o adolescente precisa de um médico “cuidador”, assim como a menina adolescente e as mulheres têm o seu ginecologista, pelo resto da vida. Este médico poderia ser um urologista, ou mesmo um clínico geral.

Veja que esta não é uma posição apenas minha, mas de muitas sociedades médicas. O adolescente não pode deixar o pediatra e ficar longe de cuidados médicos por 30 ou 40 anos, como acontece. Seria muito melhor para sua saúde se tivesse alguém que o acompanhasse e o orientasse ao longo desse período. Veja o caso das doenças da próstata. A maioria dos homens ainda não se submete aos exames recomendados a partir dos 40 ou 50 anos, por preconceito, quando uma simples conversa com um médico de confiança poderia mudar esse quadro. Detectadas no início, doenças benignas ou malignas da próstata podem ser curadas na grande maioria dos casos.

Sexualidade e saúde

A saúde do homem passou a merecer mais atenção e mais espaço na mídia por caminhos que têm mais a ver com seu desempenho sexual, não com sua saúde. Com o surgimento dos comprimidos orais para disfunção erétil ou impotência – os Viagras, Cialis, Levitras e outros que virão – os laboratórios passaram a investir em pesquisas médicas que se dedicam a estudar e a entender as práticas e atividades sexuais dos homens.

Até agora, nada tinha sido feito nesse campo. Descobriu-se então o que já era esperado: que os homens tinham uma série de preconceitos sobre sexo, que acreditavam em mitos e informações totalmente errôneas e, especialmente, que não cuidavam ou cuidavam pouco da sua saúde.

Foram muitos estudos, mas a conclusão vem sendo unânime: as pessoas mais desinformadas, que visitam menos o médico, e por isso cuidam menos da saúde, formam o grupo que tem maior problema com a ereção. Conclusão: a impotência, ou disfunção sexual, e mesmo a falta de vontade ou libido, na grande maioria dos casos são resultados de outros transtornos físicos, de saúde. Pílulas para ereção podem ajudar, mas não vão resolver a origem dos problemas.

Alimentação e saúde

Não sou urologista, nem sexóloga, nem participei de pesquisas sobre as atividades e dificuldades sexuais entre homens ou mulheres. Mas como professora de nutrição e pesquisadora da relação entre alimentação e saúde, tenho muito a dizer sobre esse tema.

Quem não se alimenta bem, quem não nutre corretamente seu organismo, acaba tendo uma série de problemas de saúde. A saúde sexual é apenas um termômetro da saúde em geral. É um dos alarmes que disparam primeiro, mas poucas pessoas estão atentas a esse alarme. Ter dificuldades de ereção ou não ter desejo são questões que a maioria não conta aos amigos. Muitos não contam nem mesmo ao médico, sem falar que a maioria delas nem vai ao médico por essas razões.

Há uma tradição milenar relacionando determinados alimentos com o desejo sexual e mesmo com a ereção. Nada foi provado nesse campo até hoje. Mas há um afrodisíaco que faz efeito e que sempre contribui para o bom desempenho sexual: é a alimentação saudável, e que deve fazer parte do nosso cotidiano.

Quando digo que há uma série de alimentos que contribuem para a prevenção de doenças e mesmo o controle de certas patologias, estou dizendo que há receitas capazes de melhorar e garantir a sua saúde. E se você está mais saudável e com peso adequado, também terá uma atividade sexual mais intensa, mais prazerosa.

Quando alguém se sente bem física e psiquicamente – posso acrescentar o espiritualmente – esse alguém está mais disposto e mais capaz de praticar as atividades que o corpo (e a alma) lhe dão prazer. E o sexo é certamente uma das práticas que melhor revelam a boa relação do corpo com o espírito. E que só trazem bons sentimentos e energias a homens e mulheres.

Viagra e alimentação

Vamos deter nossa conversa num fato aceito por todos os médicos: que o prazer e o bom desempenho sexual estão diretamente ligados à saúde. E eu, representando os especialistas que estudam a alimentação e a saúde, posso dizer que seu desempenho em todos os campos da vida, do trabalho ao relacionamento sexual, depende do que você come.

A boa alimentação começa com a amamentação, que deve se estender por pelo menos seis meses, exclusivamente. Prossegue depois com os pratos variados e atraentes que devem ser oferecidos aos bebês, e a alimentação variada que deve fazer parte do cardápio das crianças. É nesta fase que aparecem as tentações dos junk foods, os big lanches e outros cardápios que lembram os sanduíches saborosos. Eles são perigosos porque oferecem sabor, dão a sensação de saciedade, mas têm muitas calorias e são pobres em fibras, vitaminas, e outros nutrientes importantes para nossa saúde.

O mais grave é que esses hábitos, adquiridos na infância e na adolescência, vão ser seguidos na vida adulta. É pouco provável que um jovem que não aprendeu a comer frutas, legumes e verduras – balanceados com algum alimento rico em proteína – venha a mudar seus hábitos na maturidade. O resultado é uma alimentação pobre que não cria defesas no organismo, e que precipita o aparecimento de doenças.

Mas bem antes de surgirem as doenças, o organismo dará sinais de que sua máquina não está recebendo o que necessita, e o que necessita, na maioria das vezes, é uma alimentação adequada.

Um dos sinais está relacionado à saúde sexual. Por envolver muitos preconceitos, esse tipo de sinal nem sempre é percebido, ou nem sempre é relacionado à saúde do organismo em geral.

Como vimos acima, esse é um engano comum a todos nós. Qualquer manifestação de que a vida sexual não vai bem, a causa a ser procurada está na saúde do organismo como um todo.

Ninguém tem problemas sexuais por acaso. Antes de procurar resolvê-los com comprimidos que estão à disposição nas farmácias, procure saber como anda sua saúde. E, antes de tudo, procure saber como você está se alimentando. A resposta para seu problema pode estar no estresse do seu cotidiano, que levam a refeições apressadas e nada saudáveis. Seu “viagra” e seu “afrodisíaco” podem estar numa alimentação mais saudável.”

(Fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/saude_sexual.htm)

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